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domingo, 18 de novembro de 2018

Tem CURA para o EGOÍSMO?

Quando estudamos o COMPORTAMENTO EGOÍSTA e O QUE O HOMEM É CAPAZ DE FAZER quando é escravo de seus interesses pessoais, encontramos aí, a RAÍZ de todos os VÍCIOS, e a influência moral que o egoísmo exerce sobre as atitudes humanas.

O Espírito Ermance Dufaux ( OLIVEIRA, 2013, p. 18) explica que SENTIMENTOS ESTRUTURAIS, como CULPA, RAIVA , MEDO, TRISTEZA E ORGULHO, ao longo da caminhada evolutiva, sofreram mutações sob a influência do EGOÍSMO, e com isso, EMOÇÕES BÁSICAS e NECESSÁRIAS ao crescimento evolutivo em estados psíquicos e emotivos passaram a causar SOFRIMENTOS.

A CULPA sob a ótica do AMOR, é exigente orientadora que nos convoca a rever crenças e valores. Em contrapartida, sob o golpe do EGOÍSMO, transforma-se em remorso perturbador e martírio destruidor.

O MEDO sob a ótica do AMOR, indica que queremos responder acertadamente aos desafios, requisitando de nós melhor preparo e atenção. Em contrapartida, dominado pelo EGOÍSMO, transforma-se em INSEGURANÇA e  ANSIEDADE VICIANTE.

A TRISTEZA sob a ótica do AMOR,  nos convida a se ajudar melhor à realidade. Em contrapartida, sob a pressão do EGOÍSMO, encarcera o coração na REVOLTA e na REBELDIA.

O ORGULHO sob a ótica do AMOR, é força que bem orientada, se torna pilar da autoestima. Em contrapartida, sob o fascínio do EGOÍSMO, atola-se nos lamaçais da ARRIGÂNCIA VENENOSA e da VAIDADE ENTORPECENTE.

A MÁGOA  sob a ótica do AMOR é uma dor emocional que nos sacode a descobrir velhas ilusões no campo mental. Em contrapartida, tomada pelo EGOÍSMO, nos incapacidade de PERDOAR e nos leva a uma condição de VÍTIMIZAÇÃO.

A INVEJA  sob a ótica do AMOR, é pista concreta sobre talentos adormecidos nos recessos de nossa inteligência. Em contrapartida, sob o comando do EGOÍSMO, te impede de descobrir os próprios talentos e sua capacidade de realizar, mantendo-o ocupado no desejo pelo que o outro já conquistou.

Somos ainda tão EGOÍSTAS que esses SENTIMENTOS ESTRUTURAIS, colocados por DEUS no HOMEM para o BEM, tornaram-se PAIXÕES corrosivas do sossego e da paz íntima, sendo essas paixões motivadas pelo EXCESSO  QUE SE ACRESCE À PRÓPRIA VONTADE.

E será possível a cura do egoísmo?

" A cura do egoísmo não significa extirpá-lo, mas dar-lhe rota segura para que ele cumpra apenas a sua função educativa de preservação necessária, por meio da consolidação de uma autoestima abundante, que é o alicerce da sanidade e do bem estar na sociedade." (OLIVEIRA, 2013, p.20)

"Curar o egoísmo é aprender a criar uma harmonia interior entre a gritaria do ego e os chamados da consciência, é ter a coragem de olhar para nossa personalidade orgulhosa e interesseira, vaidosa e repleta de melindres, e dar-lhes a direção divina e rica de amor. É reorientar nossos sentimentos para o autoamor." (OLIVEIRA, 2013, p 20).

O processo curativo, não implica em negar interesses pessoais, mas em orientá-los, ao EQUILÍBRIO através da:
  • REEDUCAÇÃO EMOCIONAL
  • REFORMA ÍNTIMA CENTRADA NO AUTOAMOR
Quem decide por essa autotransformação, SEM O ESCUDO DO AUTOAMOR,  pode se deparar com dois reflexos  principais:

  • Primeiro, no campo do PENSAMENTO, é a nociva experiência da IDEALIZAÇÃO. Mentes idealistas pensam muito no mundo, na vida e nas pessoas. idealizam como as pessoas deveriam ser e reagem de forma doentia quando suas expectativas são contrariadas. Um reforma íntima a um idealista, o leva a experimentar dores emocionais da alma, como CARÊNCIA AFETIVA, COMPULSIVA NECESSIDADE DE RESOLVER OS PROBLEMAS ALHEIOS, AUTOABANDONO, SOLIDÃO, FRUSTRAÇÃO. RELACIONAMENTOS TÓXICOS BASEADOS EM DEPENDÊNCIAS EMOCIONAL, MÁGOA RECORRENTE, REVOLTA, CULPA, AUTOCOBRANÇAS E PENITÊNCIAS, ANSIEDADES.PERDA DE SENTIDO DA VIDA. VAZIO EXISTENCIAL, se distanciando cada vez mais da realidade.

  • Segundo, no campo EMOCIONAL, é a corrosão do sentimento de FÉ. Sem fé, surge a DESVITALIZAÇÃO, DEPRESSÃO, DESESPERO, SUICÍDIO, já que se torna muito penoso viver, se distanciando da alegria de viver.
Quem decide por essa autotransformação, SOB O ESCUTO DO AUTOAMOR, suaviza esses reflexos e estimula a caminhada.

O autoamor é protetor. Te possibilita acolher-se no reconhecimento de suas imperfeições. Adequa melhor a idealização do pensamentos à realidade, além de viabilizar o ajuste emocional à autoaceitação. Sob a ótica do AUTOAMOR:

  • a DESCRENÇA NA ALEGRIA DE VIVER, transforma-se em IMPULSO DE AUTOTRANSFORMAÇÃO.
  • O EGOISMO te motiva a CUIDAR DE SI, PENSAR EM SI, tomando por base o bem, não somente o seu , mas o de todos, na perspectiva da realidade, dentro do possível.
Transformar o EGOÍSMO em AUTOAMOR exige CORAGEM. Essa cura interior, vai nos exigir tratar das três principais feridas evolutivas da alma:

  •  O sentimento de inferioridade.
  • A sensação de desamparo.
  • A cruel realidade de nossa falibilidade.
O remédio está nas RECEITAS SUBLIMES DO EVANGELHO DE JESUS, cabe a cada um de nós utilizá-lo na dose certa. 


quarta-feira, 6 de junho de 2018

COMO ESTÁ SEU CONVÍVIO FAMILIAR?

O núcleo familiar é realmente um aprendizado constante. Muitas vezes fico analisando as questões emocionais e comportamentais entre os membros da família, mas sobretudo, como a primeira ramificação desse núcleo familiar pode influenciar dentro de casa. 

É impressionante a capacidade de manifestação das formas-pensamentos pré-estabelecidas, sobretudo, nos momentos de pequenos conflitos que acabam eclodindo em conflitos ainda maiores.

Atualmente, as famílias estão cada vez menores, e também me pergunto o porque disso. Pensar que não deve ser somente uma questão financeira, nos remete a refletir sobre os resgates entre os membros das famílias. 

Quem sou eu pra falar em nome de Deus, mas imagino que Ele na sua Misericórdia Divina, age através de nós, em doses homeopáticas quanto aos resgates com os nossos afetos. Algo do tipo: vou restringir a família a poucos para que consigam dar conta dos conflitos ainda que parcialmente, mas com algum progresso. É a compreensão divina no entendimento de nossas limitações em saber lidar com o outro.

E aí, diria Deus, oportunamente, talvez em outra encarnação, enviaremos outros afetos para seus respectivos resgates, a fim de que consigam dar conta pelo menos de alguma diferença. E vejam só, que as vezes, numa família de apenas dois, não damos conta desse resgate e acabamos tendo que voltar a conviver numa outra vida.  Então para que adiar o inadiável?

Fico pensando como eram as famílias antigas, de apenas  uma ou duas gerações atrás da minha, em que tinham 10 filhos, viviam numa quase "comunidade" com muitas restrições, alimentares, de vestuário, em que a mulher não trabalhava, e estudavam em colégio público.

Havia um ditado popular que dizia assim: onde come um comem dez. De fato, mesmo com toda limitação, não haviam despesas de educação tão altas como as que enfrentamos hoje no Brasil, por não haver colégio público competitivo com as oportunidades dos colégios particulares.

Mas o fato é que atualmente, onde se come um ainda acabam comendo dez, "massssss", onde estuda um, muitas vezes, nem dois podem estudar,   por conta da baixa renda familiar.  Hoje pra você manter dois filhos numa escola particular conceituada no Brasil é preciso dispensar com eles,entre mensalidade e outros gastos,  cerca de cinco, seis mil reais por mês e posso afirmar, que uma minoria têm renda compatível para isso.

Então fico a analisar os comportamentos dentro de um núcleo familiar restrito de apenas um casal com dois filhos.  Vejo as diferenças nas formas de pensar e agir entre os quatro, como oportunidade de crescimento, mas não é tarefa fácil, porque exige esforço, compreensão, tolerância, empatia, concessões, mas sobretudo, amor. Se não houver amor, as coisas não se mantêm, não se superam, e as famílias acabam sendo separadas, para conseguirem viver bem,

Conviver é algo grandioso, é a sala de aula "on line" do ser humano, e exige muitas habilidades para o consciente manejo das energias que ali se misturam, mas não é nada fácil.

Faz vir a tona sentimentos confusos, muitas vezes sem causa justificável, como a culpa;  remorsos; melindres em relação ao outro; nos distanciamos dos enfrentamentos necessários ao crescimento pessoal, afim de evitarmos conflitos; nem sempre sabemos exatamente o que estão pensando, maquinando na mente; quando mais sensíveis, percebemos as alterações de humor; mudanças nas feições; percebemos ainda quando um se fecha para outro e ai é preciso respeitar o momento, para esperar a hora de entrar no espaço do outro.

A convivência exige um verdadeiro malabarismo, exige jogo de cintura, requer flexibilidade para compreender. Por essas e outras que  muitas vezes fica insustentável e as famílias vão se desfazendo, cada vez mais rápido porque a capacidade de tolerar o outro é quase inexistente.

Só o amor sustenta, aliado a uma maturidade espiritual para perceber o todo, entender o propósito maior da vida,  entender que estamos unidos pelos laços eternos e precisamos transformar nossos nós, em belos laços afetivos.

E como se não bastasse os resgates internos entre os membros de uma família, por ora encarnados, ainda veem os nossos inimigos espirituais se intrometer em nossas demandas pessoais. É isso mesmo! Eles se intrometem de tal maneira que muitas vezes não distinguimos se somos nós, os verdadeiros proprietários daqueles pensamentos, sentimentos e atitudes que achamos serem nossos. Agem diretamente em nosso mental, nos influenciando, nos confundindo, incentivando atitudes contrárias ao entendimento mútuo, alimento nossas mágoas antigas, nossos rancores, acentuando nossas diferenças para que ao invés de buscarmos os entendimentos, entremos na natureza dos conflitos eternos, contraditórios ao caminho de nossa felicidade.

Precisamos refletir sobre nossa própria personalidade e ainda, sobre a personalidade daqueles com os quais convivemos, para encontrarmos os meios mais eficazes e favoráveis à nossa felicidade. Vamos perceber coisas como:

  • Afinidades maiores entre alguns dos membros.
  • Desidentificação nos propósitos da vida como um todo.
  • Posicionamentos diferenciados entre seres que recebem a mesma educação, mas que adotam atitudes diferenciadas.
  • Condutas morais diferentes, embora fruto de uma mesma educação.
  • Valores diferentes constituído nas teias das sucessivas encarnações que por ora, eclodem na atual encarnação.
  • Pontos de vista equivocados perante o equilíbrio tão necessário na hora de discernir.
  • Disputas muitas vezes fúteis, em aparato de competitividade, sobre ser melhor, estar melhor, conquistar mais, etc,
  • Sensibilidades mais afloradas, ensejando sentimentos de vitimismo, coitadismo, injustiçado.
  • Emocionalmente mais frágeis uns que os outros.
  • Traços de rudeza que ainda carregam do homem velho primitivo que há em si.
  • Comportamentos agressivos, de autodefesa, por não desejar que o outro perceba suas fragilidades
  • Isolacionismo dentro do próprio lar, a fim de fazerem cada um, aquilo que o satisfaz, sem ter que se submeter ao sacrifício de ceder de alguma forma para o outro.
  • Absenteísmo, prática de estar fora, fora de si, fora do contexto, deslocado, e isso se faz, pelo usos de ferramentas sociais de alienação, tais como, whatsapp, séries, vídeo games, sites de relacionamentos, etc, etc, etc. Enquanto está envolvido o ser se distancia de sua realidade pessoal e do meio em que vive, para viver uma realidade subjetiva e ilusória, fugindo de si.
  • Hábitos diferentes em virtude de rotinas criadas em consonância com as necessidades individuais de cada um.
  • Viciações comportamentais ou morais que podem ser adquiridas ou trazidas em sua  personalidade congênita.
  • Escolhas diferentes que muitas vezes levam uns aos sucesso e outros ao fracasso.
  • Formas de tratamentos diferenciadas entre os membros da família, onde se pode ver que, um pai ou uma mãe pode proteger mais um filho que o outro, e vice-versa. 
Etc, etc, etc.... são muitas as observações que poderia aqui estar dirigindo à autoanálise no núcleo familiar, mas de que importa tudo isso?

Importa que concentremos nossa melhor energia nos nossos maiores desafios, colocando o amor para abrir os caminhos, a compreensão para abrir uma possibilidade de dialogar, a tolerância para aprender a conviver sem julgar, e a vontade firme para buscar um ponto de equilíbrio que lhe permita conviver em harmonia, sem grandes demandas de energia gasta pelo sacrifício.

Tarefa fácil? Não. Diria ainda, que esta é a tarefa mais difícil e desafiadora, que enfrentamos nos resgates de nossas respectivas encarnações.

Sejamos, portanto, perseverantes em nossas demandas pessoais, sejamos resilientes ensejando a capacidade de nos superarmos a cada dia, para o bem de nós mesmos, e daqueles que amamos e fomos convidados a conviver.

Esta não é uma questão isolada de minha família, de minha cidade ou do meu País. Esta é uma questão que envolve todas as nações, porque se trata da humanidade em si.

Vida e Paz!
Alessandra Uzêda

domingo, 1 de abril de 2018

O HOMEM VELHO


Para entendermos o perfil do “homem velho” basta observarmos como pensamos e agimos na vida pessoal e de relação impulsionados pelo desejo de tudo conquistar em benefício apenas de nós próprios e da nossa família. 

Consideramos apenas alguns poucos como amigos, ou seja, aliados na luta desenfreada contra todas as demais pessoas. 

Queremos, poder, prestígio, dinheiro, hegemonia, evidência, vantagens pessoais, benesses de variados tipos para usufruirmos sem pensar nas agruras vividas pelos outros, que consideramos adversários a ser vencidos e se transformarem em nossos subordinados e bajuladores servis. 

Quanto temos investido nessa luta insana, a pretexto de garantir a sobrevivência e a de nossa família. Para nós próprios queremos a extensão maior possível de poder e garantia de um presente e um futuro sem nenhuma dificuldade. Para aplainar os caminhos de nossos filhos, acumulamos patrimônio superior às suas necessidades reais e sugerimos-lhes, indiretamente, a ociosidade e o egoísmo, pretendendo que sejam mais poderosos e frios que nós próprios. 

Há inúmeros casos de pais que induzem tamanho egoísmo a seus filhos, que, no final, aqueles se voltam contra os próprios genitores, desejando-lhes a própria morte para entrarem logo na posse da herança mais ou menos vultosa. 

Esse o perfil do “homem velho”, que faz inimigos, desune pessoas, vive em função de si próprio, revida as ofensas que recebe ou imagina receber, procura evidência em excesso no meio onde vide, acumula o supérfluo, não dá aos outros o de 10 que não necessita, considera a vida como mera competição contra os outros e morre atemorizado pela consciência, que lhe cobra a abertura do coração e da mente à Fraternidade. Quem não o viveu em alguma fase de sua vida ou quem não o vive ainda hoje? 

Montaigne confessou, em seus Ensaios, ter sido, durante certo período da vida, sovina, aferrado às posses materiais. Madalena viveu os primeiros anos de sua existência consagrada à sexualidade exacerbada. Paulo de Tarso enxergou, quando ainda “homem velho”, apenas a própria projeção como intelectual. E assim por diante. 

O autoconhecimento, decorrente da reflexão diária e sincera sobre nossas próprias realidades interiores, mostra se ainda estamos vivendo a fase do “homem velho”. 

Essa análise compete a cada um, seja solitariamente ou com a ajuda de profissionais da Psicologia ou Picanálise. Os referenciais da Religião, todavia, são os ideais para esse trabalho de autoestudo. 
Autor: Luiz Guilherme Marques

sábado, 27 de maio de 2017

Cuidando dos próprios PENSAMENTOS!

Meus bem-amados, Jesus abençoe vocês nessa curta caminhada de grandes conquistas no âmbito do Espírito.

Os pensamentos devem ser vistos na mente como o coração que pulsa no peito de cada um. 

É dele que nasce o amor quanto pensamos no lado bom que o irmão tem a oferecer; é no pensamento que surgem as grandes ideias, edificantes no caminho do bem e da justiça divina; é dele que plasmamos os ideais enobrecedores de nossa caminhada, seja na Terra, seja nos céus.

Cuidem de seus pensamentos como uma mãe cuida de um filho, como uma leoa defende seus filhotes. 

O sucesso de sua caminhada depende do tipo de pensamento que você cultiva na sua mente como ideal de vida.

Por isso mesmo, quando te deparas com um mal pensamento, combate-o enquanto este ainda estiver na mente a fim de que este não vás ao teu coração como uma erva daninha a poluir a sua caminhada.

Quando você internaliza o pensamento como verdade, você o sente como ideal, e o realiza com suas atitudes.  Tudo nasce no pensamento e o sentimento é a ponte que o leva para as realizações.

Mantenham seus pensamentos puros, livres de endividamento para com o próximo, para que possas sentir o amor, sentimento puro, e agir com nobreza de uma conduta amorosa, humilde e exemplar.

Sabemos das limitações dos encarnados, mas jamais duvidem de que são capazes desse feito, pois, já estão no caminho. E quando errar, não se autocondene, nem se recrimine. 

Apenas seja amoroso consigo, aceite-se imperfeito e coloque-se à disposição do Cristo para modificar-se à Luz do Consolador, único caminho e verdade que o fará chegar ao Pai.

Deus abençoe vocês!

Pelo Espírito Irmã Tereza
Psicografia de Alessandra Uzêda
Em 18 de abril de 2016

domingo, 5 de junho de 2016

Como se dá a ação de espíritos desencarnados sobre o homens?

LOUCURA E OBSESSÃO

Os espíritos desencarnados se movimentam e agem conforme a natureza evolutiva que os caracterizam.

O estágio atual de crescimento moral da Terra e daqueles que a habitam, permeia com facilidade, o intercâmbio de entre as mentes que estão na mesma faixa de interesses.

Encarnados e desencarnados atraem-se pelos GOSTOS, ASPIRAÇÕES, sustentando LAÇOS DE DESEQUILÍBRIOS decorrentes do ÓDIO, das PAIXÕES INFERIORES.

Nesse intercâmbio os espíritos desencarnados exercem constrição mental  (Ato ou efeito de reduzir a capacidade mental do encarnado no pensar) e constrição física (ato ou efeito de reduzir a capacidade física do encarnado).

O Espiritismo...

... ratifica a loucura e as causas das obsessões, reconhecendo mecanismos necessários para o restabelecimento de matizes pelas quais ocorre a degeneração da personalidade, nas múltiplas expressões em que se apresenta.

... reconhece que nos episódios de loucura a obsessão merece capítulo especial, cabendo aí uma profunda análise da ALMA  e do COMPORTAMENTO humano.

...seu conhecimento propicia os RECURSOS PARA A EDUCAÇÃO MORAL DO INDIVÍDUO, ensejando a terapia preventiva contra obsessões, e cura quando já existe a obsessão.

Allan Kardec...

... demonstrou que nem toda expressão de loucura significa morbidez e descontrole dos órgãos físicos, com vinculações de natureza hereditária, psicossocial, etc.

... demonstrou que o Espírito é o HERDEIRO DE SI MESMO, dos seus ATOS ANTERIORES, que lhe plasmam o futuro.

O HOMEM deve ser examinado sob o aspecto pleno e total do ESPÍRITO, PERISPÍRITO E MATÉRIA:

  • pelo ESPÍRITO participa da realidade eterna;
  • pelo PERISPÍRITO  vincula-se ao corpo;
  • pelo CORPO vive no mundo material.

O PERISPÍRITO é o órgão intermediário pelo qual experimenta a influência dos demais Espíritos, que estão a sua volta aguardando o momento para o intercâmbio.

Espíritos desencarnados...

... quando são maus e encontram a guarda que as dívidas morais instalam na vida futura, ai nascem as OBSESSÕES que podem ser:
  • a princípio sutis, quase despercebidas;
  • de grande influência assumindo  a gravidade das SUBJUGAÇÕES, muitas vezes irreversíveis.
... quando são bons, a sua influência é inspirativa junto aos quais se sintonizam, elevando-os na sua caminhada de esperança, amor, progresso e conquista da felicidade.

Nos comportamentos Obsessivos...

...as técnicas de atendimento ao paciente, além de exigirem o conhecimento da enfermidade espiritual, impõem ao atendente outros valores preciosos, tais como:
  • conduta moral superior do terapeuta (doutrinador encarregado da desobsessão);
  • conduta moral  superior do paciente, a partir do momento em que toma consciência sobre o problema;
  • deve-se revestir de habilidade afetuosa, sem esquecer do agente causador (espírito obsessor)que é igualmente enfermo, por tomar a justiça nas mãos;
  • o contributo de suas forças mentais deve ser dirigida a ambos, paciente e obsessor;
  • aplicação correta das energias e vibrações, sempre em oração, fé e amor;
  • necessita do preparo emocional para entender e amar  tanto o paciente quando o obsessor.

A cura das obsessões na loucura...

... é de difícil curso e nem sempre rápida;
... depende de múltiplos fatores, sobretudo, da renovação para melhor do paciente;
... o paciente deve se esforçar para:
  • conquistar a simpatia daquele que o persegue;
  • com a simpatia, adquire méritos com a ação pelo bem desinteressado em favor do próximo;
  • com a ação pelo bem, torna-se um benefício pessoal.

A Terapia Desobsessiva é dispensável no tratamento de desobsessão, tornando-se necessário cada vez mais conhecê-la a fundo.


Fonte:  Loucura e Obsessão, Divaldo Pereira Franco pelo Espírito Manoel Filomeno de Miranda. 






quinta-feira, 3 de março de 2016

INCERTEZAS E RECEIOS


Os estados de pânicos são gerados pelas INCERTEZAS, RECEIOS e MEDOS de enfrentar a REALIDADE DA VIDA MODERNA.

A vida moderna tornou a rotina das pessoas muito DINÂMICA e sobretudo COMPETITIVA. Esse dinamismo e competitividade gera uma ANSIEDADE constante baseada nas cobranças que fazemos de nós mesmos para que estejamos acompanhando o que a vida tem imposto ao homem. ´

Como podemos ver esse dinamismo e competitividade na sociedade: por exemplo, no mercado de trabalho:

  • ·      Antigamente bastava haver nível técnico, hoje é elementar a Universidade;
  • ·      Antigamente bastava falar Inglês, hoje uma segunda língua faz toda a diferença numa contratação;
  • ·      Até pouco tempo atrás bastava a Graduação, hoje tonou-se imprescindível uma pós-graduação, um MBA, um doutorado e um Mestrado.

São cobranças impostas à sociedade como um todo, mas que nem todos podem acompanhar. Então:

  • Os efeitos causados pelas sociedades violentas e injustas justificam os estados de ANSIEDADE que ora observamos.

  • Os constantes embates da vida moderna precisamos ser capazes de:
  • ·      Gerenciar a nossa conduta;

  • ·      Proceder com coragem e vontade de enfrentar as montanhas de dificuldades.


Essas DIFICULDADES que enfrentamos são as pedras do PESSIMISMO (porque muitas vezes acreditamos não sermos capazes de vencer tal desafio) e da PERMISSIVIDADE (porque acabamos nos permitindo tomar decisões nem sempre muito corretas para atingir os objetivos). Tudo isso resulta da FRUSTRAÇÃO (por não alcançar aquilo que se deseja) que condiciona a HOSTILIDADE provocando a raiva geradora de atitudes violentas.

Para os padrões de comportamento, tidos como normais, qualquer desvio de conduta tende às emoções inadequadas que respondem diretamente pela tensão emocional, com reações de ansiedade e estresse.

A ANSIEDADE pode surgir:

  • ·      Em crises súbitas; (algo momentâneo)
  • ·      Em crises persistentes. (Algo permanente)

As consequências dessa ANSIEDADE são:

  • ·      Desconforto;
  • ·      Cansaços frequentes;
  • ·      Esgotamento fisio-psiquico, tais como:

o  Insônia,
o  Inquietações
o  Insegurança
o  Intranquilidade, etc.

A INCREDULIDADE justifica os receios e as incertezas porque nessas circunstâncias o homem não acredita na vida após a morte e pensa não ter futuro, vivendo sem esperanças.

Daí a importância da reencarnação para compreendermos que tudo caminha a seu tempo, e que devemos ter paciência e aceitação sobre aquilo que ainda não conquistamos, pois como disse bem Lívia, tudo isso condiciona o estado de ANGÚSTIAS, TEMORES, RECEIOS, INCERTEZAS e DESESPERANÇA.

Quando já temos a certeza da IMORTALIDADE passamos a desenvolver qualidades espirituais que nos ajudam a vencer as dificuldades existenciais.

RESPONSABILIDADE e LIBERDADE – Conceitos com base nas escolhas essenciais a partir do LIVRE-ARBÍTRIO. Assim, nos reconhecemos como RESPONSÁVEIS PELOS NOSSOS ATOS e assumimos total compromisso com o mérito ou demérito de nossas ações. Quando sabemos valorizar a LIBERDADE DE AGIR estamos respeitando as Leis Morais, que concretizam todas as possibilidades da evolução.

Se perguntarmos, a nós mesmos, o por que dos sofrimentos e examinarmos a nossa consciência a resposta virá de imediato: alguma falta cometemos no passado ou no presente, resultando em dores e aflições.

É preciso a CONSCIENTIZAÇÃO e o APRIMORAMENTO para que conquistemos o contentamento e a alegria de viver, isto é, a auto-realização.  Quando estamos realizados com aquilo que fazemos  mobilizamos recursos interiores que vão beneficiar a mente e o corpo.

É preciso que disponibilizemos VALORES ÉTICOS MORAIS que irão repercutir positivamente na convivência como um todo. Esses valores propiciam:

  • ·      Discernimento;
  • ·      Ação de caridade;
  • ·      Sabedoria;
  • ·      Compreensão e
  • ·      Indulgência.

O homem mentalmente saudável tem a consciência lúcida de que se harmonizando do ambiente em que vive irá desenvolver qualidades essenciais para maturidade emocional e interagir com a vida.

Os ensinamentos de Jesus promovem virtudes que deverão ser desenvolvidas por toda a humanidade. Estes favorecem o nosso AGIR CONSCIENTE de que a ANSIEDADE e a INCEREZA acarretam CONFLITOS EMERGENTES tais como:

  • ·      Inconformismo
  • ·      Precipitação
  • ·      Inquietação

Os CONFLITOS EMERGENTES indicam enfermidades de fundo psíquico-espiritual e que devemos combater de forma energética, antes que tenhamos que vivenciar os sofrimentos causados por estes.

Quando não aceitamos uma prova, acabamos na intolerância que pode nos levar a ANSIEDADE HABITUAL afetando o nosso psiquismo.

O que fazer para evitar ATITUDES AUTODESTRUTIVAS?

  • ·      Modificar a forma de encarar o mundo;
  • ·      Enfrentar os desafios
  • ·      Paciência e aprendizado
  • ·      Orar constantemente
  • ·      Vigiar os pensamentos
  • ·      Discernir entre o bem e o mal e entre o que é lícito e ilícito


Os esforços subsequentes da espera para a realização do que gostaríamos, nos torna sensíveis e maleáveis na sua ação consciente. Para isso são necessárias virtudes essenciais, para a conquista dessa paz interior.
  • ·      Indulgência
  • ·      Tolerância
  • ·      Paciência
  • ·     
  • ·      Esperança


Para a FÉ VACILANTE – Orar e vigiar constantemente os nossos pensamentos e exercitar a vontade e a confiança na providência divina.

Para a FÉ RACIONAL – recondiciona as boas intenções e justifica a necessidade de sentirmos e acreditarmos na ajuda do Alto.

Deus nunca abandona aquele que:

  • ·      Trabalha e luta pela sua própria evolução;
  • ·      Analisa as suas imperfeições combatendo as más tendências;
  • · Se esforça por dizer a si mesmo que cada dia trará um novo aprendizado.
  • ·      Se encontra imbuído no processo de autoajuda.

A FÉ é a concretização da VONTADE

A ESPERANÇA é o caminho a percorrer no trabalho do autoconhecimento.

A vida sem ESPERANÇA torna-se estressante e sem perspectiva de melhoria ou mudança.  É preciso fortalecer os propósitos MORAIS de autotransformação para que possamos transformar as incertezas em certezas e os receios em realizações.

Fonte: Frente ao estresse,de Lívia Pereira Santos



sábado, 20 de fevereiro de 2016

Como conquistar algo que se deseja?

AUTOCONHECIMENTO
BUSCA DE SI MESMO

Primeiramente, é preciso identificar o que se quer e o que não se quer perante a sua existência. Essa é a condição indispensável para efetuarmos mudanças consistentes e mudar o rumo de nossas provas, isto é, de tudo aquilo que acontece em nossa vida para aprendermos e nos desenvolvermos.

Um bom começo está em identificar os próprios medos:

  • É a partir dos medos que efetuamos alguma condição íntima para efetuarmos mudanças;
  • Não permita que o medo o impeça de falar dele. É preciso o enfrentamento da situação que lhe causa medo, para deixar de senti-lo após a superação;

Como identificar aquilo que você realmente DESEJA CONQUISTAR?

  • Escreva uma relação de coisas que você sonha ou deseja conquistar na vida,  e que ainda não foi possível realizar.

EXERCÍCIO DE REFLEXÃO 
PARA SE CONQUISTAR O QUE DESEJA
  • Identifique algo que você deseja realizar de sua relação, aquilo que você gostaria que existisse em sua vida.
  • Responda quais as razões que te impedem de realizar esse desejo?
  • A quem você atribui a responsabilidade de você não realizar o que gostaria? A você mesmo ou a outro?
  • Se SUA, reflita o que falta de concreto para você realizar esse desejo? O que fazer para vencer esses obstáculos e conquistar seu desejo?

  •  Se do OUTRO, reflita porque abre mão de um desejo seu para satisfazer alguém? O que fazer para mudar essa situação de subjugação?

  • Trace METAS - planeje a MUDANÇA dessa situação. 
  • Para conquistar a sua realização pessoal.

HORA DE DECIDIR

Surge o MEDO DE DECIDIR. Então responda à seguinte pergunta:

O que vou "perder" e "ganhar" com o cumprimento dessas metas para conquistar meu desejo?


HORA DA TOMADA DE DECISÃO

Esse é o momento em que VOCÊ PRECISA SEGUIR SOZINHO, porque depende única e exclusivamente  de VOCÊ.

Enfrente o medo de decidir e assuma o comando de seu livre-arbítrio, sem ferir os ensinamentos elementares de respeito ao próximo:

  • Coloque-se no lugar do outro e permita-se sentir se gostaria que fizessem o mesmo com você.
  • Compreenda que o seu limite termina quando o do outro começa.
  • Compreenda que tudo é permitido, mas nem tudo nos convém.
  • A Lei de Causa e Efeito é implacável. Temos responsabilidades sobre nossas decisões.


    Mudar muitas vezes, implica em conflitos, atritos e perdas. Exige uma atitude de mudança comportamental que pode vir a favorecer o seu equilíbrio emocional, espiritual, psicológico e até mesmo, físico.





sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

COMBATENDO A TRISTEZA

COMBATENDO A TRISTEZA
Em o Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec fala sobre a melancolia no capítulo V, item 25, chamando-nos a atenção para o significado real dessa tristeza que muitas vezes sentimos e que nem sempre sabemos exatamente de onde ela vem. Ele diz:
“Sabeis porque uma vaga tristeza se apodera por vezes dos vossos corações e vos faz achar a vida tão amarga?
É o vosso espírito que aspira à felicidade e à liberdade, e que, preso ao corpo que lhe serve de prisão, se extenua em vãos esforços para dele sair. Mas, vendo que são inúteis, cai no desencorajamento, e o corpo, suportando sua influência, a languidez, o abatimento, e uma espécie de apatia se apoderam de vós, e vos achais infelizes.
Crede-me, resiste com energia a essas impressões que enfraquecem a vossa vontade. ”
(O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo V, item 25)
A tristeza desperta no homem uma série de sintomas PSICOLÓGICOS que podem ou não repercutir no FÍSICO, a depender da intensidade e da sua capacidade de superação.

Sintomas Psicológicos:
·        Crises de choro
·        Pessimismo
·        Angústia
·        Depressão, etc.
Sintomas Físicos;
·        Perda de apetite
·        Desinteresse por si próprio
·        Apatia e desânimo, falta de iniciativa para a vida, etc.

Lívia explica que esses estados alterados e complexos, o medo e as inibições produzem uma sobrecarga psíquica-fisiológica expressando- se através das muito conhecidas neuroses e traumas de difíceis soluções.

Espiritualmente, pode-se dizer que o ESPÍRITO preso ao CORPO FÍSICO, precisa de mudanças e transformações profundas para merecer e conquistar uma encarnação de equilíbrio e mérito.

Para que isso ocorra, deve-se mergulhar na busca do AUTOCONHECIMENTO, buscando a cada dia conhecer-se melhor.

Com relação aos DESAFIOS QUE OS CONSTRANGEM, o espírito deve enfrenta-los como provas que servirão de meio para a sua caminhada evolutiva.

Os caminhos para esse enfrentamento são as TERAPIAS que a ciência moderna e as Doutrinas Espiritualistas colocam a disposição para a tomada de consciência.
Poucas são as pessoas que conseguem por si só, sem uma ajuda externa, sair desses quadros de tristezas mais profundas.

É preciso sempre aliar a CURA FÍSICA com a CURA ESPIRITUAL vislumbrando um tratamento holístico, no qual o ser é visto como um todo (corpo, mente e espírito).
Dentro dessa proposta de cura, o homem se pré-dispõe ao trabalho de AUTOTRANSFORMAÇÃO, que vai lhe trazer bem-estar e equilíbrio.

Em contrapartida, quando nos encontramos em crise, temos uma tendência a se defender, e acabamos nos isolando numa espécie de carapaça emocional, que vem a refletir em nossos COMPORTAMENTOS atuais.

É preciso que, enfrentemos os MEDOS, INSEGURANÇAS através da VONTADE, do ESFORÇO, BOA VONTADE E TRABALHO, o que demonstra o reconhecimento do momento em que se está enfrentando desafios maiores.

A busca deve ser pela REDUÇÃO:
·        DO ESTRESSE
·        DA ANSIEDADE

Controlando esses dois sintomas de ESTRESSE e a ANSIEDADE, estaremos preparados para AGIR e REAGIR diante:
·        Das circunstâncias embaraçosas;
·        Dos constrangimentos a que somos submetidos;
·        Das perseguições espirituais

Há dois aspectos de fundamental importância para enfrentarmos essa situação de estresse e ansiedade com serenidade e equilíbrio, para que a não fiquemos paralisados:
·        Cultivando uma visão otimista da vida
·        Buscar a espiritualização estimulando a fé e a esperança.

Quando estamos num estado de apatia, tomados pelo desânimo geral pela vida sentimos sobretudo:
·        Insatisfação com tudo, muitas vezes nos colocando em condições de lamúrias e reclamações constantes.
·        Perdemos de vista o objetivo de nossa própria vida: quem sou eu? O que já fiz? O que falta conquistar?

É então, quando colocamos a nossa ALMA num processo de ESTAGNAÇÃO, VICIAÇÃO E HÁBITOS PERNICIOSOS. Na contrapartida desse estado da alma, é preciso iniciarmos um movimento de renovação constante, com muito esforço, firmeza e decisão para conseguirmos bons resultamos quanto à elevação da alma.

É preciso mergulhar em busca da REFORMA ÍNTIMA, do DESEJO SINCERO DE SE AUTOTRANSFORMAR, identificando em si os traços indeléveis do CARÁTER E PERSONALIDADE para a sua própria melhoria e crescimento MORAL e ESPIRITUAL.

É preciso nesse processo de BUSCA INTERIOR enfrentarmos a nossa PRÓRPIA SOMBRA a fim de que tomemos consciência de nossos próprios ERROS E ACERTOS, tais como desvios de caráter e de conduta, avareza e ambição, violência, egoísmo, orgulho e vaidade, para a partir dessa conscientização, criarmos condições de modifica-los.

É preciso ainda que tomemos a consciência de que os desvios de caráter e de conduta são consequências de nossas ESCOLHAS e do LIVRE-ARBÍTRIO

Os desvios de caráter são indícios de IMPERFEIÇÕES MORAIS da alma do homem hostil, indiferente, agressivo e violento como muito bem coloca a autora do livro, consequência de suas escolhas e uso de seu livre-arbítrio.

Quando o homem age com ORGULHO e AMBIÇÃO os seus VALORES SE AMESQUINHAM e ele se distancia cada vez mais das LEIS DIVINAS. Enfermo da alma, sem rumo e sem amor, torna-se solitário e inconsequente. Essas condutas fortalecem o estado de tristeza que homem carrega em sua alma.

Entretanto, quando já entende que só o progresso impulsiona ao exercício das Leis Maiores, fortalece os BONS PENSAMENTOS e APERFEIÇOA O CARÁTER, aprimora a consciência e busca o aprendizado espiritual. Já essas condutas fortalecem a alma, distanciando o homem dos processos de tristezas por não saber lidar com os desafios da vida.

Precisamos compreender que todos nós, indistintamente, e em diferentes intensidades, estamos sujeitos a sentir em algum momento de nossas vidas, essa tristeza, melancolia, essa sensação de incapacidade de lidar com os problemas da vida.  Tudo isso são provas colocadas em nossa caminhada, através de nossas vivências para que possamos crescer e evoluir a todo instante, sempre buscando agir com discernimento e equilíbrio diante das dificuldades para que não venhamos a ferir dois princípios básicos dos Direitos Naturais que Deus tratou de dar a todos os seus filhos:

·        Seu direito termina quando o do outro começa;
·        Não faça ao outro, aquilo que não gostaria que fizessem contigo.

Portanto, antes de agir reflita:
·        Que se o seu direito termina quando o do outro começa, há um limite para ser respeitado.

·        Que a verdade e a razão nem sempre está conosco. É preciso se abrir a escutar o outro e entende-lo, antes de tomar atitudes erradas.


·        Coloque-se no lugar do outro e analise se aquela atitude irá causar algum dano às pessoas envolvidas no processo.  Se não causar nenhum mal, siga em frente, a razão pode mesmo estar com você. Se causar algum dano, recue e reflita outros meios de se atingir os seus objetivos.

       Fonte: Frente ao estresse
       Autora: Lívia Pereira Santos