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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

A VINGANÇA DEVE EXTINGUIR-SE DE NOSSOS CORAÇÕES

"A vingança é um dos últimos resíduos dos costumes bárbaros, que tendem a desaparecer entre os homens. Ela é como o duelo, um dos derradeiros vestígios daqueles costumes selvagens em que se debatia a humanidade no começo da era cristã. Por isso, a vingança é um índice seguro de atraso dos homens que a ela se entregam, e dos espíritos que ainda podem inspirá-la. 

Portanto meus amigos, esse sentimento jamais deve fazer vibrar o coração de quem quer que se diga  e se afirme espírita, Vingar-se é ainda, vós o sabeis, de tal maneira, contrário a este preceito do Cristo: "Perdoais aos vossos inimigos, que aquele que se recusa a perdoar não somente não é espírita, como também não é cristão."

domingo, 12 de outubro de 2014

VI- Duelo- O Livro dos Espíritos, Allan Kardec -AS LEIS MORAIS CAPÍTULO VI- LEI DE DESTRUIÇÃO

LIVRO TERCEIRO
AS LEIS MORAIS
CAPÍTULO VI- LEI DE DESTRUIÇÃO
VI- Duelo
(Questão 757 a 759)

O duelo não pode ser considerado como um caso de legítima defesa; é um assassínio e um costume absurdo, digno dos bárbaros.
 Numa civilização mais avançada e mais moral, homem compreenderá que o duelo é tão ridículo quanto os combates de antigamente encarados como o juízo de Deus.
 
O duelo é considerado como um assassínio por parte, pois que é um suicídio.
E quando as probabilidades são iguais, é um assassínio e um suicídio.                        
       
Comentário de Kardec: Em todos os casos, mesmo naqueles em que as possibilidades são iguais, o duelista é culpável porque atenta friamente e com propósito deliberado contra a vida de seu semelhante; em segundo lugar, porque expõe a sua própria vida inutilmente e sem proveito para ninguém.

O valor do que se chama o ponto de honra em matéria de duelo é o orgulho e a vaidade, duas chagas da Humanidade.

Os casos em que a honra está verdadeiramente empenhada e a recusa seria uma covardia depende dos costumes e dos usos. Cada país e cada século têm a respeito uma maneira diferente de ver. Quando os homens forem melhores e moralmente mais adiantados, compreenderão que o verdadeiro ponto de honra está acima das paixões terrenas e que não é matando ou se fazendo matar que se repara uma falta.

Comentário de Kardec: Há mais grandeza e verdadeira honra em se reconhecer culpado, quando se erra, ou em perdoar, quando se tem razão; e em todos os casos, em não se dar  importância aos insultos que não podem atingir-nos.


domingo, 9 de março de 2014

O Evangelho Segundo o Espiritismo, allan Kardec- CAPÍTULO XII: AMAI OS VOSSOS INIMIGOS- O DUELO


CAPÍTULO XII

AMAI OS VOSSO INIMIGOS

Pagar o mal com o bem. – Os inimigos desencarnados. – Se alguém vos bate a face direita, apresentai-lhe também a outra. – Instruções dos Espíritos: A vingança – O ódio – O duelo.

O DUELO

 “Só e verdadeiramente grande, aquele que considerando a vida como uma viagem que deve conduzi-lo a um objetivo, faz pouco caso das asperezas do caminho e não se deixa desviar um instante do caminho reto.”

Há crime no Homicídio pelo duelo:

·       A Legislação o reconhece.

·       Ninguém tem o direito em nenhum caso de atentar contra a vida de seu semelhante, senão a Natureza somente.


“Enquanto uma gota de sangue humano correr sobre a Terra pela mão dos homens, o verdadeiro reino de Deus não terá ainda chegado, esse reino de pacificação e amor que deve banir para todo o sempre do vosso globo a ANIMOSIDADE, a DISCÓRDIA e a GUERRA. Então a palavra DUELO não existirá mais em vossa língua senão como uma longínquo e vaga lembrança de um passado que se foi.”
-Palavras proferidas pelo Espírito ADOLPHO, bispo de Argel, Marmande, 1861.

O DUELO...

·       Pode ser uma prova de coragem física, de desprezo pela vida, é a prova de uma covardia moral, assim como no suicídio.

·       Para o duelista emérito, é uma assassinato cometido a sangue frio, com toda a premeditação desejada.

·       Para o adversário, quase certo de sucumbir pela sua fraqueza, é um suicídio cometido com a mais fria reflexão.


“Como o suicida, o duelista estará marcado com sague quando chegar a Deus e, a um e a outro, o Soberano Juiz prepara longos e rudes castigos...a pena será bem mais severa para aquele que apareça diante dele com as mãos vermelhas de sangue de seu irmão!”

-Palavras proferidas pelo Espírito SANTO AGOSTINHO, Paris, 1862.

“Quando a caridade for a regra de conduta dos homens, eles conformarão seus atos e suas palavras a esta máxima: “Não façais aos outros o que não quiserdes que vos façam; então sim, desaparecerão todas as causas de dissensões e, com elas, as do duelo e das guerras, que são os duelos de povo a povo. (FRANCISCO XAVIER, Bordéus, 1861).