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domingo, 13 de janeiro de 2019

ORAI SEMPRE


"Filhos, não vos esqueçais de orar sempre. A oração possibilita ao homem abrandar os próprios sentimentos. 

Quem se habitua a orar não se entrega ao desespero e à revolta. A prece jamais é um monólogo... 

Pelo recolhimento íntimo na oração, a criatura conversa com o Criador, que não a deixa sem resposta. 

Ato de fé solitário, a prece exterioriza a sinceridade do filho que, reconhecendo a própria insignificância, recorre aos préstimos do Pai, que tudo pode. 

Jesus orava com freqüência. Sem este contato pessoal com Deus, a crença do homem não passa de uma aparente manifestação de religiosidade. 

Os que oram nunca se fragilizam diante das lutas que faceiam. 

Orai no silêncio de vossas reflexões; orai com a vossa mente e com o vosso coração.

Buscai forças no Alto para os embates inevitáveis do caminho, repleto de urzes e de pedras. Orai com as vossas mãos mergulhadas na caridade; que as vossas petições sejam referendadas pelas vossas atitudes no bem dos semelhantes... 

A persistência da fé remove obstáculos intransponíveis. A oração modifica o tônus espiritual de quem, por vezes, não enxerga saída para os impasses da existência. 

Quem não ora será sempre uma presa fácil da obsessão e do desequilíbrio oriundo de si mesmo. 

Filhos, abençoai as vossas provas! Afagai o madeiro que vos pesa nos ombros e, sob o sol causticante de vossas dificuldades, não vos afasteis do oásis aconchegante da oração.

A prece é o ato de humildade que mais engrandece o espírito! Sede homens de fé e de oração. 

Quanto maior o desafio lançado à vossa crença, mais devereis vos curvar à necessidade de orar.

 "Pedi e obtereis" - exortou-nos o Senhor, em suas palavras jamais pronunciadas em vão."

Fonte: Coragem da Fé
Autor: Carlos A. Bacelli
Espírito: Bezerra de Menezes

sábado, 2 de junho de 2018

DE ÂNIMO FIRME

O Espírito Emmanuel, mentor espiritual de Chico Xavier, através de seu livro Justiça Divina, nos convida a nos mantermos de ÃNIMO FIRME.

Ele nos chama a refletir os momentos em que  descobrimos algo, que não esperávamos. Quem já não passou por isso?

Nos chama atenção para as construções que erguemos pensando se tratar de algo edificante, engrandecedor, mas que acabaram em resíduos de pedra, decepções ou frustrações quem sabe. 

Nos fala sobre as promessas, acalantadas por muitos anos, e que parecem agora rematadas mentiras. O Quão é oportuna esta reflexão no contexto em que vive o Brasil.

Nos convida a refletir sobre a capacidade de temos de nos enganar com relação aos outros, falando-nos dos afetos, que julgados invulneráveis, podem acabar nos abandonando, quando mais necessitamos de apoio. 

Nos fala do como podemos nos frustrar na própria família quando considera a possibilidade de nos surpreendermos com a incompreensão nos companheiros mais amados, e acabamos colhendo amargos problemas, como com os próprios filhos que vemos crescer, ao calor de teu corpo. 

Todo o mundo vem abaixo, arruinando nossas aspirações, lembrando preciosos vasos quebrados. Sonhos desfizeram-se, de improviso, como se ventania arrasadora te devastasse a existência. 

Diante dessas circunstâncias, também necessária ao processo de evolução dos seres humanos, Emmanuel nos diz que:

"Apesar de tudo, porém, renova-te, a cada instante, e caminha incessantemente, arrimando-te à fé viva. 

Na Terra ou além da Terra, a soma das lutas que carregamos reúne as parcelas dos compromissos assumidos, junto à bolsa do tempo. 

Aflição de hoje, dívida de ontem. 
Merecimento de agora, crédito de amanhã. 

Banha as mais íntimas energias nas torrentes do amor puro que compreende e edifica sempre; veste o arnês do trabalho que aprimora e sublima, e sigamos à frente, honrando a nossa condição de almas eternas. 

Nada tendo e tudo possuindo... 
Sozinhos e com todos...
Chorando jubilosos e suando contentes...
Atormentados e tranquilos... 
Desfalecentes e refeitos... 
Dilacerados e felizes... 
Batidos e levantados... 
Morrendo cada dia para reviver no dia seguinte, em plano superior... 

E, atingindo os marcos do túmulo, de partida para a Luz Espiritual, se viveste amando e perdoando, purificando e servindo, encontrarás em ti mesmo a flama da alegria, ressurgindo do sofrimento, como a glória solar renascendo das trevas."

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

ORAI SEMPRE

Filhos, não vos esqueçais de orar sempre. A oração possibilita ao homem abrandar os próprios sentimentos. Quem se habitua a orar não se entrega ao desespero e à revolta. 

A prece jamais é um monólogo... Pelo recolhimento íntimo na oração, a criatura conversa com o Criador, que não a deixa sem resposta. Ato de fé solitário, a prece exterioriza a sinceridade do filho que, reconhecendo a própria insignificância, recorre aos préstimos do Pai, que tudo pode. Jesus orava com freqüência. 

Sem este contato pessoal com Deus, a crença do homem não passa de uma aparente manifestação de religiosidade. Os que oram nunca se fragilizam diante das lutas que faceiam. Orai no silêncio de vossas reflexões; orai com a vossa mente e com o vosso coração. Buscai forças no Alto para os embates inevitáveis do caminho, repleto de urzes e de pedras. Orai com as vossas mãos mergulhadas na caridade; que as vossas petições sejam referendadas pelas vossas atitudes no bem dos semelhantes... 

A persistência da fé remove obstáculos intransponíveis. A oração modifica o tônus espiritual de quem, por vezes, não enxerga  saída para os impasses da existência. Quem não ora será sempre uma presa fácil da obsessão e do desequilíbrio oriundo de si mesmo. 

Filhos, abençoai as vossas provas! Afagai o madeiro que vos pesa nos ombros e, sob o sol causticante de vossas dificuldades, não vos afasteis do oásis aconchegante da oração. 

A prece é o ato de humildade que mais engrandece o espírito! Sede homens de fé e de oração. Quanto maior o desafio lançado à vossa crença, mais devereis vos curvar à necessidade de orar. "Pedi e obtereis" - exortou-nos o Senhor, em suas palavras jamais pronunciadas em vão.

Livro: A Coragem da Fé
Autor: CArlos A. BAccelli
Espírito: Bezerra de Menezes