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sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

O melindre detrói sonhos!

O melindre denota uma capacidade para se ressentir ou se magoar diante de determinadas situações.

A questão está em conseguirmos vislumbrar as causas primeiras, aquelas que antecedem a primeira motivação para o melindre. 

Muitas vezes, o motivo real causador do melindre não reflete a mensagem implícita, aquilo que de fato representa a intenção também real, para se chegar ao melindre em si. 

O melindre é na verdade, uma consequência de algo intrigante, algo mais profundo que entristece, que desanima, e que muitas vezes decepciona, que te incomoda profundamente no âmbito de suas emoções. E se incomoda tanto no âmbito de suas emoções é porque certamente algo não vai bem. 

Emoções são a expressão de nossos sentimentos. Se as emoções não vão bem, os sentimentos andam mesmo em desequilíbrio. E sentimentos em desequilíbrio requer autoconhecimento, autorreflexão para a partir daí ocorrer a autotransformação capaz de deixar a pessoa mais equilibrada emocionalmente, e consciente de sua realidade pessoal, não se permitir melindrar.

Devemos nos perguntar:
1. Por que melindramos e quais as motivações?
2. Que emoção primária o melindre nos acomete?
3. O que significa essa emoção primária?
4. Quais as consequências dessa emoção primária?
5. Qual ou quais as emoções secundárias geradas a partir da emoção primária?
6. Quais as consequências das emoções secundárias?
7. Quais as minhas habilidades que poderiam ter sido usada para evitar o melindre?
8. Se assim tivesse feito, quais seriam as consequências? Você teria melindrado?

A exemplo disso, ampliando a nossa capacidade de compreender melhor a situação temos:

Respostas:
1. Melindre: Tristeza
   Motivações: Pessoa fala com segundas intenções. Tem sempre uma mensagem subliminar implícita. Não há pureza no coração, e portanto, não pode haver pureza no que se fala.
2. Tristeza
3. A tristeza é um estado afetivo caracterizado pela falta de alegria, pela melancolia no propósito da relação interpessoal. Significa a surpresa de descobrir como de fato é a pessoa através de seus pensamentos. 
4. Traz como consequência esfriamento da relação, distanciamento em relação ao outro. 
5. Decepção e Desconfiança, estado constante de alerta, já que não diz diretamente o que sente.
6. As consequências estão num esforço constante de compreender as motivações reais do outro. Nada é puro, simples e livre de mensagens subliminares. Parece que a pessoa esta sempre articulando. 
7. Capacidade de compreender as limitações do outro. Ampliar a perspectiva de perdoar já que se ama. Compreender que o outro não consegue expressar o que realmente sente, não sabe lidar com seus sentimentos. Se autoconhecer para mostrar através do exemplo que é possível agir sem uma segunda intenção. Se firmar com atitudes positivas não absorvendo a energia pessimista e negativa do outro. Não dar grandes importâncias ao que se fala, absorvendo apenas o que há de melhor no outro.
8.Se assim tivesse feito, não deixaria a tristeza chegar, a decepção fazer guarida no coração. Enxergaria seus reais potencias positivos para que pudesse, explorá-lo melhor em relação as motivações do melindre em si.  Se não fez assim e ama, então só lhe resta perdoar e viver feliz.

As perguntas acima servem para qualquer situação em que ocorra um melindre, não só nas relações de convivência. Você pode fazer a análise respondendo ás perguntas com seriedade e vai encontrar as respostas.

Essa reflexão é essencial diante daquilo que nos incomoda para que, conhecendo, possamos decidir sobre mudar ou não, já que o melindre em si, destrói sonhos.

sábado, 11 de agosto de 2018

A LIÇÃO DA BORBOLETA

"Um dia, uma pequena abertura apareceu num casulo; um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. 

Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.

Então o homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho, era pequeno e tinha as asas amassadas. 

O homem continuou a observá-la, porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar a tempo. Nada aconteceu! 

Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. 

O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo pelo qual Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de forma que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.

 Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar. 

Eu pedi forças... e Deus deu-me dificuldades para fazer-me forte. 
Eu pedi sabedoria... e Deus deu-me problemas para resolver. 
Eu pedi prosperidade... e Deus deu-me cérebro e músculos para trabalhar. 
Eu pedi coragem... e Deus deu-me obstáculos para superar. 
Eu pedi amor... e Deus deu-me pessoas com problemas para ajudar. 
Eu pedi favores... e Deus deu-me oportunidades. 

Eu não recebi nada do que pedi... mas eu recebi tudo de que precisava." 

Viva a vida sem medo, enfrente todos os obstáculos e mostre que você pode superá-los

Envie esta mensagem a seus amigos e mostre o quanto você se importa com eles. Envie isto a todo mundo a quem você considera um AMIGO, mesmo que isso signifique mandar para a mesma pessoa que lhe enviou.

Livro: Mensagens Transformadoras para nossa reflexão.

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

OS COFLITOS TAMBÉM SÃO NECESSÁRIOS!

A transformação pessoal pode ser voluntária, pela busca pessoal, mas também pode ser fruto de conflitos existentes e necessários nas relações de convivências.

É certo que ninguém muda ninguém; e que vivendo isoladamente ninguém ninguém consegue mudar também. Precisamos conviver, para que possamos mudar nos encontros da vida. 

É nas relações de convivência que nos transformamos. Quando convivemos nos dispomos a conhecer e nos envolver com novas ideias e sentimentos do outro. 

É importante observar que não existem sentimentos, bons ou ruins, sem a existência do outro, sem o seu contato. Passar pela vida sem se permitir um relacionamento próximo com o outro, é não crescer, não evoluir, não se transformar. 

Basta analisar a sua relação com as pessoas de seu convívio familiar, de trabalho, amigos, enfim, como essas pessoas contribuem para a sua transformação pessoal cotidianamente? Como elas podem tornar-lhe alguém melhor?

É claro que nem todo relacionamento são flores. Há aquelas convivências  que na verdade gostaríamos que nunca tivessem acontecido. Mas partindo do princípio de que nada acontece por acaso, e que não cai uma só folha no chão sem a permissão de Deus, que tal pensarmos que tal experiência negativa, tinha ou ainda tem algo de positivo a nos ensinar? 

São as pedras do caminho nos convidando a refletir e ressignificar.  Mas como podemos fazer isso, já que não parece tão fácil?

Primeiramente é preciso trabalhar aceitação e perdão. Aceitação para compreender que naquele momento ainda não estava pronto para lidar com o fato, mas que agora é tempo de mudar. Perdão, para se libertar do peso da ofensa, da mágoa, da ferida constantemente aberta. 

Segundo, é preciso refletir sobre a sua parcela de responsabilidade para que tenham chegado a tal conflito, e a partir daí, reconhecendo que nenhum conflito é unilateral e que ambos de alguma forma têm responsabilidades, ressignficar. E ressignificar implica em dar um novo sentido, para o efeito negativo que aquilo causou. 

Para tanto, pergunte-se o que o motivo da ofensa está lhe convidando a aprender? Por exemplo, se o motivo do conflito for poder, que tal aprender a ser um pouco mais humilde? 

É dessa forma que vamos dando novo sentido aos conflitos existentes nas relações de convivência, porque alguém, geralmente com maior maturidade espiritual precisa entender a incapacidade de tomar atitude de reparação do outro, e ter a iniciativa para mudar, transformar.

Quando finalmente aceitamos que somos pequenos, ínfimos, dada a compreensão da existência e importância do outro, e principalmente da grandeza de Deus, é que finalmente nos tornamos grandes em valor, aprendemos a amar mesmo diante dos conflitos.


terça-feira, 24 de julho de 2018

Livros que tive o prazer de escrever e publicar!


Queridos Amigos,

Adquiram os ebooks de minha autoria! Publicados no Amazon.com ambos trarão reflexões importantes para o autoconhecimento e a valorização daquilo que realmente importa na vida, nos permitindo perceber como nos equivocamos dando importância a coisas não tão importantes, e como não atribuímos a devida importância àquilo que de fato tem valor para a vida. Seja feliz! Alessandra Uzêda







domingo, 15 de julho de 2018

O DEVER QUE CABE A CADA UM DE NÓS

León Denis, diz que  "O dever é o conjunto das prescrições da lei moral, a regra pela qual o homem deve conduzir-se nas relações com seus semelhantes e com o Universo inteiro."

É preciso compreender que o dever é algo que está bem acima da Humanidade, o que quer dizer, que exige de nós os grandes sacrifícios, franco devotamento nas causas nobres, e a vontade firme de realização.

Nem sempre traz grandes alegrias em seu cumprimento, pode tornar-se  pavoroso, inflexível sempre, exigente, porém, sempre está apontando para o caminho das ascensão e progresso do ser.

Léon Denis, nos afirma que "O dever não é idêntico para todos; varia segundo nossa condição e saber."

Pode-se verificar nessa afirmativa, a certeza de que entre a humanidade, encontramos diferentes níveis de consciência. Quanto mais consciente, mais ampliada a nossa capacidade de perceber e sintonizar com as condições impostas pelo dever, maior habilidade desenvolvemos para o exercício de nosso dever.

O cumprimento do Dever nos proporciona a paz interior, a serenidade de espírito, mais preciosa que todos os bens da Terra, e que, podemos experimentar em meio às  provações e dificuldade que vivenciamos, mas que fazem parte do planejamento evolutivo de cada um.

Não podemos intervir, evitar ou desviar os acontecimentos que perturbam essa paz ou serenidade que o cumprimento do dever nos proporciona, porque o nosso destino deve seguir os seus trâmites rigorosos, mas sempre podemos, enfrentar as mais difíceis provas da vida, buscando a serenidade para aceitar, deixando o conformismo de lado para enxergar a possibilidade de modificar aquela situação ruim em algo de bom. é firmar essa paz de consciência, esse contentamento íntimo que o cumprimento do dever acarreta, mesmo diante das dificuldades.

Léon Denis, em seu livro Depois da Morte, afirma que :


 "Todos os Espíritos superiores têm profundamente enraizado em si o sentimento do dever; é sem esforços que seguem a própria rota. "

A medida que evoluem, que vão progredindo, apresentam espontaneamente, como uma tendência natural, a aptidão para o cumprimento do dever sem grandes sacrifícios, que por consequência disso,  se afastam das coisas vis e orientam os impulsos do ser para o bem. Nota-se claramente que os valores se transformam à medida que o ser se transforma e evolui.

Léon Denis nos sugere que: "O dever torna-se, então, uma obrigação de todos os momentos, a condição imprescindível da existência, um poder ao qual nos sentimos indissoluvelmente ligados para a vida e para a morte."

O dever oferece múltiplas formas: 
  • há o dever para conosco, que consiste em nos respeitarmos, em nos governarmos com sabedoria, em não realizarmos senão o que for útil, digno e belo; 
  • há o dever profissional, que exige o cumprimento consciencioso das obrigações de nossos encargos; 
  • há o dever social, que nos convida a amar os homens, a trabalhar por eles, a servir fielmente ao nosso país e à Humanidade; 
  • há o dever para com Deus...
O dever não tem limites.
 Sempre podemos melhorar. 


É no sacrifício de si, que o homem encontra o mais seguro meio de se engrandecer e de se depurar.  

Nesse contexto, podemos encontrar aquelas pessoas que se encontram no caminho de volta a si, através do autoconhecimento, da autorreflexão, na busca de respostas para as questões que desnudam, trazem a tona, o homem velho que nela ainda habita para que, consciente de suas imperfeições, aprendam a dizer não para si, submetendo-se ao sacrifício de si quando consegue dizer não para as coisas que desejam, mas que porém, já não mais lhe convém.

A honestidade é a essência do homem moral, infeliz daquele que dela se afasta. 

Léon Denis define o HOMEM HONESTO como: 
  • Aquele que faz o bem pelo bem, sem procurar aprovação nem recompensa. 
  • Desconhecendo o ódio, a vingança, esquece as ofensas e perdoa aos seus Inimigos. 
  • É benévolo para com todos, protetor para com os humildes. 
  • Em cada ser humano vê um irmão, seja qual for seu país, seja qual for sua fé. 
  • Tolerante, ele sabe respeitar as crenças sinceras, desculpa as faltas dos outros, sabe realçar-lhes as qualidades; jamais é maledicente.
  • Usa com moderação dos bens que a vida lhe concede, consagra-os ao melhoramento social e, quando na pobreza, de ninguém tem Inveja ou ciúme. 
 E nos chama a atenção para o fato de que:

A honestidade perante o mundo nem sempre é honestidade de acordo com as leis divinas. 

 O mérito e a virtude são algumas vezes desconhecidos na Terra, e quando não são desconhecidos, são mesmo ignorados pelas pessoas, como condições indispensáveis para a conquista de uma sociedade consciente, livre das paixões e interesses materiais.

Léon Denis afirma que: "Antes de tudo, o homem honesto busca o julgamento e o aplauso da sua própria consciência."

 A Doutrina Espírita tem um alcance moral que amplia o sentido do dever que cabe ao homem consciente, pois à medida que vai tomando consciência, vai ampliando o seu saber, e na mesma medida, vai aumentando a sua responsabilidade por suas próprias escolhas. Por conseguinte, o saber uma vez ampliado, faz com que sua própria consciência lhe cobre a energia necessária para sua transformação pessoal para melhor.

As vozes dos Espíritos têm feito vibrar ecos em si, têm despertado forças adormecidas na maior parte dos homens e que o Impelem poderosamente na sua marcha ascensional.

A prática constante do dever
 leva-nos ao aperfeiçoamento. 

Para isso, é preciso se dispor À prática constante do AUTOCONHECIMENTO, aprofundando o processo de AUTORREFLEXÃO que lhe permitirá descobrir não só o bem que há em ti, mas também, o mal que ainda cultiva, latente, esperando apenas o momento de vir à tona. Ninguém pode remediar o mal sem antes o conhecer, daí a necessidade da autorreflexão.

Podemos nos estudar analisado outros homens.. Se algum vício, algum defeito terrível em outra pessoa me impressiona, procuremos ver com cuidado se existe em nós germe idêntico; e, se o descobrirmos, empenhemo-nos pelo arrancar.

O autoconhecimento permitirá um contato íntimo consigo mesmo, que lhe permitirá reconhecer a sua alma pela sua realidade, isto é, que com todas as imperfeiçoes deverá ser lapidada na caminhada da vida.

Reconhecer em nós imperfeições, nos afasta da presunção e da tola vaidade. Porém de nada adianta reconhecer nossas imperfeições se não nos submetermos a uma disciplina reparadora, que nos transforme a cada dia em alguém melhor. É o meio mais eficaz de regularmos as  tendências mais ocultas de nosso ser moral.

 Léon Denis afirma que "Só os primeiros esforços são penosos; por isso, e antes de tudo, aprendamos a dominar-nos."

As primeiras impressões são fugitivas e volúveis, ou seja, tudo acontecerá para que você se desvie de seu propósito. É preciso ter VONTADE FIRME a governar os impulsos da alma.

Aprender a governar a nossa vontade, é estabelecer uma relação de autoridade sobre nossos desejos, nossos impulsos, e então, jamais nos deixaremos dominar por elas.

O homem foi criado por Deus para viver em Sociedade. As boas escolhas de suas relações, seus amigos, num convívio íntegro, de boas influências, tende a desviá-los das conversas frívolas, dos assuntos ociosos, que conduzem à maledicência.

Digamos sempre a verdade, 
quaisquer que possam ser os resultados.

A verdade é ferramenta de aperfeiçoamento quando a sabemos usar. Primeiramente, precisamos compreender o contexto em que a verdade aparece para traze-la a tona.  E esse contexto deve ser pensado considerando as partes envolvidas, de tal sorte que encontrarás o melhor caminho de trazer essa verdade, de evidenciá-la perante o outro.

A verdade deve ser sempre dita, mas é preciso pensar antes de dizê-la, como vai externar essa verdade, há muitas maneiras de dizer a verdade, e o bom cristão precisa encontrar o meio mair eficaz de dize-la sem ferir, sem destruir os sonhos do outro, sem gerar mais traumas e mais problemas em função dessa verdade. É preciso colocar-se no lugar do outro para saber se gostaria de ouvir tal verdade na mesma intensidade. Nem sempre o que o outro espera de você é exatamente a verdade, mas um entendimento, um conforto, um carinho, um apoio. Esteja atento sempre que uma verdade precise ser revelada por você!

Criar o hábito salutar de se fortalecer no estudo e no recolhimento, permitirá que a alma encontre novas forças e nova luz, e sentirá a realização de poder dizer que realizou hoje obra útil, alcançou avanços na sua melhora íntima, no cumprimento fiel de seu dever.

Bibliografia: Depois da Morte , Léon Denis

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Sono fora de hora? Influência Espiritual?

Que acontece quando somos tomados por um sono intermitente e incontrolável em plena atividade cotidiana?

Partindo do princípio de que você teve uma noite saudável de sono,  se está com boa saúde e não está tomando nenhuma medicação que possa estar lhe causando um sono incontrolável, é preciso admitir a possibilidade de estarmos sob a ação ou influência de Espíritos que nos acompanham ou que acompanham aqueles com os quais convivemos.

Essa consequência do sono incontrolável demonstra que esses Espíritos imbu[idos de nos fazerem o mal ou não, pois podem estar apenas querendo usufruir de nossas energias sem a intenção real de nos fazer mal, se utilizam  do nosso despreparo, do ponto de vista  energético e espiritual, para nos entorpecer os sentidos com a finalidade única de nos manter a sob sua tutela, para a sua satisfação pessoal, mantendo-nos cativos sem o  discernimento, maturidade ou preparo necessários, para se desconectar com essas energias. É preciso aprender a levar a vida em todas as suas nuances, com a espiritualidade que nos ajuda, nos auxilia em tempo integral. É preciso criar essa sintonia para que possamos escutar os bons conselhos de nossos Anjos Guardiões, Espíritos Amigos, Mentores, guias, como queira chamar.

Do mesmo jeito que temos em nosso campo vibratório, esses espíritos obsessores que sugam as energias que entorpecem os sentidos do encarnado pelo sono para sugar sua energia vital,  temos também, a Espiritualidade Amiga atuante e constante nos aconselhando a seguir, a persistir, a não  desistir. 

Acontece que estamos tão  mergulhados nos problemas, entorpecidos de fato,  que não conseguimos atingir o padrão vibratório do qual a Espiritualidade  Amiga precisa para se conectar conosco e nos fazer escutar os bons conselhos. É preciso abrir um canal de sintonia com essa energia de alto poder curativo e de solução para a vida do encarnado.

E como se faz essa conexão? Através  da prece sincera, pedindo a intervenção espiritual curativa, bem como, a proteção divina dos seres de luz que se dispõem a te ajudar e a ajudar aqueles que os rodeiam.

A cada novo dia, Deus nos concede 24 horas de páginas em branco para que possamos construir uma nova história. Então, porque não colocar Ele em todas as nossas atividades do dia, conectando-se à Espiritualidade pela prece simples, sincera e sentida, a fim de que possas exercer com propriedade e sem intervenções espirituais, as suas atividades do dia a dia?

Todas as nossas atividades cotidianas demandam uma troca de energias que podem ser boas ou ruins. 
  • Quando boas, ótimo, excelente! Demonstra que você está na perfeita sintonia com a força criadora que há em ti, perante o Universo. 
  • Quando ruins, é preciso reagir positivamente, transmutando-a em energia positiva e do bem, através dessa conexão espiritual muito  necessária em nosso dia a dia e em nossas vidas de relações.
Sensibilizar as nossas atividades para o contexto da magnitude do ser, de tal forma que, consiga considerar na problemática cotidiana, o ser integralmente em corpo, mente, emoções e Espirito é ferramente indispensável para a autoproteção mediante as influenciações energéticas que movimentam as coisas, as pessoas ou o ambiente.

Experienciar as dificuldades perante a si mesmo, é enfrentar a negação de suas próprias imperfeições no trato perante a evolução do Espírito enquanto ser imortal. Essas influências espirituais negativas visam nos entorpecer os sentidos, para que não avancemos em nossos propósitos mais iminentes de realização na vida.

É preciso o despertar de uma consciência, expandindo-a, para a necessidade iminente e inevitável de se transformar em alguém cada vez melhor e, portanto, cada vez mais feliz.

Para isso, torna-se indispensável, diria ainda único meio de sair desse estado de estagnação  perante os conflitos e as dificuldades da vida o enfrentamento de si no proposito de reforma intima trabalhando as três fases necessárias a sua concretização:

AUTOENCONTRO

Permite conhecer-se a si mesmo. Momento que descobrimos quem realmente somos do ponto de vista das nossas virtudes e das nossas imperfeições.

Tomar contato com nossa realidade pessoal não  é algo nada fácil, é um processo doloroso mas não precisa ter martírio. E para não se martirizar é preciso compreender que no estado evolutivo em que se encontra a humanidade, muitas são  as imperfeiçoes a serem buriladas. 

É preciso entrar no processo de ACEITAÇÃO DE SI com virtudes e imperfeições  SEM COMODISMO porque são  as imperfeições que estão  sinalizando ou te mostrando o tempo todo  o que você precisa trabalhar em si mesmo, como objeto de transformação  pessoal.

AUTORREFLEXÃO

Eis a segunda fase em que lhe permite refletir sobre os contrários que norteiam a nossa caminhada. Esses contrários são muito estudados na escola porém, sem a perspectiva das transformação pessoal. São os antônimos.

Você já se conhece e agora vai refletir sobre o que reconhece em si como verdade.
Se sou muito ciumenta , preciso trabalhar o desprendimento o desapego e sobretudo o egoísmo  que esta na raiz de tudo.

Se sou tímido preciso buscar ferramenta para desenvolver a habilidade da comunicação  afim de me  relacionar sem.o fantasma da insegurança ou do medo de ser rejeitado, projetando antes mesmo do fato, uma expectativa sobre algo que nem sei se vai acontecer, e que, por medo da negativa, acaba preferindo nem tentar.

Esse deve ser o raciocinio para todas as nossas dificuldades. Encontrar as emoções  contrárias que norteiam um evento ou um fato ou uma etapa, para  avançarmos  nas conquistas do ser humano de forma integral e absoluta.

Feitas todas as ponderações  sobre aquilo que nos incomoda é a hora de DISCERNIR. O discernimento distingue claramente ente o bem e o mal, quer dizer discernir sobre o que me faz bem e desejo continuar e o que me faz mal e desejo mudar. E o que desejo mudar será o objeto de trabalho na terceira etapa da reforma intima.

AUTOTRANSFORMAÇÃO

Nessa etapa já sabemos claramente quem somos e o que precisamos mudar para sermos cada vez mais, seres melhores e em constante evolução.

Dentro dessa perspectiva de mudança,  é chegado o momento de traçarmos  metas e desenvolver os meios de transformação  pessoal que irão elevar o nosso padrão vibratório, nos colocando em sintonia com a energia fina, sublime e, portanto, nos distanciando das energias deletérias e negativas que nos prejudicam a todo instante.

A pessoa precisa descobrir o que depende dele fazer, para efetivamente, não  mais PENSAR, SENTIR ou AGIR conectando-se com essas energias de baixo teor vibratório, que o deixa esgotado, que não permite que suas atividades do dia a dia, sejam salutares, pois, o trabalho salutar é aquele que embora durante a atividade demande grande energia, após a mesma, você se sente feliz, refeito, com a sensação de dever cumprido, o que vai demonstrar que nada absorveu das energias ruins que pudessem estar ali com o intuito de prejudicar ou de fazer com que aquela atividade não se realize. 

Descoberto isso, só resta colocá-lo em prática e ser feliz porque quando transformamos algo ruim em algo bom, positivo, estamos transmutando a energia deletéria, densa, em energia realizadora da qual o universo conspira,  mas que, porém, o nível evolutivo dos encarnados na terra nem sempre conseguem sintonizar.

É preciso avançar  na expansão  de sua consciência, para que possa prospectar um  horizonte mais amplo sobre o universo que compõe as suas relações de caminhada, sejam em casa, no trabalho, com os vizinhos, amigos, enfim, perante todos aqueles com os quais foi convidado a conviver nesta vida.

- Alessandra Uzêda 


quinta-feira, 7 de junho de 2018

ANGÚSTIAS CAUSADAS PELO VAZIO EXISTENCIAL


Amados filhos, Jesus esteja com todos vocês sempre! 

Venho lhes falar das angústias causadas pelo vazio existencial que toma conta da humanidade, neste momento de tantas provações necessárias ao crescimento e evolução  dos espíritos encarnados, nesta Terra de meu Deus.

O homem se encontra em meio a muitas tempestades relacionadas ao critério de evolução do espírito e do Planeta. E diante das angústias, aflições, que atormentam a alma, procuram se ater aos acontecimentos externos, de relevância material, e insignificantes do ponto de vista  do vazio existencial, que os deixam cada vez mais doentes.

Estamos vivendo um momento em que, cada vez mais, urge a necessidade de caminharmos em direção a nós mesmos. É tempos de nos voltarmos para dentro de nós, e buscarmos em nossa essência divina, os verdadeiros valores provenientes da centelha divina depositada em cada filho do Pai. Os valores morais que coloca cada homem no caminho reto, com a consciência tranquila e fortalecida pela paz interior.

Digo ainda, dos valores espirituais que ainda estão engatinhando no entendimento real do que é a reencarnação, do porque que renascemos tantas vezes e, ainda, não se consegue aprender.

Digo a vocês, que os valores da afetividade desenvolvidos, são sustentáculos, bases fortes, para uma vida emocional sadia, sem as lacunas preenchidas pelo que é material, dando lugar na importância real do SER

De ser você em essência e autenticidade, conhecendo-se a cada dia, a cada novo desafio, que é necessário enfrentar junto aos seus afetos e desafetos, num conluio de ajuda mútua, ressignificando esses valores, tão necessários nas relações interpessoais a que se dispuseram construir nesta estadia na Terra.

A angústia nada mais é que a ausência desses valores essenciais, que trazem a serenidade para refletir sobre as dificuldades, que trazem a consciência tranquila no enfrentamento dos obstáculos, junto aos nossos irmãos.

A angústia meus filhos, está na ausência de Deus nos seus corações, enfraquecidos da fé robusta, firme, de que precisam para conseguirem ter esperança, numa vida de tantas provas ainda a serem vividas, conseguindo vislumbrar  um  horizonte de realizações construídas no alicerce seguro dos ensinamentos Crísticos.

É preciso cultivar a energia da transformação pessoal, guardada a sete chaves pelo homem. Homem este, que conspira na energia material, nas buscas intermináveis do TER, e se esquecem de que as coisas do SER estão ao alcance de todos, no olhar daquele que te fita os olhos em busca de um amparo; na natureza que luta incansavelmente, para sobreviver em meio a tantas insanidades do homem material.

É preciso olhar o horizonte, e enxergar além desse horizonte, além daquilo que a mão do homem alcança.

É preciso olhar nos olhos do outro, e enxergar a alma que ali está, que habita aquele corpo.

É preciso ainda, enxergar na natureza as respostas que veem de Deus, para os nossos questionamentos mais íntimos, desejosos de uma resposta, quando não, desejosos de solução.

Todo esse vazio existencial angustiante que a humanidade de um modo geral vivencia, está chamando a todos, para o maior e mais importante aprendizado do SER, que é saber sentir o outro, e não apenas conviver; que é preciso respeitar esse vazio, voltando-se para dentro de si, dispensando o hábito constante da distração do meio externo.

Meus amados filhos, é preciso aceitar que Deus é a força maior da criação, e os fez repletos de valores conscienciais, capazes de torná-los felizes, mas para tanto, é precioso ouvir a voz da consciência, a voz interior que está clamando por socorro na Terra, onde os homens se perderam. 

E somente quando a humanidade conseguir escutar esta voz que vem do alto, dentro de si, a Terra se transformará, porque somente aí, com a libertação pessoal de cada ser, encarnado e desencarnado, a psicosfera energética do Orbe que circunda a Terra, terá subsídios para viverem em paz e harmonicamente entre si.

Que a paz de Deus esteja em seus corações, e não esqueçam, este é o momento de retornarem a caminhada para dentro de si, despojando o homem velho que ainda habita seus corações, para darem vazão ao homem novo, necessário a um Planeta de Regeneração.
Em 22 de Janeiro de 2018
Espírito Irmã Tereza.
Psicografia de Alessandra Uzêda

quinta-feira, 18 de maio de 2017

BASTA SABER O QUE FAZER PARA MUDAR NOSSO PADRÃO VIBRATÓRIO? - Mudanças de Padrões Vibratório.



O que precisamos fazer para mudar o padrão vibratório?

REFORMA ÍNTIMA  - Despojar-se do homem velho para deixar florescer o homem novo que há em você, condição indispensável ao novo mundo de regeneração.

AUTORREFLEXÃO - Único meio de tomar contato com a sua realidade pessoal.

AUTOCONHECIMENTO - Reconhecer os padrões mentais negativos em si, e que precisam ser transformados em padrões mentais positivos, tornando-o um ser melhor a cada novo dia.

MUDANÇA DE ATITUDE - Colocar em prática tudo que já conseguiu transformar em seus pensamentos, mudando assim, efetivamente, a sua conduta, deixando assim florescer o homem novo que há em você.