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segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Brasil ... importante reflexão!


Amados filhos, que a luz do Cristo os envolva, em paz, amor e vida.

O homem que hoje habita a Terra, ainda se encontra vinculado aos instintos de agressividade, mas, porém, também está cansado de uma vida repleta de dificuldades e, por isso, anseia por mudanças.

As crianças que hoje habita a Terra, carregam consigo o amor fraterno em essência, que florescerá à luz da vida adulta.

As mulheres que hoje habita a Terra, vêm na luta pelo seu espaço, para que o mundo se transforme em reduto de amor, fraternidade e solidariedade.

Aqueles homens, mulheres e crianças, que trazem consigo essa perspectiva ainda desejosa de transformação iminente para a Terra seguirão seus caminhos, no tempo necessário de que precisam para despertar, porém não mais aqui na Terra.

E aqueles anciões, que ainda aqui estão, caminham para uma nova etapa de retorno à casa do Pai, pois que já maturaram o tempo que a eles foi confiado para a construção do bem.

E assim, meus filhos, a Terra vai se transformando energeticamente, transmutando energias densas, destrutivas e degenerativos em energias sublimes, de amor e paz.

Os homens de boa vontade, a quem as palavras do Cristo foram dirigidas, devem acalmar o coração, serenar a mente, e compreender a necessidade de apaziguar os conflitos, de estimular a paz, em detrimento da violência; de desenvolver o respeito em detrimento das diferenças; exercitar a tolerância, frente ao que te afronta; escutar com empatia para compreender o que te parece incompreensível; espalhar amor onde muito há de ódio e de revolta. Somente, as escolhas certas que impulsionam o Brasil, coração do mundo, Pátria do Evangelho, serão capazes de transformar sofrimentos em alegrias, lágrimas em sorrisos, individualidade em coletividade, egoísmo em solidariedade.

Entretanto meus filhos amados, as escolhas é que determinarão o tempo de chegada, a esse ideal de amor que o Pai nos reserva. Confiemos em Deus acima de tudo! Confiemos em Jesus Cristo, que não se abate na condução do leme dessa embarcação. Confiemos na Espiritualidade que nos auxilia e nos acompanha até o fim de nossos dias, porque é preciso confiar para manter viva a fé, alimento da esperança, de dias que estão por vir, ainda que se precise, para isso, vencer as tempestades.

Que a paz de Deus esteja com todos.



          Em 15 de outubro  de 2018

         Espírito Irmã Tereza

   Psicografia de Alessandra Uzêda

domingo, 4 de junho de 2017

Deu no Jornal da Vida: “Rapaz valentão é morto brutalmente.” - SE LIGA, JUVENTUDE!

A HISTÓRIA

O moço era o valentão da turma. Nas noitadas envolvia-se em confusões e no dia seguinte relatava aos amigos , com orgulho , o número de socos que havia desferido contra seus semelhantes. Na escola era temido; bastava alguém dirigir-lhe o olhar , e lá estava ele a tirar satisfações. Se por acaso alguém lhe esbarrasse acidentalmente , a agressão era certeira. Dizia em alto e bom tom que não tinha medo de ninguém e que enfrentava qualquer “parada”. 

Os pais procuravam orientar-lhe , mas o destemido rapaz não dava ouvidos a ninguém. Certa noite, após ingerir algumas doses de bebida alcoólica , o valente jovem envolveu-se em uma calorosa discussão com um desconhecido. Sem demora abriu a camisa , impecavelmente branca e passada por sua mãe antes dele sair ,cerrou os punhos e desafiou o outro para briga. Entretanto, o oponente não partiu para contenda de mãos vazias ; sem hesitar sacou uma arma de fogo e atingiu ,com um tiro certeiro, o peito de nosso pobre amigo. A camisa, agora quase totalmente rubra , enunciava a proporção do estrago :

O menino desencarnava de forma abrupta e violenta. Na verdade onde o pobre imaginava haver valentia , existia apenas imaturidade e falta de consciência sobre o valor da vida humana. 

Para a família restou tristeza e saudade, para o menino a esperança de uma próxima existência onde possa trilhar por melhores caminhos. 

A MORAL

 "Não há mérito em agredir as pessoas. Na verdade esta é uma atitude covarde perante a vida ; é muito mais fácil brigar com outras pessoas do que lutar com inteligência e amor , para enfrentar problemas e obstáculos. Violência gera violência , não se apaga um incêndio com fogo. Mesmo que a discussão e a agressividade venham até você , pense no valor de sua vida e fuja da violência. Se liga !” ·

A PRECE
 Deus , Pai todo poderoso ! Livra-me de toda agressividade e de toda violência. Que seja eu , calmo e pacífico e que minha paz traga luz e felicidade à minha vida. Amado senhor , ajuda-me a ver em cada ser humano , um irmão ao qual devo amar e respeitar. Obrigado!

Livro: Se liga, Juventude!
Autor: Carlos Caldo

terça-feira, 26 de maio de 2015

Intolerância - Grupo Espírita Allan kardec

Intolerância: não embarque nessa onda!



Por que somos tão intolerantes? Por que sentimos tanto prazer em comentar o lado desagradável de pessoas e situações? Por que enxergamos tão bem o cisco no olho do nosso vizinho e não enxergamos a trave no nosso? Por que exigimos perfeição dos que nos rodeiam e somos complacentes com nossos abusos?
Sentiu dificuldade em responder a essas questões? Não se impressione! Isso não acontece somente com você! E sabe por que ainda somos assim? Porque ainda predomina em nós o orgulho, que nos leva a dissimular nossos próprios defeitos! E a vaidade, que os disfarça de mil modos!
Estamos vivendo um momento delicadíssimo no que diz respeito a intolerância. Mas quando tratamos desse assunto, não estamos nos referindo apenas a intolerância social, política, religiosa, entre povos e nações. Estamos falando da intolerância que sai de nós mesmos em direção aos nosso semelhante, ao nosso próximo mais próximo, em todo e qualquer momento, seja onde for que estejamos.
Allan Kardec, que atuou como professor dos 19 aos 50 anos de idade, tinha uma preocupação enorme com as atitudes dos pais e educadores, das pessoas em geral, em relação aos jovens e crianças. Dizia ele que, uma palavra mal colocada por causa de um gesto de intolerância poderia por a perder todo o processo de regeneração de um ser.
No sermão da montanha, Jesus encorajou, enfaticamente, os mansos e pacíficos, isto é, os cultivadores da serenidade e da paciência; encorajou igualmente os pacificadores, ou seja, aqueles que promovem a paz. Encorajou-os para que continuassem com aquela postura, para que não desanimassem diante da dureza do coração humano e das dificuldades da vida, pois se assim fizessem, sairiam vitoriosos, dignos de merecerem o "Reino dos Céus".
Paciência significa "paz em nós". Se não conseguimos cultivar e promover essa paz em nós mesmos, dificilmente a aplicaremos em relação aos outros.
Estamos vivendo uma onda de intolerância, em todos os setores da atividade humana: no lar, no ambiente de trabalho, no trânsito, nas filas de bancos e supermercados, no meio social...
Não embarque nessa onda! Se a situação estiver extremamente complexa e perturbadora, ao invés de se render a qualquer gesto de intolerância, ligue o alerta:
S.O.S. = Silêncio. Oração. Serviço.
Se a intolerância tem sido uma prática constante em sua vida, faça algo em favor de si mesmo para não se deixar arrastar por ela! Quando puder e se quiser, assista o vídeo abaixo, sobre a mensagem  "Calma" do Espírito André Luis, pela psicografia de Francisco Cândido Xavier. Que ela possa lhe proporcionar conforto e bem estar!