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segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Brasil ... importante reflexão!


Amados filhos, que a luz do Cristo os envolva, em paz, amor e vida.

O homem que hoje habita a Terra, ainda se encontra vinculado aos instintos de agressividade, mas, porém, também está cansado de uma vida repleta de dificuldades e, por isso, anseia por mudanças.

As crianças que hoje habita a Terra, carregam consigo o amor fraterno em essência, que florescerá à luz da vida adulta.

As mulheres que hoje habita a Terra, vêm na luta pelo seu espaço, para que o mundo se transforme em reduto de amor, fraternidade e solidariedade.

Aqueles homens, mulheres e crianças, que trazem consigo essa perspectiva ainda desejosa de transformação iminente para a Terra seguirão seus caminhos, no tempo necessário de que precisam para despertar, porém não mais aqui na Terra.

E aqueles anciões, que ainda aqui estão, caminham para uma nova etapa de retorno à casa do Pai, pois que já maturaram o tempo que a eles foi confiado para a construção do bem.

E assim, meus filhos, a Terra vai se transformando energeticamente, transmutando energias densas, destrutivas e degenerativos em energias sublimes, de amor e paz.

Os homens de boa vontade, a quem as palavras do Cristo foram dirigidas, devem acalmar o coração, serenar a mente, e compreender a necessidade de apaziguar os conflitos, de estimular a paz, em detrimento da violência; de desenvolver o respeito em detrimento das diferenças; exercitar a tolerância, frente ao que te afronta; escutar com empatia para compreender o que te parece incompreensível; espalhar amor onde muito há de ódio e de revolta. Somente, as escolhas certas que impulsionam o Brasil, coração do mundo, Pátria do Evangelho, serão capazes de transformar sofrimentos em alegrias, lágrimas em sorrisos, individualidade em coletividade, egoísmo em solidariedade.

Entretanto meus filhos amados, as escolhas é que determinarão o tempo de chegada, a esse ideal de amor que o Pai nos reserva. Confiemos em Deus acima de tudo! Confiemos em Jesus Cristo, que não se abate na condução do leme dessa embarcação. Confiemos na Espiritualidade que nos auxilia e nos acompanha até o fim de nossos dias, porque é preciso confiar para manter viva a fé, alimento da esperança, de dias que estão por vir, ainda que se precise, para isso, vencer as tempestades.

Que a paz de Deus esteja com todos.



          Em 15 de outubro  de 2018

         Espírito Irmã Tereza

   Psicografia de Alessandra Uzêda

quarta-feira, 6 de junho de 2018

COMO ESTÁ SEU CONVÍVIO FAMILIAR?

O núcleo familiar é realmente um aprendizado constante. Muitas vezes fico analisando as questões emocionais e comportamentais entre os membros da família, mas sobretudo, como a primeira ramificação desse núcleo familiar pode influenciar dentro de casa. 

É impressionante a capacidade de manifestação das formas-pensamentos pré-estabelecidas, sobretudo, nos momentos de pequenos conflitos que acabam eclodindo em conflitos ainda maiores.

Atualmente, as famílias estão cada vez menores, e também me pergunto o porque disso. Pensar que não deve ser somente uma questão financeira, nos remete a refletir sobre os resgates entre os membros das famílias. 

Quem sou eu pra falar em nome de Deus, mas imagino que Ele na sua Misericórdia Divina, age através de nós, em doses homeopáticas quanto aos resgates com os nossos afetos. Algo do tipo: vou restringir a família a poucos para que consigam dar conta dos conflitos ainda que parcialmente, mas com algum progresso. É a compreensão divina no entendimento de nossas limitações em saber lidar com o outro.

E aí, diria Deus, oportunamente, talvez em outra encarnação, enviaremos outros afetos para seus respectivos resgates, a fim de que consigam dar conta pelo menos de alguma diferença. E vejam só, que as vezes, numa família de apenas dois, não damos conta desse resgate e acabamos tendo que voltar a conviver numa outra vida.  Então para que adiar o inadiável?

Fico pensando como eram as famílias antigas, de apenas  uma ou duas gerações atrás da minha, em que tinham 10 filhos, viviam numa quase "comunidade" com muitas restrições, alimentares, de vestuário, em que a mulher não trabalhava, e estudavam em colégio público.

Havia um ditado popular que dizia assim: onde come um comem dez. De fato, mesmo com toda limitação, não haviam despesas de educação tão altas como as que enfrentamos hoje no Brasil, por não haver colégio público competitivo com as oportunidades dos colégios particulares.

Mas o fato é que atualmente, onde se come um ainda acabam comendo dez, "massssss", onde estuda um, muitas vezes, nem dois podem estudar,   por conta da baixa renda familiar.  Hoje pra você manter dois filhos numa escola particular conceituada no Brasil é preciso dispensar com eles,entre mensalidade e outros gastos,  cerca de cinco, seis mil reais por mês e posso afirmar, que uma minoria têm renda compatível para isso.

Então fico a analisar os comportamentos dentro de um núcleo familiar restrito de apenas um casal com dois filhos.  Vejo as diferenças nas formas de pensar e agir entre os quatro, como oportunidade de crescimento, mas não é tarefa fácil, porque exige esforço, compreensão, tolerância, empatia, concessões, mas sobretudo, amor. Se não houver amor, as coisas não se mantêm, não se superam, e as famílias acabam sendo separadas, para conseguirem viver bem,

Conviver é algo grandioso, é a sala de aula "on line" do ser humano, e exige muitas habilidades para o consciente manejo das energias que ali se misturam, mas não é nada fácil.

Faz vir a tona sentimentos confusos, muitas vezes sem causa justificável, como a culpa;  remorsos; melindres em relação ao outro; nos distanciamos dos enfrentamentos necessários ao crescimento pessoal, afim de evitarmos conflitos; nem sempre sabemos exatamente o que estão pensando, maquinando na mente; quando mais sensíveis, percebemos as alterações de humor; mudanças nas feições; percebemos ainda quando um se fecha para outro e ai é preciso respeitar o momento, para esperar a hora de entrar no espaço do outro.

A convivência exige um verdadeiro malabarismo, exige jogo de cintura, requer flexibilidade para compreender. Por essas e outras que  muitas vezes fica insustentável e as famílias vão se desfazendo, cada vez mais rápido porque a capacidade de tolerar o outro é quase inexistente.

Só o amor sustenta, aliado a uma maturidade espiritual para perceber o todo, entender o propósito maior da vida,  entender que estamos unidos pelos laços eternos e precisamos transformar nossos nós, em belos laços afetivos.

E como se não bastasse os resgates internos entre os membros de uma família, por ora encarnados, ainda veem os nossos inimigos espirituais se intrometer em nossas demandas pessoais. É isso mesmo! Eles se intrometem de tal maneira que muitas vezes não distinguimos se somos nós, os verdadeiros proprietários daqueles pensamentos, sentimentos e atitudes que achamos serem nossos. Agem diretamente em nosso mental, nos influenciando, nos confundindo, incentivando atitudes contrárias ao entendimento mútuo, alimento nossas mágoas antigas, nossos rancores, acentuando nossas diferenças para que ao invés de buscarmos os entendimentos, entremos na natureza dos conflitos eternos, contraditórios ao caminho de nossa felicidade.

Precisamos refletir sobre nossa própria personalidade e ainda, sobre a personalidade daqueles com os quais convivemos, para encontrarmos os meios mais eficazes e favoráveis à nossa felicidade. Vamos perceber coisas como:

  • Afinidades maiores entre alguns dos membros.
  • Desidentificação nos propósitos da vida como um todo.
  • Posicionamentos diferenciados entre seres que recebem a mesma educação, mas que adotam atitudes diferenciadas.
  • Condutas morais diferentes, embora fruto de uma mesma educação.
  • Valores diferentes constituído nas teias das sucessivas encarnações que por ora, eclodem na atual encarnação.
  • Pontos de vista equivocados perante o equilíbrio tão necessário na hora de discernir.
  • Disputas muitas vezes fúteis, em aparato de competitividade, sobre ser melhor, estar melhor, conquistar mais, etc,
  • Sensibilidades mais afloradas, ensejando sentimentos de vitimismo, coitadismo, injustiçado.
  • Emocionalmente mais frágeis uns que os outros.
  • Traços de rudeza que ainda carregam do homem velho primitivo que há em si.
  • Comportamentos agressivos, de autodefesa, por não desejar que o outro perceba suas fragilidades
  • Isolacionismo dentro do próprio lar, a fim de fazerem cada um, aquilo que o satisfaz, sem ter que se submeter ao sacrifício de ceder de alguma forma para o outro.
  • Absenteísmo, prática de estar fora, fora de si, fora do contexto, deslocado, e isso se faz, pelo usos de ferramentas sociais de alienação, tais como, whatsapp, séries, vídeo games, sites de relacionamentos, etc, etc, etc. Enquanto está envolvido o ser se distancia de sua realidade pessoal e do meio em que vive, para viver uma realidade subjetiva e ilusória, fugindo de si.
  • Hábitos diferentes em virtude de rotinas criadas em consonância com as necessidades individuais de cada um.
  • Viciações comportamentais ou morais que podem ser adquiridas ou trazidas em sua  personalidade congênita.
  • Escolhas diferentes que muitas vezes levam uns aos sucesso e outros ao fracasso.
  • Formas de tratamentos diferenciadas entre os membros da família, onde se pode ver que, um pai ou uma mãe pode proteger mais um filho que o outro, e vice-versa. 
Etc, etc, etc.... são muitas as observações que poderia aqui estar dirigindo à autoanálise no núcleo familiar, mas de que importa tudo isso?

Importa que concentremos nossa melhor energia nos nossos maiores desafios, colocando o amor para abrir os caminhos, a compreensão para abrir uma possibilidade de dialogar, a tolerância para aprender a conviver sem julgar, e a vontade firme para buscar um ponto de equilíbrio que lhe permita conviver em harmonia, sem grandes demandas de energia gasta pelo sacrifício.

Tarefa fácil? Não. Diria ainda, que esta é a tarefa mais difícil e desafiadora, que enfrentamos nos resgates de nossas respectivas encarnações.

Sejamos, portanto, perseverantes em nossas demandas pessoais, sejamos resilientes ensejando a capacidade de nos superarmos a cada dia, para o bem de nós mesmos, e daqueles que amamos e fomos convidados a conviver.

Esta não é uma questão isolada de minha família, de minha cidade ou do meu País. Esta é uma questão que envolve todas as nações, porque se trata da humanidade em si.

Vida e Paz!
Alessandra Uzêda

sábado, 5 de maio de 2018

COMO VOCÊ PODE OUVIR MELHOR AS PESSOAS A SUA VOLTA?

Costumo brincar, dizendo que todos nós deveríamos fazer curso de "ouvidoria".  Seria algo de grande valor para o nosso crescimento, pois aquele que consegue exercer a grande virtude de ouvir acaba se dando oportunidade de vivenciar muitos benefícios.

A porção mágica do ato de ouvir, está na  capacidade de ouvir o que outro tem a dizer sem tomar partido, sem intervir, e portanto, sem julgar.

Quando isso acontece, conseguimos ouvi-lo, abraçando o entendimento do outro na sua mais pura essência, entendendo sobretudo, como o outro pensa sobre algo que esta contando.  Isso exige uma maturidade consciencial, espiritual, que oportuniza o ouvinte a se colocar no lugar do outro para compreende-lo no âmbito de suas perspectivas a respeito de algo ou de alguém.  E o ato de colocar-se no lugar do outro para entende-lo é um princípio elementar dos ensinamentos Crísticos, que motivam o diálogo saudável, o entendimento mútuo. Um ato de amor.

Primeiramente, precisamos nos dispor a ouvir sem julgamentos, sem permitir que o seu pensamentos, os seus valores e convicções interfiram nas colocações de quem está se dispondo a falar.

À partir do entendimento do outro, sobretudo, das razões que o motivaram a tal fato, devemos submeter toda aquela informação, inicialmente imparcial, ao bom-senso, à análise moderada pautada na razão e no equilíbrio, para que possa, havendo um espaço, discernir sobre tudo que está em questão. Discernimento é uma virtude do equilíbrio interior, do bom-senso e da moderação tão necessárias em nossas vidas. Discernir não quer dizer julgar, ou determinar o que é certo ou o que é errado. Discernir implica em analisar e conhecer o lado bom e o lado ruim do que se encontra em questão. Entender as motivações positivas e negativas que te prospectaram a determinada situação. Discernir ainda exige a imparcialidade para enxergar com clareza que tudo tem um lado bom e um lado negativo, nos quais a busca deverá sempre ser pelo equilíbrio e pela ponderação. Para ser um bom ouvinte é preciso ter discernimento, olhar atento ao todo.

Por fim, havendo uma expectativa do comunicante no que tange à sua forma de pensar com relação àquilo que se está ouvindo, aí sim, ouvinte, muito cauteloso, consciente de suas limitações porque é preciso respeitar o espaço do outro, é preciso compreender que não existe verdade absoluta, e que a forma de ver e viver a vida diferencia o indivíduo na sua singularidade, e se colocar humildemente, numa abordagem do que se está em questão,  aí sim, o ouvinte poderá expor sua forma de pensar, sugerir alternativas de solução, sempre levando-se em conta a busca pessoal do comunicante, a partir do momento que te buscou para falar de algo ou de alguém.

Um bom ouvinte atrai para si a confiança das pessoas que jamis deverá ser traída,  a solicitude de sua presença como alguém necessário e importante em seu convívio, a responsabilidade de poder motivar  e ajudar alguém que buscou em você a força e a orientação de que precisava.  Pense nisso, e seja sempre um bom ouvinte!


domingo, 1 de abril de 2018

O ORGULHO

O orgulho se traduz na ideia de que somos muito mais importantes do que os outros.

A pessoa orgulhosa se coloca em um pedestal simbólico, aos pés do qual as demais teriam o dever de postar-se em reverência. 

Há ricos, intelectuais e poderosos humildes, como há pobres, iletrados e desprotegidos da sorte que se deixam dominar pelo orgulho.

 Esse defeito não é conseqüência do eventual destaque que venhamos a ter, mas sim uma qualidade negativa que uns cultivam e outros combatem em si próprios. 

Voltaire comparava o orgulho a uma bola cheia de ar, que vaza estrondosamente quando recebe uma espetada. 

A humildade é a virtude contrária ao orgulho e traduz-se em um dos mais importantes qualificativos dos seres evoluídos. 

Sócrates reconhecia suas limitações, Montaigne deu a público as próprias contradições na busca pelo autoconhecimento e Jesus Cristo, mesmo sendo o melhor dos homens, não se sentiu diminuído ao lavar os pés dos próprios discípulos. 

Realmente, não há razão para o orgulho, apanágio de quem pouco sabe de si próprio e de quem se julga insubstituível, numa atitude de puro infantilismo ético-moral.

Autor: Luiz Guilherme Marques

domingo, 26 de novembro de 2017

NÓS E O MUNDO - Palavras de Fé - Chico Xavier/ Carlos A. Bacelli

Comentando sobre os acontecimentos do mundo, refere-te habitualmente a eles como se não fosses parte integrante da comunidade em que vives. 

Recriminas as decisões tomadas, qual se as tuas atitudes, de alguma forma, não as tivessem influenciado. 

Criticas as pessoas, imaginando, assim, isentar-te dos problemas que lhes dizem respeito, esquecendo-te que todos nós, os espíritos encarnados e desencarnados ainda vinculados à evolução da Terra, agimos e reagimos, incessantemente, uns sobre os outros. 

Apontas falhas nesse ou naquele setor, fugindo de lhes partilhar a responsabilidade e ignorando o que tem sido para corrigi-las. 

Todavia, ninguém condena os outros sem condenar a si mesmo. 

O mundo é o que é porque os homens são o que são. A vida exterior da Humanidade e conseqüência natural da vida interior de cada um. 


Se desejas renovação, renova-te.
Se anseias por justiça, sê justo. 
Se aspiras à paz, toma a iniciativa de exemplificá-la. 
Não acredites jamais que nada possas fazer. 
Muitos dos que hoje são reverenciados como autênticos heróis e passaram às páginas da história, foram homens anônimos que souberam superar a própria fragilidade e que se destacaram pelo esforço que empreenderam. 
A omissão voluntária no bem é uma falta grave pela qual, mais cedo ou mais tarde, todos responderemos. 
O enxurro que solapa os alicerces da casa vizinha pode demolir a tua e a pedra que atiras a esmo, pode cair sobre a tua cabeça. 
Não olvides que Jesus, nosso Senhor e Mestre, na tarefa de redimir o mundo, não hesitou um instante sequer em tomar nos ombros o madeiro infamante que, em verdade, não Lhe pertencia. 
Odilon Fernandes 

sábado, 18 de junho de 2016

A CRIANÇA



Levantará o humano o próprio ninho à plena altura, estagiando no tope dos gigantescos edifícios de cimento armado...

Escalará o fastígio da ciência, povoando o espaço de ondas múltiplas, incessantemente convertidas em mensagens de som e cor. 

Voará em palácios aéreos, cruzando os céus com a rapidez do raio... 

Elevar-se-á sobre torres poderosas, estudando a natureza e movimento dos astros... 

Erguer-se-á, vitorioso, ao cimo da cultura intelectual, especulando sobre a essência do Universo...

Entretanto, se não descer, repleto de amor, para auxiliar a criança, no chão do mundo, debalde esperará pela humanidade melhor.

Na infância, surge, renovado, o germe da perfeição, tanto quanto na alvorada recomeça o fulgor do dia. 

Estende os braços generosos e ampara os pequeninos que te rodeiam. 

Livra-os, hoje, da ignorância e da penúria, da preguiça e da crueldade, para que, amanhã, saibam livrar-se do crime e do sofrimento. 

Filha de tua carne ou rebento do lar alheio, cada criança é vida de tua vida. 

Aprende a descer para ajudá-la, como Jesus desceu até nós para instruir-nos. 

Sem a recuperação da infância para a glória do certo, todo o progresso humano continuará oscilando nos espinheiros da ilusão e do erro. 

Não duvides que, ao pé de cada berço, Deus nos permite encontrar o próprio futuro. De nós depende fazê-lo trilho perigoso para a descida à sombra ou estrada sublime para ascensão à luz. 

Espírito: EMMANUEL
Médium: Francisco Cândido Xavier
Livro: "Taça de Luz" - EDIÇÃO LAKE  

O QUE MAIS SOFREMOS NO MUNDO...




Não é a dificuldade. É o desânimo em superá-la. 
Não é a provação. É o desespero diante do sofrimento. 
Não é a doença. É o pavor de recebê-la. 
Não é o parente infeliz. É a mágoa de tê-lo na equipe familiar.
Não é o fracasso. É a teimosia de não reconhecer os próprios erros. Não é a ingratidão. É a incapacidade de amar sem egoísmo. 
Não é a própria pequenez. É a revolta contra a superioridade dos outros. 
Não é a injúria. É o orgulho ferido. 
Não é a tentação. É a volúpia de experimentar-lhe os alvitres. 
Não é a velhice do corpo. É a paixão pelas aparências. 
Como é fácil de perceber, na solução de qualquer problema, o pior problema é a carga de aflições que criamos, desenvolvemos e sustentamos contra nós.

Espírito: ALBINO TEIXEIRA 
Médium: Francisco Cândido Xavier Livro: "Passos da Vida" - EDIÇÃO IDE

domingo, 17 de abril de 2016

O CORAÇÃO DO MUNDO



  O inundo político e social do Ocidente encontra-se exausto. Desde as pregações de Pedro, o Eremita, até a morte do Rei Luís IX, diante de Túnis, acontecimento que colocara um dos derradeiros marcos nas guerras das Cruzadas, as sombras da idade medieval confundiram as lições do Evangelho, ensanguentando todas as bandeiras do mundo cristão.


 Foi após essa época, no último quartel do século  XIV, que o Senhor  desejou realizar uma de suas visitas periódicas à Terra, a fim de observar os progressos de sua doutrina e de seus exemplos no coração dos homens. 

Anjos e Tronos lhe formavam a corte maravilhosa. Dos céus à Terra, foi colocado outro símbolo da escada infinita de Jacó, formado de flores e de estrelas cariciosas, por onde o Cordeiro de Deus transpôs as imensas distâncias, clarificando  os caminhos cheios de treva. 

Mas, se Jesus vinha do coração luminoso das esferas superiores, trazendo nos olhos misericordiosos a visão dos seus impérios resplandecentes e na alma profunda o ritmo harmonioso dos astros, o planeta terreno  lhe apresentava ainda aquelas mesmas veredas escuras, cheias da lama da impenitência e do orgulho das criaturas humanas, e repletas dos espinhos da ingratidão e do egoísmo. 
Embalde seus olhos compassivos procuraram o ninho doce do seu Evangelho; em vão procurou o Senhor os remanescentes da obra de um de seus últimos enviados à face do orbe terrestre. 

No coração da Umbria haviam cessado os cânticos de amor e de fraternidade cristã. De Francisco de Assis só  haviam ficado as tradições de carinho e de bondade; os pecados do mundo, como  novos lobos de Gúbio, haviam descido outra vez das selvas misteriosas das iniqüidades humanas, roubando às criaturas a paz e aniquilando-­lhes a vida. —  Helil —  disse a voz suave e meiga do Mestre a um dos seus mensageiros, encarregado dos problemas sociológicos da Terra — meu coração se enche de profunda amargura, vendo a incompreensão dos homens, no que se refere às lições do meu  Evangelho. Por toda parte é a luta fratricida, como polvo  de infinitos tentáculos, a destruir todas as esperanças; recomendei­lhes que se amassem como irmãos, e vejo­os em movimentos impetuosos, aniquilando-­se uns aos outros como Cains desvairados. — Todavia — replicou o emissário solícito, como se desejasse desfazer a impressão dolorosa e amarga do Mestre —  esses movimentos, Senhor, intensificaram as relações dos povos da Terra, aproximando o Oriente e o Ocidente, 10 – Francisco Cândido Xavier para aprenderem a lição da solidariedade nessas experiências penosas; novas utilidades da vida foram descobertas; o comércio  progrediu  além de todas as fronteiras, reunindo  as pátrias do orbe. Sobretudo, devemos considerar  que os príncipes cristãos, empreendendo as iniciativas daquela natureza, guardavam a nobre intenção de velar pela paisagem deliciosa dos Lugares Santos. — Mas — retornou tristemente a voz compassiva do Cordeiro —  qual o  lugar da Terra que não é santo? Em todas as partes do mundo, por mais recônditas que sejam, paira a bênção de Deus, convertida na luz e no pão de todas as criaturas. Era preferível que Saladino guardasse, para sempre, todos os poderes temporais na Palestina, a que caísse um só dos fios de cabelo de um soldado, numa guerra incompreensível por minha causa, que, em todos os tempos, deve ser a do amor e da fraternidade universal. E, como se a sua vista devassasse todos os mistérios do porvir, continuou: — Infelizmente, não vejo senão o caminho do sofrimento para modificar  tão desoladora situação. Aos feudos de agora, seguir­se­ão as coroas poderosas e, depois dessa concentração de autoridade e de poder, serão os embates da ambição e a carnificina da inveja e da felonia, pelo predomínio do mais forte. 

A amargura divina empolgara toda a formosa assembléia de querubins e arcanjos. Foi quando Helil, para renovar a impressão ambiente, dirigiu­se a Jesus com brandura e humildade: —  Senhor, se esses povos infelizes, que procuram na grandeza material uma felicidade impossível, marcham irremediavelmente para os grandes infortúnios coletivos, visitemos os continentes ignorados, onde espíritos jovens e simples aguardam a semente de uma vida nova. Nessas terras, para além dos grandes oceanos, poderíeis instalar o pensamento cristão, dentro das doutrinas do amor e da liberdade.E a caravana fulgurante, deixando um rastro  de luz na imensidade dos espaços, encaminhou­se ao continente que seria, mais tarde, o mundo americano.

O Senhor abençoou aquelas matas virgens e misteriosas. Enquanto as aves lhe homenageavam a inefável presença com seus cantares harmoniosos, as flores se inclinavam nas árvores ciclópicas, aromatizando-­lhe as eterizadas sendas. O perfume do mar casava­se ao oxigênio agreste da selva bravia, impregnando todas as coisas de um elemento de força desconhecida. No solo, eram os silvícolas humildes e simples, aguardando uma era nova, com o seu largo potencial de energia e bondade. Cheio de esperanças, emociona­se o coração do Mestre, contemplando a beleza do sublimado espetáculo.

 —  Helil —  pergunta ele —  onde fica, nestas terras novas, o recanto  planetário do qual se enxerga, no infinito, o símbolo da redenção humana?

 — Esse lugar de doces encantos, Mestre, de onde se vêem, no mundo, as homenagens dos céus aos vossos martírios na Terra, fica mais para o sul. E, quando no seio da paisagem repleta de aromas e de melodias, contemplavam as almas santificadas dos orbes felizes, na presença do Cordeiro, as maravilhas daquela terra nova, que seria mais tarde o  Brasil, desenhou­-se no  firmamento, formado de estrelas rutilantes, no jardim das constelações de Deus, o  mais imponente de todos os símbolos. 11 – BRASIL, CORAÇÃO DO MUNDO, PÁTRIA DO EVANGELHO (pelo Espírito Humberto de Campos)  Mãos erguidas para o Alto, como se invocasse a bênção de seu Pai para todos os elementos daquele solo extraordinário e opulento, exclama então Jesus: 

— Para esta terra maravilhosa e bendita será transplantada a árvore do meu  Evangelho de piedade e de amor. No seu  solo dadivoso e fertilíssimo, todos os povos da Terra aprenderão a lei da fraternidade universal. Sob estes céus serão  entoados os hosanas mais ternos à misericórdia do Pai Celestial. Tu, Helil, te corporificarás na Terra, no seio do povo mais pobre e mais trabalhador do Ocidente; instituirás um roteiro de coragem, para que sejam transpostas as imensidades desses oceanos perigosos e solitários, que separam o velho do novo mundo. Instalaremos aqui uma tenda de trabalho para a nação mais humilde da Europa, glorificando os seus esforços na oficina de Deus. Aproveitaremos o elemento simples de bondade, o  coração fraternal dos habitantes destas terras novas, e, mais tarde, ordenarei a reencarnação de muitos Espíritos já purificados no sentimento da humildade e da mansidão, entre as raças oprimidas e sofredoras das regiões africanas, para formarmos o pedestal de solidariedade do povo  fraterno que aqui florescerá, no  futuro, a fim de exaltar o meu Evangelho, nos séculos gloriosos do porvir. Aqui, Helil, sob a luz misericordiosa das estrelas da cruz, ficará localizado o coração do  mundo!  Consoante a vontade piedosa do Senhor, todas as suas ordens foram cumpridas integralmente. 

Daí a alguns anos, o seu  mensageiro se estabelecia na Terra, em 1394, como filho de D. João I  e de D. Filipa de Lencastre, e foi o heróico Infante de Sagres, que operou  a renovação das energias portuguesas, expandindo as suas possibilidades realizadoras para além dos mares. O elemento indígena foi chamado a colaborar na edificação da pátria nova; almas bem­aventuradas pelas suas renúncias se corporificaram nas costas da África flagelada e oprimida e, juntas a outros Espíritos em prova, formaram a falange abnegada que veio escrever na Terra de Santa Cruz, com os seus sacrifícios e com os seus sofrimentos, um dos mais belos poemas da raça negra em favor da humanidade. Foi por isso que o Brasil, onde confraternizam hoje todos os povos da Terra e onde será modelada a obra imortal do Evangelho do Cristo, muito antes do Tratado  de Tordesilhas, que fincou as balizas das possessões espanholas, trazia já, em seus contornos, a forma geográfica do coração do mundo. NOTA DA EDITORA — O Autor preferiu a forma árabe. — Helil, em vez de Hilel, forma hebraica geralmente usada. NOTA DO DIGITALIZADOR – Hilel (Hillel) = louva

sábado, 9 de abril de 2016

Você sabe o que é Zegota?

    
 Zegota (Resgate)
  
Durante a 2ª Guerra Mundial, Irena conseguiu uma autorização para trabalhar no Gueto de Varsóvia, como especialista de canalizações. Mas os seus planos iam mais além... Sabia quais eram os planos dos nazis relativamente aos judeus (sendo alemã!).

Irena trazia crianças escondidas no fundo da sua caixa de ferramentas e levava um saco de sarapilheira na parte de trás da sua caminhonete (para crianças de maior tamanho).

Também levava na parte de trás da camioneta um cão, a quem ensinara a ladrar aos soldados nazis quando entrava e saia do Gueto. Claro que os soldados não queriam nada com o cão e o ladrar deste encobriria qualquer ruído que os meninos pudessem fazer.
Enquanto pôde manter este trabalho, conseguiu retirar e salvar cerca de 2500 crianças.

Por fim os nazis apanharam-na. Souberam dessas atividades e em
20 de Outubro de 1943 Irena Sendler foi presa pela Gestapo e levada para a infame prisão de Pawiak, onde foi brutalmentetorturada.Num colchão de palha, encontrou uma pequena estampadeJesus com a inscrição: “Jesus, em Vós confio”, e conservou-a consigo até 1979, quando a ofereceu aoPapa João Paulo II.
Ela, a única que sabia os nomes e moradas das famílias que albergavam crianças judias, suportou a tortura e negou trair seus colaboradores ou as crianças ocultas. Quebraram-lhe os ossos dos pés e das pernas, mas não conseguiram quebrar a sua determinação. Já recuperada foi, no entanto, condenada à morte.

Enquanto esperava pela execução, um
 soldadoalemão levou-a para um "interrogatório adicional". Ao sair, ele gritou-lhe em polaco: "Corra!".
Esperando ser baleada pelas costas, Irena, contudo, correu por uma porta lateral e fugiu, escondendo-se nos becos cobertos de neve até ter certeza de que não fora seguida. No dia seguinte, já abrigada entre amigos, Irena encontrou o seu nome na lista de polacos executados que os alemães publicavam nos jornais.

Os membros da
 organização Żegota("Resgate") tinham conseguido deter a execução de Irena, subornando os alemães e Irena continuou a trabalhar com uma identidade falsa.

Irena mantinha um registo com o nome de todas as crianças que conseguiu retirar do Gueto, guardadas num frasco de vidro enterrado debaixo de uma árvore no seu jardim.

Depois de terminada a guerra tentou localizar os pais que tivessem sobrevivido e reunir a família. A maioria tinha sido levada para as câmaras de gás. Para aqueles que tinham perdido os pais, ajudou a encontrar casas de acolhimento ou pais adotivos.

Em 2006 foi proposta para receber o Prêmio Nobel da Paz... mas não foi selecionada. Quem o recebeu foi Al Gore por sua campanha sobre o Aquecimento Global.

Não permitamos que alguma vez esta Senhora seja esquecida!!

Estou transportando o meu grão de areia, reenviando esta mensagem. Espero que faças o mesmo.

Passaram já mais de 60 anos, desde que terminou a 2ª Guerra Mundial na Europa. Este e-mail será reenviado como uma cadeia comemorativa, em memória dos 6 milhões de judeus, 20 milhões de russos, 10 milhões de cristãos (inclusive 1.900 sacerdotes católicos ), 500 mil ciganos, centenas de milhares de socialistas, comunistas e democratas e milhares de deficientes físicos e mentais e que foram assassinados, massacrados, violados, mortos à fome e humilhados, com os povos do  mundo muitas vezes olhando para o outro lado...

Agora, mais do que nunca, com o recrudescimento do racismo, da discriminação e os massacres de milhões civis em conflitos e guerras sem fim em todos os continentes, é imperativo assegurar que o Mundo nunca esqueça.  Gente como Irena Sendler, que salvou milhares de vidas praticamente sozinha, é extremamente necessária.

A intenção deste e-mail é chegar a 40 milhões de pessoas em todo o mundo.

Una-se a nós e seja mais um elo desta cadeia comemorativa e ajudar a distribuí-la por todo o mundo... Por favor, envia este e-mail às pessoas que conhece e peça que não interrompam esta cadeia.
"A razão pela qual resgatei as crianças tem origem no meu lar, na minha infância.
Fui educada na crença de que uma pessoa necessitada deve ser ajudada com o coração, sem importar a sua religião ou nacionalidade." - Irena Sendler
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sábado, 2 de abril de 2016

Convivência e Sabedoria


As únicas coisas que levamos da vida após nosso desencarne são os laços afetivos que conquistamos, sejam bons ou ruins, e o conhecimento que adquirimos, portanto, invista na boa convivência e em sua própria sabedoria.

Deus, obrigada!


Devemos agradecer a Deus as pedras que surgem em nosso caminho e que estão nos sinalizando naquilo que precisamos aprender na vida.

Anjo Guardião


Nosso Anjo Guardião e Amigos Espirituais estão a todo tempo nos sinalizando para que façamos as melhores escolhas de nossas vidas.
Só precisamos aprender a escutá-lo!

Acontecimentos da Vida


Se cada um de nós lançarmos um olhar amoroso para a nossa própria sombra, compreenderemos o porquê de muitos acontecimentos em nossas vidas.

Oração


A oração é o maior e mais eficaz amuleto de
 fé e de esperança que o homem precisa
para viver bem.

Otimismo e felicidade


Cultivar o otimismo perante as dificuldades da vida é condição indispensável para a felicidade.

Moralidade e transformação pessoal


Sejamos determinados e perseverantes nas questões da nossa transformação pessoal, sobretudo, no que tange à nossa moral.