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segunda-feira, 23 de abril de 2018

CONHECER PARA TRANSFORMAR - ABRA-SE AO NOVO!

Você já usou de CONHECIMENTOS FORA DE SUA ESFERA DE COMPREENSÃO para transformar a si mesmo, conquistando o equilíbrio nas diversas formas de convivência?

Somos muito conservadores em nossas crenças, estilos de vida, condutas, enfim, sobre tudo aquilo que acreditamos como verdade que vai gerenciar nossas vidas.  Nesse caso, não se trata de um conservadorismo padrão, que coordena diversas pessoas num único modelo. Trata-se do conservadorismo criado pela pessoa para designar um padrão que deve ser seguido a qualquer custo, porque o tem como verdade, modelo, exemplo. 

Somos conservadores com as nossas próprias escolhas e muitas vezes nos esquecemos que a dinâmica da vida, exige de nós comportamentos diferenciados para cada circunstâncias. 

É aí, que surgem as FRUSTRAÇÕES por se deparar com determinadas circunstâncias, desafios, obstáculos, sobre os quais não estamos preparados para lidar com eles. E diante dessas frustrações, vamos nos sentindo DERROTADOS, VENCIDOS, INCAPAZES, minando a nossa auto-estima. 

E onde está a causa para tantos conflitos de ordem emocionais? Na nossa IGNORÂNCIA, nas nossas LIMITAÇÕES; na incapacidade de se permitir conhecer o novo para a partir daí, discernir sobre o que é conveniente ou melhor para si.

Se instruir para discernir, conhecer para transformar deve ser o nosso guia, a fim de que encontremos as soluções adequadas para os nossos conflitos. 

É claro que, como tudo, estamos sujeitos às Leis Divinas, cabendo aqui o bom-senso e a razão na análise daquilo que é novo, respeitando ainda os limites das outras pessoas, e diante de qualquer decisão tomada, colocar-se sempre, no lugar do outro para saber se gostaríamos que fizessem conosco.

O conhecimento é a chave que abre muitas portas fechadas em seus conflitos mais íntimos. Seria muita limitação entendermos e acreditarmos que só há uma verdade, e esta se encontra dentro daquilo que acreditamos. 

Somos infinitos em nossas vivências enquanto espíritos, até que cheguemos ao nível de evolução espiritual, moral e intelectual que Deus espera de nós. Sendo assim, vamos e precisamos evoluir, crescer, se instruir, à medida que a vida vai acontecendo, considerando o momento e os acontecimentos, bem como, as circunstâncias em que estes acontecem, para encontrarmos o olhar de uma suposta verdade, certamente, que não seja, uma verdade absoluta. A vida pede mais de todos nós!

Portanto, meus amigos, não se acomodem num convencionalismo estereotipado, modulado conforme as convenções da formalidade. 

Exerça o seu direito sobre a Lei de liberdade que nos dá as opções para decidirmos o caminho a seguir, sem ferir os direitos daqueles que compartilhamos da mesma existência.

Muito se fala das crenças, que uma fé diverge da outra, por não se tratar de uma mesma religião. Então eu pergunto, que importa a religião em si, se a pessoa não tiver Deus no coração?  A religião é apenas o meio que o homem se utiliza para sentir Deus. A pessoa espiritualizada não precisa de nenhuma religião para se ligar a Deus.

A ligação espiritual que se busca através das religiões está em Deus, na força suprema que abrange todas as nossas fragilidades, quando buscamos uma religião qualquer. Por isso é imprescindível se abrir ao novo, conhecer para poder ter o direito de escolher aquela com a qual se identifica, aquela que lhe traz maior conforto, aquela que te traz explicações no mínimo racionais da realidade em que vive, aquela ainda que norteia todos os princípios da moralidade que o homem precisa alcançar para sua própria evolução.

Meus amigos, se estiverem felizes nas circunstâncias em que se encontram, permaneçam, mantenham-se firmes nos seus propósitos. Entretanto, se for o contrário, permita-se conhecer  novo, ampliando a sua esfera de compreensão, para que possa ter discernimento nas escolhas acertadas de sua vida. Fiquem com Deus! Alessandra Uzêda



terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Felicidades nesse ano que se inicia!

Queridos Amigos,

Um ano novo se inicia com páginas branquinhas para que possamos continuar a escrever a nossa estória de vida.

Como Deus é generoso conosco! São mais de 360 dias para mudarmos a nossa trajetória de vida, para escolhermos caminhos mais edificantes e seguir, para buscarmos através do amor todo o entendimento, a compreensão e a dedicação ao nosso próximo. 

Comecemos por aquele que se encontra ao nosso lado, estendemos esse amor aos nossos familiares, parentes, amigos e não esqueçais que se não desejar o mal ao seu inimigo já estará demonstrando uma forma de amor para com ele.Por que não desejar o mal implica em agir no bem, retribuir a tudo com a sua bondade e benevolência a exemplo do Pai.

Vamos desenvolver neste ano as virtudes do bem, da bondade e do amor, primeiramente para conosco, e depois para com o próximo porque só podemos oferecer espontaneamente ao outro aquilo que já conquistamos para nós.

Ame-se! Ame-se incondicionalmente, com todas as imperfeições que lhe foram dadas como meio de evoluir para que tudo seja superado nesse ano que apenas se inicia. Não há como dar amor se você não se amar!

Dedique-se! Dedique-se a uma causa maior, de bondade e conquistas que lhe trará como benefício a satisfação da auto-realização. Somente a Caridade pode ascender a chama da auto-realização.

Pratique! Pratique a bondade em todos os seus atos a partir desse ano e verá que a lei do retorno lhe será muito generosa.

Coloque-se! Coloque-se sempre no lugar do outro antes de lhe atribuir qualquer sentimento, ação ou fala. O sentimento emite ondas que sintoniza com a percepção do outro fazendo-o sentir da mesma maneira. A ação impensada faz você cometer abusos, excessos ferindo o seu semelhante. A fala faz você proferir verdades que ferem, que maltratam e que afastam. Sentimento, Ação e Fala são ferramentas de grande importância nas relações interpessoais de todos nós, se mal usadas afastam, agridem e derrotam. Se bem usadas aproximam, acariciam e edificam.

Aprenda! Aprenda a colocar-se como verdadeiro aprendiz...aprendiz do amor, aprendiz do saber, aprendiz do conviver, aprendiz do observar, aprendiz do tolerar, aprendiz do compreender, aprendiz do amor... não há mestres entre os encarnados que nada tenham a aprender. 

Encante-se! Encante-se pela sua vida bem vivida, pela sua saúde com todas as limitações que possam haver, encante-se com a natureza que Deus teve o cuidado de planejar nos mínimos detalhes para que você possa se servir dela. Encante-se pelo viver ainda que tenhamos muitos obstáculos a vencer, os obstáculos que nos foram dados são do tamanho da nossa coragem, da nossa força de vontade, do nosso desejo de evoluir. 

Encante-se! Encante-se pelo renascer da vida mineral quando vemos a água brotar no leito do rio. Encante-se pelo renascer da vida vegetal quando vemos de uma pequena semente brotar da terra um bela planta com o desabrochar de uma flor ou uma linda árvore frutífera que de forma encantadora vem saciar a fome de muitos. 

Encante-se com a vida animal, que mesmo sem a inteligência do homem nos ensina a amor o próximo, a defender os que ama a ser fiel. 

Encante-se com a vida humana, essa fabulosa manifestação de um Deus Único, Onipotente, Onipresente, que está presente desde o momento da concepção da vida até que tenha chegado a hora de retornarmos ao mundo espiritual.

Atente-se! Atente-se ao tempo. Tempo de construir, tempo de transformar as coisas ruins em coisas boas, tempo de construir e crescer, crescer enquanto ser humano, enquanto ser espiritual, enquanto filho de Deus que sois.

Liberte-se! Liberte-se das amarras do passado. Liberte-se das mágoas e dos rancores. Liberte-se dos maus desejos recíprocos e transforme tudo o que possa desejar, em amor, em bondade, em compreensão. 

Apegue-se! Apegue-se somente às coisas boas que a vida lhe traz e que pode sobretudo levar desta vida de encarnado para a vida espiritual. Apegue-se ao desejo constante de aprender, de evoluir e de amar. A única coisa que ninguém pode tirar de você é o conhecimento que se adquire e o amor que se conquista para toda a vida.

Desapegue-se! Desapegue-se de tudo que te leva à infelicidade. Viver a lembrança de um passado mal resolvido faz você desperdiçar aquela nova página que Deus lhe concedeu para reconstruir a sua vida. Desapegue-se de tudo o que é de material , o ciclo da vida exige de nós  a reciclagem de todas as coisas materiais, pois que as mesmas têm vida útil ao contrário do que lhe é espiritual.

Aprenda a viver! Aprenda  a viver com o seu irmão ainda que ele lhe causa transtornos. Aprenda a viver com as negativas do trabalho ainda que esta situação lhe traga limitações financeiras. Aprenda a viver dentro de suas possibilidades sem desperdiçar uma vida inteira desejando a vida do outro. Aprenda a viver o verdadeiro amor, amor de mãe, amor de pai, amor de filho, amor entre o homem e a mulher que propicia a continuidade da humanidade, escola da vida espiritual indispensável ao nossa evolução enquanto ser espiritual que somos. Amor que possibilita a reencarnação tão desejada por todos os irmãos desencarnados que necessitam dessa nova chance para evoluir. Aprenda a resistir com dignidade e determinação a todas as provas que a vida lhe impõe como meio de testar a sua perseverança, o seu comprometimento, a sua moral, o seu verdadeiro sentimento.

Livre-se! Livre-se dos rótulos! Os rótulos das religiões, os rótulos que engessam a sua capacidade de raciocinar dentro de uma lógica racional, dentro da razão e do bom senso. Os rótulos que engessam sua percepção do todo, que direciona a sua vida a um único caminho livre de escolhas.  Deus concedeu a todos o livre-arbítrio para que possam escolher os próprios caminhos. É preciso raciocinar e dentro de uma postura de equilíbrio e bom senso, construir suas próprias ideias para daí fazer as suas escolhas ao invés de aceitar uma ideia pré-concebida imposta por rótulos criados pelos homens. O caminho certo é subjetivo, depende das verdadeiras intenções, do verdadeiro sentimento que se coloca no agir, depende do amor que se coloca naquilo que se faz, depende do uso da liberdade de agir, de pensar e liberdade para construir. Um caminho engessado, pré-determinado por rótulos não poderá levar igualmente todos a um bom lugar porque nem sempre o que é bom pra um pode ser bom para o outro. Abuse de seu livre-arbítrio com a sabedoria que Deus lhe deu. Sabedoria para fazer boas escolhas, para perceber que essas escolhas são limitadas não por rótulos mas perceber que essas escolhas devem ser analisadas do ponto de vista do limite de seu próximo, pois que o seu direito termina quando o do outro começa. Avalia portanto, que se o caminho escolhido for causar algum tipo de dano ou sofrimento a outrem, deverá recuar e repensar outro meio de seguir afim de que não se endivide com o seu próximo. Utiliza a sabedoria da água que ao encontrar grandes obstáculos procura outro caminho a seguir.

Vive Feliz, porque Deus nos fez seus filhos para sermos verdadeiramente felizes.

-Por Alessandra Uzêda





domingo, 9 de novembro de 2014

IV- Liberdade de Consciência - O Livro dos Espíritos, Allan Kardec-LIVRO TERCEIRO -CAPÍTULO X -LEI DE LIBERDADE

LIVRO TERCEIRO
AS LEIS MORAIS
CAPÍTULO X -  LEI DE LIBERDADE
IV-       Liberdade de Consciência
(Questões 835 à 842)
A consciência é um pensamento íntimo, que pertence ao homem como todos os outros pensamentos.

O homem tem o direito de pôr entraves à liberdade de consciência porém não mais do que à liberdade de pensar, porque somente a Deus pertence o direito de julgar a consciência. Se o homem regula, pelas suas leis, a relação de homem para homem, Deus, por suas leis naturais, regula as relações do homem com Deus.

O resultado dos entraves à liberdade de consciência é constranger os homens a agir de maneira diversa ao seu modo de pensar, o que é torná-los hipócritas. A liberdade de consciência é uma das características da verdadeira civilização e do progresso.

Toda crença é respeitável quando é sincera e conduz à prática do bem. As crenças reprováveis são as que conduzem ao mal.

Somos repreensíveis por escandalizar em sua crença aquele que não pensa como nós e isso é faltar com a caridade e atentar contra a liberdade de pensamento.

Opor entraves às crenças que podem perturbar a sociedade podem reprimir-se os atos, mas a crença íntima é inacessível.

Comentário de Kardec: Reprimir os atos externos de uma crença, quando esses atos acarretam qualquer prejuízo aos outros, não é atentar contra a liberdade de consciência porque essa repressão deixa à crença sua Inteira liberdade.

Podemos e devemos, por respeito à liberdade de consciência, deixar que se propaguem as doutrinas perniciosas ou podemos, sem atentar contra essa liberdade, procurar conduzir para o caminho da verdade os que se desviaram para falsos princípios; mas ensinai, a exemplo de Jesus, pela doçura e persuasão e não pela força, porque seria pior que a crença daquele a quem desejásseis convencer.

 Se há alguma coisa que possa ser imposta é o bem e a fraternidade, mas não acreditamos que o meio de fazê-lo seja a violência: a convicção não se impõe.

Para que a doutrina tenha a pretensão de ser única expressão da verdade, devemos reconhecer que essa deverá ser a que produza mais homens de bem e menos hipócritas quer dizer, que pratiquem a lei de amor e caridade na sua maior pureza e na sua aplicação mais ampla. Por esse sinal reconhecereis que uma doutrina é boa, pois toda doutrina que tiver por consequência semear a desunião e estabelecer divisões entre os filhos de Deus só pode ser falsa e perniciosa.


III- Liberdade de Pensamento- O Livro dos Espíritos, Allan Kardec-LIVRO TERCEIRO -CAPÍTULO X -LEI DE LIBERDADE

LIVRO TERCEIRO
AS LEIS MORAIS
CAPÍTULO X -  LEI DE LIBERDADE
III-       Liberdade de Pensamento
(Questões 833 à 834)


 Há no homem qualquer coisa que escape a todo o constrangimento, e pela qual ele goze de uma liberdade absoluta isto é o pensamento. Pelo pensamento que o homem goza de uma liberdade sem limites, porque o pensamento não conhece entraves. Pode-se impedir a sua manifestação, mas não aniquilá-lo.

O homem é responsável pelo seu pensamento perante Deus. Só Deus, podendo conhecê-lo, condena-o ou absolve-o, segundo a sua justiça.


II- Escravidão - O Livro dos Espíritos, Allan Kardec-LIVRO TERCEIRO -CAPÍTULO X -LEI DE LIBERDADE

LIVRO TERCEIRO
AS LEIS MORAIS
CAPÍTULO X -  LEI DE LIBERDADE
II-         Escravidão
(Questões 829 à 832)

  Não há homens naturalmente destinados a ser propriedade de outros homens, pois que toda sujeição absoluta de um homem a outro é contrária à lei de Deus.

A escravidão é um abuso da força que desaparecerá com o progresso, como pouco a pouco desaparecerão todos os abusos.

Comentário de Kardec: A lei humana que estabelece a escravidão é uma lei contra a natureza, pois assemelha o homem ao bruto e o degrada moral e fisicamente.

Quando a escravidão pertence aos costumes de um povo, são repreensíveis os que a praticam, ainda que sigam um uso que lhes parece natural, pois o mal é sempre o mal. Todos os vossos sofismas não farão que uma ação má se torne boa. Mas a responsabilidade do mal é relativa aos meios de que dispondes para o compreender.

Aquele que se serve da lei da escravidão é sempre culpável de uma violação da lei natural; mas nisso, como em todas as coisas, a culpabilidade é relativa. Sendo a escravidão um costume entre certos povos, o homem pode praticá-la de boa-fé, como uma coisa que lhe parece natural. Mas desde que a sua razão, mais desenvolvida e sobretudo esclarecida pelas luzes do Cristianismo, lhe mostrou no escravo um seu igual perante Deus, ele não tem mais desculpas.

A desigualdade natural das aptidões coloca certas raças humanas sob a dependência das raças inteligentes, para as elevar e não para as embrutecer ainda mais na escravidão.

Os homens têm considerado, há muito, certas raças humanas como animais domesticáveis, munidos de braços e de mãos, e se julgaram no direito de vender os seus membros como bestas de carga. Consideram-se de sangue mais puro. Insensatos, que não enxergam além da matéria! Não é o sangue que deve ser mais ou menos puro, mas o Espírito.

Aqueles homens que tratam os seus escravos com humanidade, que nada lhes deixam faltar e pensam que a liberdade os exporia a mais privações, digo que compreendem melhor os seus interesses. Eles têm também muito cuidado com os seus bois e os seus cavalos, a fim de tirarem mais proveito no mercado. Não são culpados como os que os maltratam, mas nem por isso deixam de usá-los como mercadorias, privando-os do direito de se pertencerem a si mesmos.


I- Liberdade Natural - O Livro dos Espíritos, Allan Kardec-LIVRO TERCEIRO -CAPÍTULO X -LEI DE LIBERDADE

LIVRO TERCEIRO
AS LEIS MORAIS
CAPÍTULO X -  LEI DE LIBERDADE
I-           Liberdade Natural
(Questões 825 à 828)

Não há posições no mundo em que o homem possa gabar-se de gozar de uma liberdade absoluta, porque vós todos necessitais uns dos outros, os pequenos como os grandes.

A condição com que o homem pudesse gozar de liberdade absoluta é a do eremita no deserto. Desde que haja dois homens juntos, há direitos a respeitar e não terão eles, portanto, liberdade absoluta.

A obrigação de respeitar os direitos alheios não tira ao homem o direito de se pertencer a si mesmo, pois esse é um direito que lhe vem da natureza.

Para conciliar as opiniões liberais de certos homens com o seu frequente despotismo no lar e com os seus subordinados, deve-se compreender que  possuem a compreensão da lei natural, mas contrabalançada pelo orgulho e pelo egoísmo. Sabem o que devem fazer, quando não transformam os seus princípios numa comédia bem calculada, mas não o fazem.

Os princípios que professaram nesta vida lhes serão levados em conta na outra. Porém quanto mais inteligência tenha o homem para compreender um princípio, menos escusável será de não o aplicar a si mesmo. Na verdade, vos digo que o homem simples, mas sincero, está mais adiantado no caminho de Deus do que aquele que aparenta o que não é.


sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Sábias Palavras - do Livro Dor Causa & Efeito de Lívia Pereira Santos

Sábias Palavras

“Dor que redime, que liberta:
libertação pelo autoconhecimento,
 pela serenidade que decorre da aceitação dos sofrimentos como cadinho purificador e eleva a alma às culminâncias celestes.”


Marilene Sampaio de Souza

Livro: Dor Causa & Efeito

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

LEIS MORAIS - Leitura que capacita você para a vida! Pense nisso! Leiam a íntegra.

7.     Lei de Sociedade (Questão 766 até 775)

Fala da Necessidade da vida social, pois que Deus fez o homem para viver em sociedade; trata da Vida de Isolamento, voto de silêncio, como uma satisfação egoísta; trata dos Laços de Família como uma necessidade ao progresso. Os liames sociais são necessários ao progresso e os laços de família resumem os liames sociais; eis porque eles constituem uma lei natural. Deus quis que os homens, assim, aprendessem a amar-se como irmãos.

8.     Lei de Progresso (Questão 776 até 802)

Faz distinção entre o Estado Natural, que é o estado primitivo e a Lei Natural, que contribui para o progresso da humanidade; Fala da Marcha do Progresso individual dos homens, cada qual a seu tempo e de forma diferenciadas; dos Povos degenerados, convulsionados pela barbárie vão se aniquilando corporalmente, dia a dia; fala das Civilização dos Homens como um Progresso incompleto, pois que o homem não passa subitamente da infância à maturidade; trata do Progresso da Legislação Humana, que tendo sido feita pelos mais fortes, recai no favoritismo beneficiando a uns em detrimento de outros; trata da influência do Espiritismo no Progresso sobre o qual Kardec afirma que Certamente ele se tomará uma crença comum e marcará uma nova era na História da Humanidade, porque pertence à Natureza e chegou o tempo em que deve tomar lugar entre os conhecimentos humanos.



9.     Lei de Igualdade (Questão 803 até 824)

Trata da igualdade natural sobre a qual Kardec diz que todos os homens são submetidos às mesmas leis naturais, todos nascem com a mesma fragilidade, estão sujeitos às mesmas dores e o corpo do rico se destrói como o do pobre. Deus não concedeu, portanto, superioridade natural a nenhum homem, nem pelo nascimento, nem pela morte: todos são iguais diante dele; fala das desigualdades de aptidões na Deus criou todos os Espíritos iguais, mas cada um deles viveu mais ou menos tempo, e por conseguinte realizou mais ou menos aquisições; a diferença está no grau de experiência e na vontade, que é o livre-arbítrio; afirma categoricamente que as Desigualdades Sociais é obra do homem e não de Deus; trata das desigualdades das riquezas nas suas mais diversas origens; fala das Provas da Riqueza e da Pobreza, e de seus respectivos perigos, pois a miséria provoca a lamentação contra a  Providência; a riqueza leva a todos os excessos. Fala da Igualdade dos Direitos do Homem e da Mulher, pois que Deus deu a ambos a inteligência do bem e do mal e a faculdade de progredir. Todos são iguais perante a Deus; Igualdade perante o Túmulochama a atenção para o orgulho parental no ato de perpetuar a memória dos seus.


10.  Lei de Liberdade (Questão 825 até 872)

Trata da Liberdade Natural como a do a do eremita no deserto. Desde que haja dois homens juntos, há direitos a respeitar e não terão eles, portanto, liberdade absoluta; Fala da Escravidão, e afirma que toda sujeição de um homem a outro é contrária a Lei de Deus; da Liberdade de Pensamento sobre a qual o homem goza de uma liberdade sem limites, porque o pensamento não conhece entraves. Pode-se impedir a sua manifestação, mas não aniquilá-lo. O homem é responsável perante Deus. Só Deus, podendo conhecê-lo, condena-lo ou absolve-lo, segundo a sua justiça; fala da Liberdade da Consciência como sendo um pensamento íntimo, que pertence ao homem como todos os outros pensamentos. Trata do Livre-Arbítrio como meio de pensar e agir; Fala da Fatalidade, no verdadeiro sentido da palavra, só o instante da morte. Chegando esse momento, de uma forma ou de outra, a ele não podeis furtar- vos. Assim, qualquer que seja o período que nos ameace, não morreremos se a nossa hora não chegou, e tens destes milhares de exemplos. Mas quando chegar a tua hora de partir, nada te livrará; fala sobre o Conhecimento do Futuro pelo homem. Em princípio o futuro lhe é oculto e só em casos raros e excepcionais Deus lhe permite a sua revelação. Faz um Resumo Teórico do Móvel das Ações Humanas e explica que a questão do livre-arbítrio pode resumir-se assim: o homem não é fatalmente conduzido ao mal; os atos que pratica não “estavam escritos”; os crimes que comete não são o resultado de um decreto do destino Ele pode como prova e expiação, escolher uma existência cm que se sentirá arrastado para o crime, seja pelo meio em que estiver situado, seja pelas circunstâncias supervenientes. Mas será sempre livre de agir como quiser. Assim, o livre-arbítrio existe, no estado de Espírito, com a escolha da existência e das provas; e, no estado corpóreo, com a faculdade de ceder ou resistir aos arrastamentos a que voluntariamente estamos submetidos. Cabe à educação combater as más tendências, e ela o fará de maneira eficiente quando se basear no estudo aprofundado da natureza moral do homem. Pelo conhecimento das leis que regem essa natureza moral, chegar-se-á a modificá-la, como se modificam a inteligência pela instrução e as condições físicas pela higiene.

11.  Lei de Justiça, Amor e Caridade (Questão 873 até 892)


Mostra que o Sentimento de Justiça é natural ao homem, posto que Deus o pôs em seu coração; fala do Direito de Propriedade, Roubo, com ênfase no Direito de Viver. Deus disse: “Não roubarás” e Jesus disse: “Dái a César o que é de César”. Aquilo que o homem ajunta por um trabalho honesto é propriedade legítima, afirma Kardec; Kardec fala sobre a Caridade e Amor ao Próximo, como complemento da lei de justiça, porque amar ao próximo é fazer-lhe todo o bem possível, que desejaríamos que nos fosse feito. Tal é o sentido das palavras de Jesus: “Amai-vos uns aos outros, como irmãos”, por fim Amor Maternal e Filial, dado ao homem, e que persiste por toda vida e comporta um devotamento e uma abnegação que constituem virtudes; sobrevive mesmo à própria morte, acompanhando o filho além da tumba.