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segunda-feira, 20 de abril de 2020

Cap.1 - Teu Livro - Francisco Cândido Xavier


"* A existência na Terra é um livro que estás escrevendo... "
- Nunca perca de vista que é o livro de sua própria vida!
"* Cada dia é uma página..."
- Cada novo dia, uma página em branco para consertar o que errou, e fazer uma nova história.
"* Cada hora é uma afirmação de tua personalidade, através das pessoas e das situações que te buscam. "
- Cada hora é oportunidade de evoluirmos através das relações interpessoais e no contexto em que essas relações acontecem.
"* Não menosprezes o ensejo de criar uma epopeia de amor em torno de teu nome."
- Coloque amor em tudo aquilo com o qual está envolvido, em seu cotidiano.
"* As boas obras são frases de luz que endereças à Humanidade inteira."
- Seja exemplo e modelo para aqueles que ainda estão no aprendizado.
"* Em cada resposta aos outros, em cada gesto para com os semelhantes, em cada manifestação dos teus pontos de vista e em cada demonstração de tua alma, grafas com tinta perene, a história de tua passagem. "
- Nada acontece sem a permissão de deus e ninguém cruza seu caminho por acaso. Há aí um propósito maior de construção de sua história evolutiva.
"* Nas impressões que produzes, ergue-se o livro dos teus testemunhos."
- Não percas a oportunidade de dividir suas experiências já vividas.
"* A morte é a grande colecionadora que recolherá as folhas esparsas de tua biografia, gravada por ti mesmo, nas vidas que te rodeiam."
- A morte é apenas uma passagem cujo espírito carregará consigo todas as páginas escritas na biografia dessa encarnação.
"* Não desprezes a companhia da indulgência, através da senha que o Senhor te deu a trilhar."
- A indulgência para consigo, e a indulgência, sobretudo, para com o outro, compreendendo e perdoando os seus erros, e erros alheios, respectivamente.
"* Faze uma área de amor ao redor do próprio coração, porque só o amor é suficientemente forte e sábio para orientar-te a escritura individual, convertendo-a em compêndio de auxílio e esperança para quantos te seguem os passos. "
- O amor é o único sentimento global e universal capaz de aceitar,compreender, perdoar e cuidar.
"* Vive com Jesus, na intimidade do coração, não te afastes dEle em tuas ações de cada dia e o livro de tua vida, converter-se-á num poema de felicidade e num tesouro de bênçãos. "
- É tempo de vivenciarmos o Evangelho do Cristo, cujos ensinamentos desenham o caminho da felicidade.

Fonte:
Livro: Mãos Unidas. 
Autor: Francisco Cândido Xavier
Autor Espiritual: Emmanuel

Interpretação: Alessandra Uzêda

terça-feira, 18 de junho de 2019

Salve a luz da vida! - Essa poesia se refere às mais de 1000 crianças mortas na guerra da Síria em 2018.


Salve a luz da vida
Da criança ainda perdida
Salve a energia da pureza
Mesmo diante de tanta brabeza
Salve a inocência da criança
Mesmo adulta em construção
para que quando na idade adulta
Consciente de seus compromissos
Possam não fugir à luta.

Salve a luz da vida
Que ilumina aquele que caminha
Na busca do entendimento
De uma vida em construção.
Salve a formosura,
E porque não a candura
Salve a criança pura
Mesmo ainda imatura.

Salve Jesus, Salve,
Que acolhe com seu amor
Todos os pequeninos seres
Que este mundo deixou. Salve!

Em 12 de Março de 2018

 Espírito Irmã Ana Rosa, uma Carmelita de pés descalços
Psicografia de Alessandra Uzêda



  

terça-feira, 7 de agosto de 2018

O CONSOLO DO EVANGELHO! - Pérolas de Ana Rosa



Quando a angústia chegar
Apertando o seu coração
Busca no Evangelho
A verdadeira consolação.

Quando o desânimo te alcançar
Paralisando suas ações
Trata de encontrar
No ânimo firme do Evangelho
A vontade de realizar.
                                                                                                                          
Quando o Vitimismo te fragilizar
Deixando-o inerte diante do outro
Busca a luz do Evangelho
E perceba o quão belo
É o ser que habita em ti.

Quando a desesperança chegar
E não conseguires mais imaginar
Soluções para tuas aflições,
Abre o evangelho de Jesus,
Que está cheio de consolações.

Quando o autoabandono te alcançar
E você não mais quiser se cuidar
Abre o evangelho de Jesus
E sente Sua presença ao teu lado
Só querendo te adorar.

E quando a vida física te cessar
E sua consciência despertar
Vive e entrega-te à vida do espírito
Que Jesus está a te esperar.

Fiquem com Deus!



          Em 06 de agosto  de 2018
         Espírito Irmã Ana Rosa
   Psicografia de Alessandra Uzêda

sábado, 2 de junho de 2018

MORTE?

E  o que é a morte quando nesta vida não temos sorte?
Uma passagem
Uma despedida
Apenas mais uma ida
 De uma nova vida vivida
Correndo, atropelando, levando
Segundo a correnteza dos dias
Sem ao menos buscar o  guia
Através do qual todos nós chegaria.
A uma grande pradaria
De energias restauradoras
 Para que nas lutas de nossos dias
Possamos todos com sabedoria
Despertar nossas consciências
Para o fato de que só há vida
Seja na Terra ou na Erraticidade
 Para ser vivida em ambos lugares
Sempre com a alegria
De ter Jesus no coração
Eis o grande guia.

E o que é a morte senão um estado de euforia?
Pois quando nos deparamos
Com a realidade da espiritualidade
Que norteia os nossos caminhos
Em luz, amor e bondade
Fazendo-o sentir-se acolhido e amado
Mas para isso, basta se permitir,
Permitir ainda em vida
O contato com a espiritualidade amiga
Para que nos dia de sua partida
Não leve em seu coração
As angústias da despedida
Consolando ainda seus familiares
Que aqui sofrem pela saudade
Sabendo que logo logo
Mais tarde, retornarás entre eles,
Para dar seguimento à sua caminhada.

E o que é a vida com a sorte de 
quem põe Jesus no caminho e segue Deus no coração?

Em 13/03/2017
Espírito Irmã Ana Rosa, uma carmelita de pés descalços
Psicografia de Alessandra Uzêda

quinta-feira, 31 de maio de 2018

A VIDA É ETERNA E VOCÊ VIVERÁ PARA SEMPRE!

 A imortalidade da alma nos faz crer diante das tantas evidências que o exercício cotidiano da doutrina espírita, que a vida segue muito além do corpo físico.

O Espírito Emmanuel nos convida a meditar a morte, honrando o corpo carnal em que nosso espírito se hospeda pela presente encarnação.

É meditando na morte que, descobrirás com freqüência os que fazem ironia em torno da fé; os que se referem à virtude como sendo uma farsa; os que falam de corrida ao poder, calcando aos pés o coração dos semelhantes; os que zombam da lealdade e os que improvisam redutos de fantasioso prazer, argamassando-os com o pranto das viúvas e dos órfãos. 

Este não deve ser o padrão moral no qual devemos nos espelhar, tendo em vista que cada um prestará contas de si próprio no momento oportuno. Persiste na reta consciência e fazei teu melhor. 


Dos Planos Superiores, os amigos que te antecederam na Pátria Espiritual:
  •  acompanham-te os triunfos ignorados pelos homens e abençoam-te o suor da paciência nas lutas necessárias; 
  • encorajam-te na causa do amor puro e sustentam-te as energias para que as tuas esperanças não desfaleçam; 
  • comungam-te as alegrias e as dores, ensinando-te a semear a felicidade nos outros, para que recolhas a felicidade maior; 
  • se tropeças estendem-te os braços e, se choras, enxugam-te as lágrimas; 
  • sobretudo, esperam-te, confiantes, quando termines a tarefa, para te abraçarem, afetuosos, com a alegria de quem recebe um companheiro querido, de volta ao lar. 
"Persevera no bem, sabendo que viverás pra sempre. E, se te sentires sozinho na fé, lembra-te de Jesus. Um dia, ele esteve abandonado e crucificado no alto de uma colina, contemplando amigos desertores e algozes gratuitos, beneficiários ingratos e adversários inconscientes... Na conceituação humana, estava plenamente sozinho; contudo, Ele com Deus e Deus com Ele formavam maioria, ante a multidão desvairada. "

Livro: Justiça Divina
Autor: Francisco Cândido Xavier
Espírito: Emmanuel

RETORNO À PÁTRIA ESPIRITUAL

Sabemos que somos Espíritos encarnados, vivendo as experiências desta vida, e que, cumprindo a programação de nossa encarnação, retornaremos à pátria espiritual.  

A questão é como se sente os Espíritos que retornam à pátria espiritual, após a morte do corpo físico?

Segundo Emmanuel, em o livro Justiça Divina, de Francisco Cândido Xavier, o Espírito ao retornar para a vida espiritual, vivencia: 
  1. A Emoção do reencontro daqueles que lhes são afins.
  2. A Alegria da redescoberta de si e da própria vida espiritual.
Contudo, vivencia uma série de conflitos antagônicos, que os colocam em situação de fragilidade emocional, tais como diz Emmanuel:
  1. Por fora o carinho que nos reúne.
  2. Por dentro o remorso que nos fustiga.
  3. Vanguarda que fulgura.
  4. Retaguarda que obscurece.
  5. Êxtase e dor.
  6. Esperança e arrependimento.
Muitos sentem-se envergonhados diante daqueles que os encorajam ao acerto, quando tomam consciência do dever nem sempre cumprido quando encarnado. Com isso, acabam buscando o recomeço, através de uma nova encarnação.

Afim de que não desperdicemos nossas atuais encarnações, o Espírito Emmanuel nos sugere:

" Agradece, assim, o lugar de prova em que te situas.
Corpo doente, companheiro difícil, parente complexo, chefe amargo e dificuldade constante são oportunidades que se renovam.
Todo título exterior é instrumentação de serviço.
A existência terrestre é o bom combate.
Defeito e imperfeição, débito e culpa são inimigos que nos defrontam.
Aperfeiçoamento individual é a única vitória que não se altera.
E, em toda parte, o verdadeiro campo de luta somos nós mesmos."


domingo, 1 de abril de 2018

MORTES SÚBITAS

As mortes súbitas representam duro golpe para os amigos e familiares do falecido. Mas servem também de advertência. 

Se é bem verdade que devemos viver a vida com alegria e boa disposição, mesmo sob os golpes de provas e dificuldades, nem por isso devemos nos esquecer de que não somos do mundo. Sim, a verdade final é que não pertencemos ao mundo terreno, material. Passamos rapidamente por aqui e seguimos o nosso caminho espiritual. 

A morte, segundo dizia o filósofo alemão Martin Heidegger, é o momento em que o ser se completa.

No Espiritismo não é o ser, mas a existência que se completa com a morte. Cada vida terrena, cada existência do homem na Terra é um processo que se inicia no berço e se encerra no túmulo. Bem o dizem as Filosofias da Existência: o homem é um projeto. Uns chegam rápido ao alvo através da morte súbita, outros o atingem mais lentamente, mas todos terão de alcançá-lo, mais hoje, mais amanhã. Inútil, pois, nos assustarmos ou aturdirmos com o fenômeno da morte, que não é mais do que um fenômeno biológico. 

Tudo o que vive, morre. Tudo e não apenas o homem. Alguns acreditam que a morte súbita é perigosa. Kardec morreu assim, em pleno trabalho. Quando a criatura viveu bem a morte súbita é boa, é uma libertação imediata do espírito. Quando a criatura não soube viver a morte é sempre difícil, representa uma crise na vida do espírito. E viver bem, no caso é cumprir os deveres que cabem ao homem na Terra, não se apegar às coisas materiais, como ensina o Evangelho. Viver bem, dizia o místico indiano Ramakrishna, é viver como a ama de leite na casa do patrão. Viver sabendo que a casa e as pessoas não nos pertencem. 

Só o Espiritismo, até hoje, entre todas as doutrinas filosóficas, religiosas e científicas, pesquisou objetivamente o fenômeno da morte e pode esclarecê-lo. Muitas pessoas não acreditam nisso.Acham que os espíritas são uns lunáticos, o que agora até não é mau, pois a lua também está prestes a ser conquistada. 

Essas pessoas não conhecem a doutrina e não sabem que ela se baseia em pesquisas científicas das mais rigorosas. Os que quiserem saber o que é a morte, como ela se processa e o que ela representa para o homem não têm outro caminho a seguir senão estudar o Espiritismo. E isso não custa muito, pois o Espiritismo nem sequer exige que os que o estudam se tornem espíritas. 

Livro: O homem novo
Autor: José Herculano Pires

sábado, 8 de julho de 2017

A morte??? - Espírito Ana Rosa

E  o que é a morte
Quando nesta vida não temos sorte
Uma passagem
Uma despedida
Apenas mais uma ida
 De uma nova vida vivida
Correndo, atropelando, levando
Segundo a correnteza dos dias
Sem ao menos buscar o  guia
Através do qual todos nós chegaria.
A uma grande pradaria
De energias restauradoras
 Para que nas lutas de nossos dias
Possamos todos com sabedoria
Despertar nossas consciências
Para o fato de que só há vida
Seja na Terra ou na Erraticidade
 Para ser vivida em ambos lugares
Sempre com a alegria
De ter Jesus no coração
Eis o grande guia.

E o que é a morte
Senão um estado de euforia
Pois quando nos deparamos
Com a realidade da espiritualidade
Que norteia os nossos caminhos
Em luz, amor e bondade
Fazendo-o sentir-se acolhido e amado
Mas para isso, basta se permitir,
Permitir ainda em vida
O contato com a espiritualidade amiga
Para que nos dia de sua partida
Não leve em seu coração
As angústias da despedida
Consolando ainda seus familiares
Que aqui sofrem pela saudade
Sabendo que logo logo
Mais tarde, retornarás entre eles,
Para dar seguimento à sua caminhada.

E o que é a vida com sorte
De quem põe Jesus no caminho
E segue com Deus no coração?

Em 13/03/2017
Espírito Irmã Ana Rosa, uma carmelita de pés descalços

Psicografia de Alessandra Uzêda

domingo, 2 de julho de 2017

ARABESCOS - Gotas de Luz - Francisco Cândido Xavier - Espírito Casimiro da Cunha

 Embora a crítica azeda, 
Atende ao dever cristão. 

A inveja combate sempre 
O esforço da elevação. 

Ilumina a própria senda, 
Faze -te sábio e melhor. 
De todos os males juntos 
A ignorância é o maior. 

A fortuna, muitas vezes, 
É neblina deletéria. 
A riqueza sem virtude 
É mais triste que a miséria. 

Não te esqueças da verdade, 
Recorda que para a morte 
Não vale bolsa repleta, 
Nem existe casa forte. 

Trabalha, constantemente, 
Firme e fiel ao teu posto. 
Descanso desnecessário 
E’ plantação de desgosto. 

Ao despeito envenenado 
A retidão não se rende. 
De pessoa desbriada 
O insulto não ofende. 

Dos vermes de ruína e morte, 
Que atacam o fruto e a flor, 
O mais cruel é a preguiça 
Que mora no lavrador. 

Respeita a moderação. 
Quem com pouco se compraz, 
Entre as bênçãos da alegria, 
Serve muito e vive em paz.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Perda de um Amigo!

Quando um amigo se vai,
Logo vem a tristeza,
Mas sabeis que a vida continua
Na direção da verdadeira realeza.

Cultiva a alegria sempre,
Mesmo nos momentos de tristeza,
Para que as lágrimas de seus  olhos,
Sejam apenas de alegrias.

A luta pelo desprendimento,
É um constante sofrimento,
Porque sabemos é verdade,
Que o apego está tão enraizado,
Que o homem ainda materializado,
Não consegue discernir com serenidade,

Aquilo que vem da Espiritualidade.



 Espírito Irmã Ana Rosa
Uma Carmelita de Pés Descalços
Psicografia de Alessandra Uzêda
30 de outubro de 2016

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Já ouviu falar em TEIAS VIBRACIONAIS?

TEIAS VIBRACIONAIS
Medos & Chacras

As teias vibracionais são a atmosfera mental criada para aquele ambiente, pelas pessoas que se relacionam, em conjunto com os sentimentos e atitudes de todos.

Ocorre no lar, no trabalho, numa cidade, etc. Onde há gente se relacionando existe uma identidade astral com características e naturezas particulares.

Todo e qualquer tipo de relacionamento, em dupla ou coletivos, criam essas teias vibracionais.

Dr. Inácio Ferreira ensina que há 3 tipos de teias vibracionais no Planeta Terra, nesse período de Transição Planetária:

1. A energia da VIOLÊNCIA
2. A mordaça do MEDO
3. O fluxo do DESEJO DE PAZ

O sentimento de MEDO é o predominante na Terra, dentro e fora da matéria física, isto é, entre encarnados e desencarnados.

  • O medo é um sentimento de evolução, e portanto, necessário. 
  • Sua origem está no apego às posses que é a base emocional dessa emoção.
O medo de perder ou o medo de quem possui é o que mais atinge a mente humana. Exemplo:

  • Medo de perder a vida;
  • Medo de perder a segurança;
  • Medo de perder as pessoas que ama;
  • Medo de perder os recursos de sobrevivência;
  • Medo de perder os bens;
  • Medo de perder a relação;
  • Medo de perder o sono;
  • Medo de perder a estima;
  • Medo de perder o reconhecimento do outro;etc.
Esses medos formam um quadro de valores que a Medicina Vibracional ou energética chama de INTERESSES DO MATERIALISMO que expressa:

  • O comportamento de apego á vida material;
  • Tudo o que lhe diz respeito e tem como efeitos as mais lamentáveis enfermidades morais, emocionais e mentais.
COMO DESAPEGAR?

Aprendendo a lidar com as perdas, o que não é nada fácil.

QUAL O OBJETIVO DISSO?

Encontrar-nos conosco e refletirmos os caminhos traçando estratégias pro´prias para superá-los.

Os MEDOS HUMANOS estão relacionados a 3 PERDAS ESSENCIAIS:

1. A perda da falsa autoimagem;
2. A perda dos relacionamentos tóxicos;
3. A perda do corpo físico.

Segundo Dr. Inácio, atrás de cada uma dessas perdas há 3 condutas distintas, profundamente adoecidas:

Na 1, encontramos a hipocrisia provocada pelo desejo de sustentar uma autoimagem que não corresponde à nossa verdade pessoal.

Na 2, registra-se um estado de profunda carência afetiva que tanta se suprir em relacionamentos tóxicos.

Na 3, perda do corpo físico impera o reinado do materialismo, que tenta negar a morte para atormentar a ilusão dos prazeres.


Por outro lado, cada uma dessas perdas esconde um medo essencial:

Na 1, o medo de aceitar a própria realidade;
Na 2, o medo de perder ganhos afetivos secundários nas relações;
Na 3, o medo de morrer.

Alguns chacras são afetados mais diretamente por essas 3 condições emocionais do medo, prejudicando a proteção energética, a imunidade perispiritual e física:

1. O MEDO DE SER QUEM REALMENTE É trava o chacra LARÍNGEO, trazendo bloqueio na comunicação.

2. O MEDO DE ABANDONAR GANHOS AFETIVOS SECUNDÁRIOS, acelera o chacra SOLAR em relações de exploração entre vivos ( obsessão entre encarnados ).

3. O MEDO DA MORTE polui o chacra CARDÍACO com a angústia de se ver diante dela.


fonte

sábado, 27 de junho de 2015

COMO O CORPO PODE VIVER ENQUANTO O ESPÍRITO SE AUSENTA? CORDÃO DE PRATA?

COMO O CORPO PODE VIVER ENQUANTO O ESPÍRITO SE AUSENTA? 

Poderíamos dizer que o corpo se mantém pela vida orgânica, que independe da presença do Espírito, como se prova pelas plantas, que vivem e não têm Espírito.Mas devemos acrescentar que, durante a vida, o Espírito jamais se retira completamente do corpo.
Os Espíritos, como alguns médiuns videntes, reconhecem o Espírito de uma pessoa viva por um traço luminoso que termina no seu corpo, fenômeno que jamais se verifica se o corpo estiver morto, pois então a separação é completa.(O fio luminoso se chama CORDÃO DE PRATA).
É por meio dessa ligação que o Espírito é avisado, a qualquer distância que estiver, da necessidade de voltar ao corpo, o que faz com a rapidez do relâmpago. Disso resulta que o corpo nunca pode morrer durante a ausência do Espírito e que nunca pode acontecer que o Espírito, ao voltar, encontre a porta fechada, como tem dito alguns romancistas em estórias para recrear. (O Livro dos Espíritos, nº 400 e seguintes).
................................................................................................................
Segundo o Espírito Dr. Joseph Gleber, em o Livro "Além da Alma" de Robson Pinheiro, no qual se explica com profundidade o CORDÃO DE PRATA, verifica-se que:
CORDÃO DE PRATA

  • Trata-se uma substância semimaterial que liga e mantém o PERISPÍRITO ao  CORPO FÍSICO.
  • É um elemento parabiofísico, ou seja, está ligado a algumas funções biológicas, embora seja constituído tanto de matéria etérica, física quanto astral, por isso mesmo, transcende os limites da matéria em suas funções e manifestações energéticas.
  • No momento da MORTE OU DESENCARNE, é rompido definitivamente.
  • No momento do DESDOBRAMENTO OU PROJEÇÃO DA CONSCIÊNCIA ENCARNADA, é ele que mantém a conexão entre o CORPO ESPIRITUAL e o CORPO FÍSICO.
  • Possui ANATOMIA com elasticidade, densidade e diâmetro variáveis e se constitui de vários fios tênues cintilantes. 
  • Seu RAIO DE AÇÃO varia em função da quantidade de FLUIDO VITAL  da pessoa. Quanto maior o fluido vital da pessoal, mais vigoroso e maior será o raio de ação do Cordão de Prata.
  • Sua SEDE NO CORPO FÍSICO é a GLÂNDULA PINEAL e a MEDULA OBLONGA  ou BULBO RAQUIANO.
  • Forma-se no momento da concepção e passa a maior parte do tempo recolhido ou encolhido na intimidade das células físicas.
  • PSICOPATOLOGIAS ligadas à atuação do Cordão de Prata, quando este se enlaça no psicossoma ou na cabeça extrafísica:
    • Sensação de SUFOCAMENTO;
    • Impressão de que alguém ou alguma coisa está APERTANDO SUA GARGANTA;
    • Sensações de FORMIGAMENTO;
    • Hipersensibilidade no CHACRA LARÍNGEO;
    • TONTEIRA durante a transe, desdobramento ou projeção astral;
    • Sensação de QUASE-MORTE

terça-feira, 9 de junho de 2015

COMO O ESPÍRITO VER O CORPO APÓS A MORTE? - de O Livro dos Médiuns, Allan kardec

COMO O ESPÍRITO VER O CORPO APÓS A MORTE?

A ideia que geralmente se faz dos Espíritos torna a princípio incompreensível o fenômeno das manifestações. Elas não podem ocorrer sem a ação do Espírito sobre a matéria. Por isso, os que consideram o Espírito completamente desprovido de matéria perguntaram, com aparente razão, como o pode agir materialmente. E nisso precisamente está o erro. Porque o Espírito não é uma abstração, mas um ser definido, limitado e circunscrito.
O Espírito encarnado é a alma do corpo; quando o deixa pela morte, não sai desprovido de qualquer envoltório. Todos eles nos dizem que conservam a forma humana, e, com efeito, quando nos aparecem, é sob essa forma que os reconhecemos.
Observamo-los anteriormente no momento em que acabavam de deixar a vida. Acham-se perturbados; tudo para eles é conclusão; vêem o próprio corpo perfeito ou mutilado, segundo o gênero de morte; por outro lado, vêem a si mesmo e se sentem vivos. Alguma coisa lhes diz que aquele corpo lhes pertencia e não compreendem como possam estar separados. Continuam a se ver em sua forma anterior, e essa visão provoca em alguns, durante certo tempo, uma estranha ilusão: julgam-se ainda vivos. Falta-lhes a experiência desse novo estado para se convencerem da realidade. 
Dissipando-se esse primeiro momento de perturbação, o corpo lhes aparece como velha roupa de que se despiram e que não querem mais. Sentem-se mais leves e como livres de um fardo. Não sofrem mais as dores físicas e são felizes de poderem elevar-se e transpor o espaço, como faziam muitas vezes em vida nos seus sonhos.(1) Ao mesmo tempo, apesar da falta do corpo constatam a inteireza da personalidade: tem uma forma que não os constrange nem os embaraça tem a consciência do eu, da individualidade. Que devemos concluir disso? Que a alma não deixa tudo no túmulo mas leva com ela alguma coisa.
54. Numerosas observações e fatos irrecusáveis, de que trataremos mais tarde, demonstraram a existência no homem de três componentes: 
1º) a alma ou Espírito, princípio inteligente em que se encontra o senso moral;
2º) o corpo, invólucro material e grosseiro de que é revestido temporariamente para o cumprimento de alguns desígnios providenciais; 
3º) o perispírito, invólucro fluídico, semimaterial, que serve de liame entre a alma e o corpo.
A morte é a destruição, ou melhor, a desagregação do envoltório grosseiro que a alma abandona
O outro envoltório desprende-se e vai com a alma, que dessa maneira tem sempre um instrumento. Este último, embora fluídico, etéreo, vaporoso, invisível, para nós em seu estado normal, é também material, apesar de não termos, até o presente, podido captá-lo e submetê-lo à análise.
Este segundo envoltório da alma ou perispírito existe, portanto, na própria vida corpórea. É o intermediário de todas as sensações que o Espírito percebe, e através do qual o Espírito transmite a sua vontade ao exterior, agindo sobre os órgãos do corpo. 
Para nos servimos de uma comparação, é o fio elétrico condutor que serve para a recepção e a transmissão do pensamento. É, enfim, esse agente misterioso, inapreensível, chamado fluido nervoso, que desempenha tão importante papel na economia orgânica e que ainda não se considera suficientemente nos fenômenos fisiológicos e patológicos. 

sexta-feira, 29 de maio de 2015

PARA ONDE VAI A ALMA APÓS A MORTE? E OS SUPOSTOS DEMÔNIOS? - de O Livro dos Médiuns - Allan kardec.


ALMA E DEMÔNIO - PARA ONDE VÃO APÓS A MORTE DO CORPO FÍSICO?
Admitindo isso, é claro que a alma terá de ir para algum lugar. Mas para onde vai, e o que é feito dela? Segundo a crença comum, ela vai para o Céu ou para o Inferno. Mas onde estão o Céu e o Inferno? Dizia-se antigamente que o Céu estava no alto e o Inferno embaixo. Mas o que é o alto e o baixo no Universo desde que sabemos que a Terra é redonda; que os astros giram, de maneira que o alto e o baixo se revezam cada doze horas para nós; e conhecemos o infinito do espaço, no qual podemos mergulhar a distâncias incomensuráveis?
            É verdade que podemos entender por lugares baixos as profundezas da Terra. Mas o que são hoje essas profundezas, depois das escavações geológicas? O que são, também, essas esferas concêntricas chamadas céu de fogo, céu das estrelas, depois que aprendemos não ser o nosso planeta o centro do Universo, e que o nosso próprio Sol nada mais é do que um entre milhões de sóis que brilham no infinito, sendo cada qual o centro de um turbilhão planetário? Que foi feito da antiga importância da Terra agora perdida nessa imensidade? E por que estranho motivo este imperceptível de areia, que não se distingue pelo seu tamanho, nem pela sua posição, nem qualquer papel particular no cosmo, seria o único povoado de seres racionais? A razão se recusa a admitir essa inutilidade do infinito, e tudo nos diz que esses mundos também são habitados. E se assim é eles também fornecem os seus contingentes para o mundo das almas. Então, voltamos à pergunta: em que se tornam as almas, depois da morte do corpo, e para onde vão? A Astronomia e a Geologia destruíram as suas antigas moradas, e a teoria racional da pluralidade dos mundos habitados multiplicou-as ao infinito. Não havendo concordância entre a doutrina da localização das almas e os dados das ciências, temos de aceitar uma doutrina mais lógica, que não lhes marca este ou aquele lugar circunscrito, mas dá-lhes o espaço infinito: é todo um mundo invisível que nos envolve e no meio do qual vivemos, rodeados por elas.
            Há nisso alguma impossibilidade, qualquer coisa que repugne à razão? Nada, absolutamente. Tudo nos diz, pelo contrário, que não pode ser de outra maneira. Mas em que se transformam as penas e recompensas futuras, se as almas não vão para determinado lugar? Vê-se que a ideia dessas penas e recompensas é absurda e que dá motivo à incredulidade. Mas entendemos que as almas, em vez de penarem ou gozarem em determinado lugar, carregam em seu íntimo, a felicidade ou a desgraça, pois a sorte de cada uma depende de sua condição moral, e que a reunião das almas boas e afins é um motivo de felicidade, e tudo se tornará mais claro. Compreendamos que, segundo o seu grau de pureza, elas percebem e tem visões inacessíveis, às mais grosseiras; que somente pelos esforços que fazem para se melhorarem, e depois das provas necessárias, podem atingir os graus mais elevados;
que os anjos são as almas humanas que chegaram ao grau supremo e que todos podem chegar até lá, através da boa vontade; que os anjos são os mensageiros de Deus, incumbidos de zelar pela execução de seus desígnios em todo o universo, sendo felizes com essa missão gloriosa; e a felicidade de após morte será uma condição útil e aceitável, mais atraente que a inutilidade perpétua da contemplação eterna. 
E os demônios? Compreendamos que são almas das criaturas más, ainda não depuradas, mas que podem chegar, como as outras, ao estado de pureza, e a justiça e a bondade de Deus se tornarão racionais, ao contrário do que nos apresenta a doutrina dos seres criados para o mal de maneira irrevogável. Eis, afinal, o que a mais exigente razão, a lógica mais rigorosa, o bom-senso, numa palavra, podem admitir.
           

domingo, 22 de março de 2015

A MORTE - por Alessandra Uzêda



A morte

Meus amigos, para que se ocupar da morte quando ainda estais tão vivos e com tantos trabalhos a fazer?
A morte é apenas um momento de transição, um meio pelo qual tu serás trazido a viver conosco.
Para onde ir? Dependes do seu plantio, do seu amor, da sua seara bem trabalhada. Só assim, a semeadura será de flores.
Não te preocupas com a morte, com o desenlace de seu espírito ao corpo físico. Ocupa-te de fazer a sua caminhada, a melhor possível, a semeadura de bondade, de benevolência consigo mesmo e com o seu próximo.
Trabalha pela vida, pela vitória de seu espírito e nós junto aos seus Anjos Guardiães estaremos cá a esperar por cada um de vocês para continuidade dos trabalhos no mundo espiritual.

Um amigo da casa, quase sempre presente nos trabalhos.


Por Alessandra Uzêda
02 d fevereiro de 2015

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

V- Preocupação com a Morte -O Livro dos Espíritos, Allan Kardec-LIVRO QUARTO: ESPERANÇAS E CONSOLAÇÕES-CAPÍTULO I-PENAS E GOZOS TERRENOS

LIVRO QUARTO
ESPERANÇAS E CONSOLAÇÕES
CAPÍTULO I-  PENAS E GOZOS TERRENOS
V- Preocupação com a Morte
(Questão 941 a 942)

A preocupação com a morte é para muitas pessoas uma causa de perplexidade; Embora tenham um futuro pela frente, preocupam-se com a morte.  É errado que tenham essa preocupação. Mas que queres? Procuram persuadi-las, desde cedo, de que há um inferno e um paraíso, sendo mais certo que elas vão para o inferno, pois lhes ensinam que aquilo que pertence à própria Natureza é um pecado mortal para a alma. Assim, quando se tornam grandes, se tiverem um pouco de raciocínio, não podem admitir isso e se tornam ateus ou materialistas. É dessa maneira que são levados a crer que nada existe além da vida presente. Quanto aos que persistiram na crença da infância, temem o fogo eterno que deve queima-los sem os destruir. A morte não inspira nenhum temor ao justo, porque a fé lhe dá a certeza do futuro, a esperança lhe acena com uma vida melhor e a caridade, cuja lei praticou, lhe dá a segurança de que não encontrará, no mundo em que vai entrar, nenhum ser cujo olhar ele deva temer. 

Comentário de Kardec: O homem carnal mais ligado à vida corpórea do que à vida espiritual, tem na Terra as suas penas e os seus prazeres materiais. Sua felicidade está na satisfação fugidia de todos os seus desejos. Sua alma, constantemente preocupada e afetada nelas vicissitudes da vida, permanece numa ansiedade e numa tortura perpétuas. A morte o amedronta, porque ele duvida do futuro e porque acredita deixar na Terra todas as suas afeições e todas as suas esperanças.
      O homem moral, que se elevou acima das necessidades artificiais criadas pelas paixões tem desde este mundo, prazeres desconhecidos do homem material. A moderação dos seus desejos dá ao seu Espírito calma e serenidade. Feliz com o bem que fez não há para ele decepções e as contrariedades deslizam por sua alma sem lhe deixarem marcas dolorosas.   
Algumas pessoas não acharão estes conselhos de felicidade um pouco banais, não verão neles o que chama lugares-comuns ou verdades cediças, e  dirão, por fim, que o segredo da felicidade consiste em saber suportar a infelicidade. Há as que dirão tudo isso, e numerosas. Mas muitas delas são como certos doentes aos quais o médico prescreve a dieta: desejariam ser curados sem remédios e continuando a entregar-se aos excessos.


domingo, 19 de outubro de 2014

VII- Igualdade Perante o Túmulo- O Livro dos Espíritos, Allan Kardec -AS LEIS MORAIS CAPÍTULO IX- LEI DE IGUALDADE

LIVRO TERCEIRO
AS LEIS MORAIS
CAPÍTULO IX- LEI DE IGUALDADE
VII- Igualdade Perante o Túmulo
(Questão 823 a 824)

O desejo de perpetuar a própria memória nos monumentos fúnebres está no derradeiro ato de orgulho.

A suntuosidade dos monumentos fúnebres, na maioria das vezes, determinada pelos parentes que desejam honrar a memória do falecido, o fazem por orgulho deles, que querem honrar-se a si mesmos. Oh!  Sim, nem sempre é pelo morto que se fazem todas essas demonstrações mas por amor-próprio, por consideração ao mundo como para exibição de riqueza. Crês que a lembrança de um ser querido seja menos durável no coração do pobre porque ele só pode colocar uma flor sobre sua tumba? Crês que o mármore salva do esquecimento aquele que foi inútil na Terra?
      
Não se trata de uma reprovação de maneira absoluta as pompas fúnebres. Quando homenageiam a memória de um homem de bem são justas e de bom exemplo.

Comentário de Kardec: A tumba é o lugar de encontro de todos os homens, nela se findam impiedosamente todas as distinções humanas. É em vão que o rico tenta perpetuar a sua memória por meio de faustosos monumentos. O tempo os destruirá, como aos seus próprios corpos. Assim o quer a Natureza. A lembrança das suas boas e más ações será menos perecível do que do seu túmulo. A pompa dos funerais não o lavará de suas torpezas e não o fará subir sequer um degrau na hierarquia espiritual.  


(2) Há quem estranhe a existência do túmulo de Allan Kardec no Cemitério de Père Lachaise, em Paris, visitado pelos espíritas.  Outros censuram a visita de espíritas aos túmulos de parentes e amigos. Como se vê, são excessos de zelo que a doutrina não endossa. O túmulo de Kardec, como disse o médium Francisco Cândido Xavier, após visitá-lo- “É uma mensagem permanente de luz.”. Quanto aos outros, veja-se o item 323.  (N do T)