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segunda-feira, 23 de abril de 2018

CONHECER PARA TRANSFORMAR - ABRA-SE AO NOVO!

Você já usou de CONHECIMENTOS FORA DE SUA ESFERA DE COMPREENSÃO para transformar a si mesmo, conquistando o equilíbrio nas diversas formas de convivência?

Somos muito conservadores em nossas crenças, estilos de vida, condutas, enfim, sobre tudo aquilo que acreditamos como verdade que vai gerenciar nossas vidas.  Nesse caso, não se trata de um conservadorismo padrão, que coordena diversas pessoas num único modelo. Trata-se do conservadorismo criado pela pessoa para designar um padrão que deve ser seguido a qualquer custo, porque o tem como verdade, modelo, exemplo. 

Somos conservadores com as nossas próprias escolhas e muitas vezes nos esquecemos que a dinâmica da vida, exige de nós comportamentos diferenciados para cada circunstâncias. 

É aí, que surgem as FRUSTRAÇÕES por se deparar com determinadas circunstâncias, desafios, obstáculos, sobre os quais não estamos preparados para lidar com eles. E diante dessas frustrações, vamos nos sentindo DERROTADOS, VENCIDOS, INCAPAZES, minando a nossa auto-estima. 

E onde está a causa para tantos conflitos de ordem emocionais? Na nossa IGNORÂNCIA, nas nossas LIMITAÇÕES; na incapacidade de se permitir conhecer o novo para a partir daí, discernir sobre o que é conveniente ou melhor para si.

Se instruir para discernir, conhecer para transformar deve ser o nosso guia, a fim de que encontremos as soluções adequadas para os nossos conflitos. 

É claro que, como tudo, estamos sujeitos às Leis Divinas, cabendo aqui o bom-senso e a razão na análise daquilo que é novo, respeitando ainda os limites das outras pessoas, e diante de qualquer decisão tomada, colocar-se sempre, no lugar do outro para saber se gostaríamos que fizessem conosco.

O conhecimento é a chave que abre muitas portas fechadas em seus conflitos mais íntimos. Seria muita limitação entendermos e acreditarmos que só há uma verdade, e esta se encontra dentro daquilo que acreditamos. 

Somos infinitos em nossas vivências enquanto espíritos, até que cheguemos ao nível de evolução espiritual, moral e intelectual que Deus espera de nós. Sendo assim, vamos e precisamos evoluir, crescer, se instruir, à medida que a vida vai acontecendo, considerando o momento e os acontecimentos, bem como, as circunstâncias em que estes acontecem, para encontrarmos o olhar de uma suposta verdade, certamente, que não seja, uma verdade absoluta. A vida pede mais de todos nós!

Portanto, meus amigos, não se acomodem num convencionalismo estereotipado, modulado conforme as convenções da formalidade. 

Exerça o seu direito sobre a Lei de liberdade que nos dá as opções para decidirmos o caminho a seguir, sem ferir os direitos daqueles que compartilhamos da mesma existência.

Muito se fala das crenças, que uma fé diverge da outra, por não se tratar de uma mesma religião. Então eu pergunto, que importa a religião em si, se a pessoa não tiver Deus no coração?  A religião é apenas o meio que o homem se utiliza para sentir Deus. A pessoa espiritualizada não precisa de nenhuma religião para se ligar a Deus.

A ligação espiritual que se busca através das religiões está em Deus, na força suprema que abrange todas as nossas fragilidades, quando buscamos uma religião qualquer. Por isso é imprescindível se abrir ao novo, conhecer para poder ter o direito de escolher aquela com a qual se identifica, aquela que lhe traz maior conforto, aquela que te traz explicações no mínimo racionais da realidade em que vive, aquela ainda que norteia todos os princípios da moralidade que o homem precisa alcançar para sua própria evolução.

Meus amigos, se estiverem felizes nas circunstâncias em que se encontram, permaneçam, mantenham-se firmes nos seus propósitos. Entretanto, se for o contrário, permita-se conhecer  novo, ampliando a sua esfera de compreensão, para que possa ter discernimento nas escolhas acertadas de sua vida. Fiquem com Deus! Alessandra Uzêda



domingo, 22 de abril de 2018

FORÇAS POSITIVAS QUE HÁ EM TI.

Conheça as melhores FORÇAS DE SUA PERSONALIDADE e transforme sua vida!

Se você ainda não descobriu quais as maiores forças de sua personalidade, chegou a hora de descobrir e mudar a sua vida.

Somos dotados de uma personalidade ímpar, singular, individual, e jamais irá encontrar alguém igualzinho a você. Partindo desse princípio, não deve ser tão difícil dedicar um tempo hábil para se conhecer, e a partir daí identificar as maiores forças de sua personalidade, e utiliza-las à favor de seu crescimento pessoal na vida como um todo.

Somos formados por muitas imperfeições é verdade, mas também temos muitas qualidades conquistadas em diversas existências nas teias das encarnações.

Qualidades e defeitos caminham lado a lado na construção do nosso eu.  Os defeitos exigem maior atenção e esforço continuo para transforma-los em virtudes. Entretanto, o nosso foco aqui são as qualidades que dão sentido positivo, otimista e crescente em sua vida.

1. Reserve um tempo para que possa refletir sobre as coisas boas que já aprendeu, vivenciou e conquistou em sua vida.

2. Escreva todas as qualidades que você acredita que já conquistou. Elas representam as melhores forças de sua personalidade.

3. Estude meios, crie metas, estabeleça objetivos pautados no uso contínuo dessas melhores forças de sua personalidade.

4. Estabeleça um dia para começar e nunca mais parar.


 Por exemplo: 
  • se você é uma pessoa HUMILDE, certamente já deixou de lado o orgulho;  
  • se você é uma pessoa DESPRENDIDA, já abandou o apego às coisas e às pessoas, passando a ter domínio sobre sentimentos como ciúmes; 
  • se você é uma pessoa PERSEVERANTE, já conquistou o domínio sobre a sua vontade firme e já pode direcioná-la ao seu próprio aprimoramento pessoal; 
  • se você é uma pessoa RESILIENTE já entendeu que, as dificuldades são degraus que nos impulsionam ao crescimento pessoal; 
  • se você é uma pessoa EMOTIVA, já entendeu que o amor é pleno e equilibrado quando acompanhado da razão e do bom-senso; 
  • se você é uma pessoa MODERADA, você certamente já aprendeu que o necessário e o supérfluo são duas coisas distintas; 
  • se você é uma pessoa CALMA, já compreendeu que a SERENIDADE é uma virtude nobre capaz de trazer equilíbrio para solucionarmos qualquer problema; 
  • se você é PACIENTE, você já compreendeu que o tempo que comanda o tempo dos acontecimentos só tem um relógio chamado Deus, e portanto, saberá esperar; 
  • se você é uma pessoa SIMPLES, já aprendeu que os grandes valores da vida estão na simplicidade dos acontecimentos da vida;
  • se você é uma pessoa AMOROSA, já compreende a necessidade de amarmos indistintamente, sem restrições, conforme Jesus nos ensinou; 
  • se você é uma pessoa CARIDOSA, já entendeu que precisamos olhar ao nosso redor e perceber que sempre haverá necessidades maiores que as nossas; 
  • se você é uma pessoa COMPREENSIVA é porque já aprendeu o grande ofício de SABER OUVIR os outros; 
  • se você é uma pessoa CURIOSA já entendeu que esta motivação deve ser direcionada para a própria instrução e desenvolvimento.
  • se você é uma pessoa INTELIGENTE já compreende que o sucesso depende do direcionamento que você dará a esta força criadora.
  • se você é uma pessoa CRITERIOSA, precisa compreender que as exigências não devem se tornar perfeccionismo, para que não passes a exigir de você aquilo que ainda não está preparado para dar;
  • se você é uma pessoa TOLERANTE, já é capaz de compreender que somos todos imperfeitos, seres em construção, e por isso mesmo temos muitos defeitos a serem refeitos.
  • se você é uma pessoa ALEGRE já entende a importância de um sorriso largo para que possamos amar a vida, com todas as dificuldades que possamos encontrar em nossos caminhos.
  • etc.
E quando tiver dificuldade de seguir com esse projeto, coloca o AMOR na frente, porque, somente este, engloba todas as demais virtudes que ainda temos por conquistar.

Como o desabrochar de uma flor!
 Fiquem com Deus! Alessandra Uzêda

domingo, 15 de abril de 2018

NAS RELAÇÕES HUMANAS

Nas relações com as pessoas, EVITA SEMPRE

Negar inflexivelmente: há sempre a possibilidade de renovar-se-te a opinião; 

Gritar instigante: os sons mais altos podem indispor-nos uns com os outros; 

Responder sem dar a devida atenção ao que foi dito: ouvir bem é sinal de boa educação e de inteligência; 

Menosprezar-lhes a participação: todos podem ser inspirados de forma positiva; 

Mostrar-lhes os defeitos em público: todos temos as nossas próprias falhas no anonimato; 

Revidar aos insultos: Agir de má vontade: nunca sabemos quando nos encontraremos novamente; 

Bajulações interesseiras: a falsidade é vaso frágil e quebrável; 

Exaltações exacerbadas e indevidas: não há quem não se beneficie com o uso da autocrítica; 

Desvalorizar-lhes a dor: cada um sofre e tem perceptiva a sua própria dor.

Conselhos Mediúnicos, Psicografia de Francisco Cajazeiras

sábado, 18 de junho de 2016

DEUS E NÓS


Deus nos garante a vida. Cabe a nós outros aperfeiçoá-la e engrandecê-la.

Deus nos provê de inteligência. Respondemos pela formação da cultura. 

Deus nos ilumina com razão. O discernimento ocorre por nossa conta.

Deus nos alimenta através do amor. Obteremos sempre do amor o que fizermos com ele. 

Deus suscita as circunstâncias. De nós depende a escolha da ação para utilizá-las. 

Deus cria a possibilidade. O trabalho é obra nossa. 

Deus concede o dom de falar. A palavra nos diz respeito. 

Deus espalha recursos. Somos chamados a valorizá-los e desenvolvê-los. 

Deus sugere o bem. Está em nós o senso de concordância. 

Deus cria a semente. Temos o privilégio da plantação no cultivo do solo. 

Deus nos envia o melhor que somos capazes de receber. Aceitação ou rebeldia vertem de nós com os resultados atribuíveis a cada uma. 

Deus estabelece o pensamento livre. Detemos o poder de manejá-lo na pauta dos princípios de causa e efeito. Em todos os lugares encontraremos a criatura associada ao Criador nas ocorrências da Criação. 

A Divina Providência e a Humana Cooperação surgem sempre juntas em todas as realizações da vida, isso porque de Deus vem a dádiva e do Humano dimana a aplicação. 

E já que a Justiça Perfeita nos acompanha e observa em todos os passos da jornada evolutiva, a lei da responsabilidade funciona em todos os climas, determinando méritos ou necessidades de toda pessoa em particular e reduzindo todas as teorias de recompensa e punição ao sábio preceito evangélico: “A cada um segundo as suas obras”

Espírito: EMMANUEL 
Médium: Francisco Cândido Xavier 
Livro: "Encontro Marcado" - EDIÇÃO FEB  

DEUS E O INFINITO

 Que é Deus?

“Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas”. 

Que se deve entender por infinito? 

“O que não tem começo nem fim: o desconhecido; tudo o que é desconhecido é infinito”. 

Poder-se-ia dizer que Deus é o infinito?

“Definição incompleta. Pobreza da linguagem humana, insuficiente para definir o que está acima da linguagem dos humanos”.

Deus é infinito em suas perfeições, mas o infinito é uma abstração. Dizer que Deus é o infinito é tomar o atributo de uma coisa pela coisa mesma, é definir uma coisa que não está conhecida por uma outra que não o está mais do que a primeira. 


ALLAN KARDEC 
Livro: “O Livro dos Espíritos”

domingo, 18 de outubro de 2015

Conheçam as características que identificam os Espíritos depurados.- de O Livro dos Médiuns, Allan KArdec


Características que identificam os Espíritos depurados.

A bondade e a afabilidade são também atributos essenciais dos Espíritos depurados. Eles não alimentam ódio nem para com os homens nem para com os demais Espíritos. Lamentam as fraquezas e criticam os erros, mas sempre com moderação, sem amarguras nem animosidades
Se admitirmos que os Espíritos verdadeiramente bons só podem querer o bem e dizer boas coisas, concluiremos que tudo o que, na linguagem dos Espíritos, denote falta de bondade e afabilidade não pode provir de um Espírito bom.
 A inteligência está longe de ser um sinal seguro de superioridade, porque a inteligência e a moral nem sempre andam juntas. Um Espírito pode ser bom, afável e ter conhecimentos limitados, enquanto um Espírito inteligente e instruído pode ser moralmente bastante inferior.

sábado, 12 de julho de 2014

III- Inteligência e Instinto, O Livro dos Espíritos, Allan Kardec - LIVRO PRIMEIRO - CAPÍTULO IV-PRINCÍPIO VITAL,

LIVRO PRIMEIRO
AS CAUSAS PRIMÁRIAS
CAPÍTULO IV– PRINCÍPIO VITAL
III-Inteligência e Instinto
(Questão 71 à 75)
Deixando o corpo, a alma fica perturbada por algum tempo até que venha a ter consciência de si mesma.

Todos os Espíritos experimentam a perturbação que se segue à separação da alma e do corpo, em diferente grau e pelo diferente tempo,pois isso depende da sua elevação. Aquele que já está depurado se reconhece quase imediatamente, porque se desprendeu da matéria durante a vida corpórea, enquanto o homem carnal, cuja consciência não é pura, conserva por muito tempo mais a impressão da matéria.

O conhecimento do Espiritismo exerce grande influência sobre a duração maior ou menor da perturbação, pois o Espírito compreende antecipadamente a sua situação; mas a prática do bem e a pureza de consciência são o que exerce maior influência.

Comentário de Kardec: No momento da morte, tudo, a princípio, é confuso; a alma necessita de algum tempo para se reconhecer; sente-se como atordoada, no mesmo estado de um homem que saísse de um sono profundo e procurasse compreender a sua situação. A lucidez das ideias e a memória do passado lhe voltam à medida que se extingue a influência da matéria de que se desprendeu, e que se dissipa essa espécie de nevoeiro que lhe turva os pensamentos.

  A duração da perturbação de após morte é muito variável: pode ser de algumas horas, como de muitos meses e mesmo de muitos anos. Aqueles em que é menos longa são os que se identificaram durante a vida com o seu estado futuro, porque então compreendem imediatamente a sua posição.

  Essa perturbação apresenta circunstâncias particulares, segundo o caráter dos indivíduos e sobretudo de acordo com o gênero de morte. Nas mortes violentas, por suicídio suplício, acidente, apoplexia, ferimentos etc. o Espírito é surpreendido, espanta-se, não acredita que esteja morto e sustenta teimosamente que não morreu. Não obstante, vê o seu corpo, sabe que é dele, mas não compreende que esteja separado Procura as pessoas de sua afeição, dirige-se a elas e não entende por que não o ouvem. Esta ilusão mantém-se até o completo desprendimento do espírito, e somente então ele reconhece o seu estado e compreende que não faz mais parte do mundo dos vivos.

  Esse fenômeno é facilmente explicável. Surpreendido pela morte imprevista, o Espírito fica aturdido com a mudança brusca que nele se opera. Para ele, a morte é ainda sinônimo de destruição, de aniquilamento; ora, como continua a pensar, como ainda vê e escuta, não se considera morto. E o que aumenta a sua ilusão é o fato de se ver num corpo semelhante ao que deixou na terra, cuja natureza etérea ainda não teve tempo de verificar. Ele o julga sólido e compacto como o primeiro e, quando se chama a sua atenção para esse ponto, admira-se de não poder apalpá-lo.

  Assemelha-se este fenômeno ao dos sonâmbulos inexperientes que não creem estar dormindo. Para eles, o sono é sinônimo de suspensão das faculdades; ora, como pensam livremente e podem ver, não acham que estejam dormindo. Alguns Espíritos apresentam esta particularidade, embora a morte não os tenha colhido inopinadamente; mas ela é sempre mais generalizada entre os que, apesar de doentes, não pensavam em morrer. Vê-se então o espetáculo singular de um Espírito que assiste aos próprios funerais como os de um estranho, deles falando como de uma coisa que não lhe dissesse respeito, até o momento de compreender a verdade.
  A perturbação que se segue à morte nada tem de penosa para o homem de bem; é calma e em tudo semelhante à que acompanha um despertar tranquilo. Para aquele cuja consciência não está pura, é cheia de ansiedades e angústias.

  Nos casos de morte coletiva, observou-se que todos os que pereceram ao mesmo tempo nem sempre se reveem imediatamente. Na perturbação que se segue à morte, cada um vai para o seu lado ou só se preocupa com aqueles que lhe interessam.