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sábado, 17 de fevereiro de 2024

Personalidades Múltiplas ou Personalidades Antigas do Espírito

  • São personalidades construídas em outras vidas ou reencarnações.
  • Pertence à categoria de fenômenos anímicos ou da alma.
  • Pessoa ou entidade com conjunto de características, qualidades ou caráter essencialmente exclusivo, que a distingue de outra.
  • Tem momento de surgimento mas não tem fim.
  • Tem tempo de existência com a respectiva reencarnação.
  • Tem sentimentos e aspirações próprias da experiência vivida.
  • Não se saber quantas personalidades múltiplas se tem.
  • É uma organização integrada e dinâmica de atributos.
  • Tem poder de decisão, autonomia de ação, conhecimentos diversos e força mental bem desenvolvida.
  • Tem polaridade sexual de acordo com a experiência vivida.
  • Tem identidade própria.
  • Tem aparência, hábitos, idade.
  • Geralmente age de forma oculta
  • Tem interesses próprios, complexos e traumas.
  • Se utiliza de recursos psíquicos, hipnose, agressividade, manipulação
  • tem energia para chegar onde quer e deseja.
  • Ao agir sobre o encarnado pode dominar a vontade da pessoa e dificultar o esclarecedor.
  • A gênese da PM está em cada nova reencarnação.
  • Até os 7 anos de idade o processo é de reencarnação.
  • Lembranças passadas até os 7 anos é o retorno de uma personalidades antiga voltada à carne.
  • Só recebe impulsos de experiências pretéritas quando já consegue administrar as condições, ou seja, na vida adulta.
  • As memórias do passado despertam por algo ou estímulo desencadeador, que pode ser um vício, uma vibração, imagem, cheiro, olhar, voz, som, uma provocação, uma alegria, medo, trauma, etc.
  • A nova personalidades está concluída quando ocorre o desencarne.
  • Após o desencarne a personalidade fica ativa até a próxima encarnação, que pode acordar de duas formas:
    •  vigorosa  e influenciando a nova personalidades
    • permanece hibernada no inconsciente até que algo a desperte.
  • Propriedade da PM:
    • Geralmente são mais bem preparadas ou inteligentes que a personalidade atual, inclusive em relação aos esclarecedores, dificultando a terapêutica psicológica.
NOTA: Segundo Carl Jung, os COMPLEXOS ou PERSONALIDADES FRAGMENTADAS são grupos de conteúdos psíquicos que ao desvincular-se da consciência passam par ao inconsciente, agindo como autônomo, influenciando a conduta da pessoa através da PSIQUÊ, como possibilidade autônoma de organização da experiência psíquica. Afirma ainda que, os complexos tem movimento próprio e vivem a vida independentemente, de sua intenção. E que os complexos estão no Inconsciente Individual e coletivo.  

Em analogia a definição de COMPLEXOS, pode-se dizer que os COMPLEXOS seriam as PERSONALIDADES MÚLTIPLAS.

Alguns Perfis de projeção ou dissociação das Personalidades Múltiplas:

1.COM CONHECIMENTOS INICIÁTICOS - age ocultamente, dificulta sua identificação para não serem percebidos pela consciência dos médiuns e nem dos esclarecedores.

2. QUANCO NEGATIVAS - são pseudo-obsessores, personalidades omissas, ´parasitas, vingativas, ociosas, doentias,  negativas, com lado ruim aflorado  e ego avantajado. Procura distorcer os propósitos dignos e éticos. Tenta levar a pessoa para o vício e influencia a ter comportamentos desequilibrados. Pode despertar para aspectos traumáticos da atual encarnação, gerar distúrbios de variadas ordens como vícios, perturbações, neuroses, manias, fobias, etc.

3. QUANDO POSITIVAS - são personalidades alimentadoras, guias, mentoras. Procuram guiar a consciência encarnada (EGO) para o aprendizado produtivo, para a moral, ética, religiosidade, fraternidade, amor e grandes realizações.

4. QUANDO VOGOROSAS - se apresentam de formas potencializadas, intensas,  pelas memórias totais ou parciais de vidas passadas.

5. QUANDO INTEGRADA DO BLOCO DO EGO - não se comportam como se estivesse vivendo na carne, tendo consciência de seu desencarne; não ignora a desencarnação sofrida no passado; vislumbram diálogos na perspectiva de Espírito desencarnado.

6. QUANDO SEPARADA DO BLOCO DO EGO - Não se integram na atual personalidade; dificultam e boicotam o processo de conscientização de seu desencarne; comportam-se como se ainda estivesse vivendo em carne (encarnada); ignora o desencarne sofrido no passado; discutem, defendem patrimônios, teses, fazem planos, não têm consciência de seu desencarne, continuam vivendo a vida espiritual como se estivesse na vida de antes. Sentem e se apresentam angustiados, agressivos, vingativos, arredias e reativas.

7. QUANDO VICIADAS - Impulsionam a personalidade atual  (encarnada) para o vício, visando atender às suas necessidades. Pode se ligar a terceiros em simbiose quando estes atendem às suas necessidades. (Obsessão)

Funções das Personalidades Múltiplas:
  • Agir, interagir e reagir em grupo ou individualmente.
  • Pode fazer isso de duas formas, sempre se agrupando por afinidades e interesses:
    •  INTEGRADORA - provoca reações positivas no cosmo consciencial visando o aprimoramento constante do espírito.
    • DESINTEGRADORA - provoca reações negativas no cosmo consciencial, prejudicando o aprimoramento do Espírito.
Influências sobre o comportamento das Personalidades Múltiplas, que servem de lastro para a sua manifestação:
  • Vem de seus aprendizados
  • Vem de experiências vividas no passado
  • Vem das várias existências.
  • Vem de espíritos
  • Vem de pessoas  encarnadas.
Tudo isso fica armazenado no PSIQUISMO (Atributo da Alma) que:
  • Alberga os diversos tipos de comportamento de PM das experiências vividas e aprendizados.
  • Podem se revelar ou não, nessa encarnação como personalidade atual.
  • É preciso haver um evento deflagrador para isso.
  • Isso acontece com a necessidade evolutiva do Espírito.
Influências que as personalidades múltiplas dissociadas exercem sobre a Personalidade Atual:
  • Produzem diversas interferências sobre a Personalidade Atual.
  • causam prejuízos tais como:
    • destruir relações afetivas;
    • dificultar o aprendizado;
    • provocar desentendimentos;
    • estimular comportamentos e viciações.
  • Muitas PM se rebelam e se sentem:
    • frustradas, reagem, interferem, se afastam ou se associam a outros Espíritos ou ainda, a outras personalidades múltiplas, causando prejuízo físico e psicológico, drenando a energia do encarnado, prejudicando a proposta Encarnatória, quando não atacam familiares e vizinhos.
Referências:  Estudos do Livro "Conflitos Conscienciais Personalidades Múltiplas & Subpersonalidades" - J.S.Godinho.

sábado, 19 de dezembro de 2020

Ver e Sentir com a alma!

Sinto a energia da transformação

Tão emocionante, cheia de comoção.

Sinto o vento soprar

Levando os miasmas que a terra está a expulsar

Sinto o sol quarando

As almas aflitas se energizando

Sinto o mar serenar

Os peixes voltando a nadar.

Sinto as águas doces dos rios

Correndo numa energia transbordante

De limpeza, capaz de renovar

Vejo na pedreira a força de uma rocha

Capaz de enfrentar o mundo

Fazendo a justiça se revelar

Vejo a estrada contínua

Infinita no seu caminhar

Mostrando-lhe que sempre haverá

Um novo lugar para se chegar.

Vejo o verde das matas

O voo dos pássaros

A energia das árvores

Renovando e psicosfera de nosso planeta.

Vejo o novo homem renascendo

Regenerado física e moralmente

Vivendo sem dor.

Vejo o infinito de amor

Que Deus nos preparou

Vejo o melhor do ser humano,

Que é o espírito imortal

Onde habita a pluralidade das existências

E quão grande já é a sua evolução.

Vejo um futuro feliz,

Sem provas nem expiações

Vejo vocês muito em breve,

Sem dores, nem sofrimento

Cantando louvores

Pelos grande passos que já alcançaram.

Vejo a alma leve

Em equilíbrio

Sem orgulho nem egoísmos

Mas somente em amor e bondade.

Vejo vocês lá... posso ver.

Espírito Irmã Ana Rosa, uma carmelita de pés descalços.

Psicografado por Alessandra Uzêda


A dor

 Amados filhos do coração, que jesus abençoe todos vocês e suas famílias. Que Maria Santíssima possa envolve-los com seu manto de amor e paz, levando a todos o amor, a proteção e a cura.  É  uma  grande satisfação estar aqui presente nesse encontro espiritual que  tem se sustentado, apesar de tantos desafios enfrentados,  durante  esse  período  de pandemia.  Agradecidos pelos momentos de oração e dedicação, onde  as  palavras  ditas  são  gratificantes  e incentivadoras do bem, da justiça e da verdade. Haverá de chegar o dia em que todos irão estar unidos numa mesma sintonia, numa mesma vibração de bem, amor e justiça, conforme a vontade de Deus.

Sabe filhos, a dor é uma ferramenta muito poderosa de engrandecimento da alma. O incômodo necessário para tirar o ser da acomodação e se lançar na busca de alternativas que o impulsione e o tire do estado de sofrimento. A dor ainda é uma condição, indispensável àqueles que encarnam e reencarnam no planeta de provas e expiação. O espírito cansado do sofrimento se lança na busca de alternativas para a sua transformação pessoal. A dor que nasce do espírito, modula o perispírito a reagir contra ela, e essa reação demanda uma ação contrária àquilo que o incomoda de fato. 

A dor existe de diferentes formas. Só existe dor, porque quem a sente, pode relatar. A dor é de quem sente, não de quem esta de fora, observando, o que não nos dá o direito de julgar a dor do outro, mesmo que aparentemente lhe pareça inexistente. A dor pode ser da alma, transbordando em sofrimento moral, causando ansiedade e depressão, uma tristeza profunda, um estado de desânimo que inviabiliza a alegria de viver. A dor pode ser física, uma lesão, uma mutilação  e que irá repercutir na dor psicoemocional, capaz de desequilibrar o indivíduo, sobretudo, quando o sujeito tem baixa tolerância a lidar com as frustração, desequilibra, desespera e isso, só intensifica as dores sejam elas físicas ou da alma.

Lidar com a dor de si, demanda um grande autocontrole para compreender, aceitar e buscar alternativas que lhe proporcionem o fim da dor ou ainda amenizar essa dor. Sabe filhos, há dores que são pra vida toda, ela esta ali sinalizando um controle, que o impede de sucumbir nos seus propósitos quando consegue enfrenta-las com resiliência, sem queixumes e nem Vitimismo. Lidar com a dor do outro, é se eximir do julgamento, portanto,  nunca minimizem a dor do outro. Cada ser é único e cada um percebe o mundo de forma diferente, tenhamos paciência e compreensão, acolhimento e amor ao lidar com a dor do próximo. Cada uma sabe, literalmente, o que passa e somente, Deus sabe de todos. 

Estamos caminhando para uma nova era, onde as dores morais tomarão conta da grande maioria da humanidade, e as dores físicas cuja ciência tem avançado bastante, serão cada vez mais apaziguadas, amenizadas com o desenvolvimento da ciência. As dores morais estão muito presentes nessa geração de espíritos da regeneração, onde a humanidade enfrentará grandes desafios com a saúde mental que permeia o individuo que habita a terra, através de outras "pandemias" que já estão presentes em todo o mundo como a ansiedade e a depressão. Essa "pandemias" não escolhem raça, nem cor, nem sexo, menos ainda nível social. Essas "pandemias"  estão presentes em todo o orbe planetário sinalizando para a importância das pessoas buscarem um propósito e trabalhar para a realização deste propósito, porque o trabalho edificante é uma ferramenta poderosa contra a depressão. A vida sem propósito perde o seu significado. É preciso dar sentido à existência. O propósito lhe tira da condição de "estar tudo bem" e o coloca "na luta" pela conquista daquilo que se deseja realizar. 

Sejamos coerentes com o sofrimento alheio, acolhendo, amando e ajudando no que for possível.  Estamos todos sendo chamados a refletir sobre a necessidade de transformação pessoal, condição necessária para a permanência do ser humano na terra, ainda que essa reflexão seja motivada pelo sofrimento.

Amados filhos, vou me despedindo, deixando no coração de cada um de vocês a semente de amor e do desejo de ajudar àqueles que sofrem.

Que a paz de Deus esteja com todos!

Espírito Irmã Tereza.

Psicografado por Alessandra Uzêda

 

segunda-feira, 20 de abril de 2020

Cap. 3 - Diante do bem - Espírito Emmanuel

"Diante de cada dia que surge, reflitamos na edificação do bem a que somos chamados. Para isso, comecemos abençoando pessoas e acontecimentos, circunstâncias e coisas, para que o melhor se realize."
- A cada dia, sejamos gratos pelas oportunidades de realizar o bem, pela gratidão aos acontecimentos que não estão ao seu alcance mudar, pelas circunstâncias e coisas que retornam a ti como meio de aprendizagem e crescimento, ainda que lhe traga dor e sofrimento. 

"* De princípio costumam repontar no cotidiano os problemas triviais do instituto doméstico. Habitualmente aparece o assunto palpitante da hora, solicitando-nos atenção. Saibamos subtrair-lhe a sombra provável projetando nele a réstia de luz que sejamos capazes de improvisar. 
- Diante dos conflitos cotidianos e ainda, familiares, que possamos ampliar o olhar, no sentido de encontrarmos o feixe de luz que nos possibilita vislumbrar nos desentendimentos, aprendizado e alegrias.

"Logo após, de imediato, estamos quase sempre defrontado pelos contratempos de ordem familiar. Renteando com eles, usemos o verbo calmante e conciliador para que as engrenagens do lar funcionem lubrificadas em bálsamo de harmonia. "
- que possamos em meio aos contratempos familiares, levar a calma e o entendimento para alcançarmos, através do diálogo pacífico, a compreensão mútua, retomando a harmonia nas relações de convivência.

"Mais adiante é o grupo de trabalho com os pontos fracos à mostra. Abracemos com paciência e alegria as tarefas excedentes que se nos imponha, esquecendo essa ou aquela falha dos companheiros e trazendo à nós sem queixa ou censura a obrigação que ficou por fazer. "
- que possamos se despir de nossos valores, a fim de compreender a imperfeição alheia, aplicando-lhe a indulgência sem censurá-lo, concentrando-se apenas no que ainda precisa ser construído.

"Em seguida é o campo vasto das relações, com as surpresas menos felizes que sobrevenham: o amigo modificado, a trama da incompreensão, a atitude mal interpretada, o irmão que se vai para longe de nós... "
- é preciso compreender que esses conflitos são oportunidades de ajustes, conciliação e crescimento evolutivo entre todos os que estão envolvido.

"* A cada ocorrência menos agradável procuremos responder com os nossos mais altos recursos de entendimento, justificando o amigo que se transforma, desfazendo sem mágoa o emaranhado das trevas, removendo equívocos em pauta e apoiando o colega que se afasta, oferecendo-lhe a íntima certeza com referência à continuidade de nossa estima."
- Eis aqui o roteiro do desprendimento e abnegação em relação aos erros e defeitos do outro.

"Tudo o que existe é peça da vida e se aqui ou além, a deficiência aparece, isso significa que a obra do bem, nessa ou naquela peça da vida está pedindo a nossa colaboração a fim de que lhe doemos o pedaço de bem, que porventura ainda lhe falte. "
- O entendimento mútuo suscitado a partir de um conflito, está lhe chamando para a superação e conquista daquilo que ate então, ainda não foi capaz de alcançar.
- Hoje, com a pandemia do coronavírus,  a humanidade vive uma peça da vida globalizada, cujas nações foram chamadas aos ajustes cármicos coletivos, proporcional e na medida daquilo que ainda precisam alcançar.

Fonte:
Livro: Mãos Unidas. 
Autor: Francisco Cândido Xavier
Autor Espiritual: Emmanuel

Interpretação: Alessandra Uzêda

terça-feira, 18 de junho de 2019

Jesus amado!


Jesus Amado,
Que este seja sempre o teu Reinado
Onde a misericórdia estenda a mão
Apresentando a solução
Para os conflitos em construção.

Jesus Amado,
Que este seja sempre o teu Império
Em que a justiça se configure
Redirecionando os caminhos
Que antes motivados pelo escuro
Agora se abrem para a imensidão.

Jesus Amado,
Que aqui sempre seja o teu Lar
Onde todos possam amar
No exercício da caridade
Que estende a mão ao seu irmão.

Jesus Amado,
Que nossos corações sejam iluminados
Pela pureza do Teu Espírito
Na caminhada edificante
Rumo ao novo horizonte
Que nos guiará ao Pai.

Jesus Amado
Que o teu caminho de compaixão
Possa tocar nosso coração
Sensibilizando-nos com as dificuldades alheias
para que num ato de coragem,
Sempre estendamos a mão.

Jesus abençoe vocês!

    Em 19 de Março de 2018
 Espírito Irmã Ana Rosa
Psicografia de Alessandra Uzêda

segunda-feira, 3 de junho de 2019

Emoções Secundárias ou Complexas

As emoções básicas se fundem para formar as emoções secundárias de ordem cultural e adultas. Emoções essas, que nascem com todos os seres humanos e que, portanto, são inatas, têm função necessária à adaptação do ser humano na vida da encarnação.  

Tristeza e alegria, amor e ódio, raiva, medo e surpresa são elementares na vida do espírito encarnado.  E na medida em que, estes se misturam, interagindo com o meio em que vivem culturalmente, politicamente e socialmente, vão surgindo as emoções secundárias, das mais variadas espécies assumindo um contexto de complexidade compatível com as questões do Espírito.  

As emoções complexas ou secundárias, tais como: insegurança. culpa, constrangimento, entusiasmo, orgulho, prazer, satisfação, vergonha, dentre outras, não são inatas como as emoções básicas. 

Elas vão sendo construídas a partir das vivências em que o Espírito se encontra imiscuído, em construção do saber emocional que demanda cada vez mais, maturidade espiritual para lidar com o momento de transição no qual estamos passando. 

É a partir das relações interpessoais e das influências socioculturais que a nossa ancestralidade vai surgindo, identificando as nossas crenças e a forma que vemos o mundo, considerando a nossa individualidade. 

Tomando como base as emoções secundárias para compreensão do ser espiritual, pode-se dizer que, as experiências vivenciadas nas suas variadas encarnações, acabam ressurgindo em função dos gatilhos disparados nas experiencias atuais, e também, na relação com  as pessoas, com as quais foste convidado a viver. 

 Essas emoções são acima de tudo, aprendidas, apreendidas, mas sem sempre, ou diria ainda, quase nunca incompreendidas pelo ser humano que habita a Terra, por se tratarem ainda de analfabetos emocionais.

 A transição para o século XXI tem exigido grande esforço das pessoas, no sentido de despertar para o que há de importante na vida do ser, enquanto espírito, expandindo as suas consciências e se apropriando do seu propósito de vida. Isso tem exigido grandes esforços para lidar com essas emoções conflituosas, de caráter complexo para as quais, ninguém lhes ensinou como fazê-la.

Como as emoções secundárias são aprendidas socialmente, culturalmente e politicamente é preciso pensar, sobre onde você se encontra nesse contexto, para compreender o potencial transformador da educação que recebeste, para a partir daí, conseguir se autoanalisar, fazer uma autorreflexão que lhe possibilite o autoconhecimento.

As emoções são chamadas secundárias por se originarem de uma fonte não inata, na qual a causa primeira, geralmente, se encontra em uma das emoções simples que trazemos na alma como elementar ao processo de adaptação e sobrevivência.

 Considere por exemplo, como emoção secundária a insegurança. Socialmente ou culturalmente, percebe-se que se convencionou que existem padrões estabelecidos pelo critério de certo ou errado, verdade ou mentira, no qual os opostos fazem aflorar o ser real que há nos seres humanos. 

Quando nos encontramos distantes desses padrões estabelecidos socialmente e culturalmente, não nos damos conta de que não atender a certos padrões, não é motivo para se sentir inseguro, mas apenas admitir um ponto de vista divergente, que pode representar a sua verdade, a sua individualidade e a sua subjetividade, em relação a um conflito.  

A insegurança é uma emoção secundária provocada por fatos externos, mas que tem relação com a emoção básica do medo, mais especificamente, porque o estado de medo, impulsiona a insegurança, que pode ser potencialmente negativa ou positiva, se considerarmos que todas as emoções sejam elas básicas ou secundarias, devem ser vividas com equilíbrio para que possam, não afetar o ser humano.

Se o conflito enfrentado for motivador de grande insegurança, a pessoa poderá ser bastante prejudicada, porque o medo de agir poderá ser potencialmente paralisador, causando-lhe prejuízos em suas caminhadas.  Por outro lado, quando o ser é dotado de maturidade espiritual e emocional, acaba compreendendo que a insegurança é um estado momentâneo que precisa ser enfrentado com assertiva cautela, para superação do medo que o paralisa. E quando o enfrentamento dessa emoção secundária de alta complexidade ocorre de forma pensada e medida, onde a razão e o bom senso permeiam as diretrizes a serem tomadas, o indivíduo acaba percebendo que a insegurança é, essencialmente, fruto da ignorância, na qual estão submetidos em função de uma acomodação que o sujeito se coloca, em virtude das mais variadas demandas que a vida oferece.  

Com essa serenidade para lidar com a insegurança, a pessoa consegue buscar, através do conhecimento e do domínio das questões relacionadas ao fato, que o colocou com medo e insegurança, apreendendo o conteúdo no sentido de transformar a sua conduta e, portanto, a sua vida.
Nenhuma emoção, potencialmente negativa, seja ela secundária ou primária, é essencialmente, um poder destruidor sobre o ser. Isso só acontece, quando o ser não sabe lidar com elas de forma equilibrada espiritualmente, mas sobretudo, emocionalmente.  

Quando se verem envolvidos com tais emoções, reflitam sobre a perspectiva do conhecimento e da transformação. Embora sejam emoções potencialmente negativas, elas trazem em si, uma função curativa, necessária a cada indivíduo, no que diz respeito ao seu crescimento e evolução espiritual.

Os seres encarnados se encontram no status de analfabetos emocionais porque não foram educados para refletir sobre seus sentimentos, menos ainda, para olhar para si. O caminho de volta para dentro de si,  precisa ser iniciado, urgentemente, em função da transição em que vivem os filhos da Terra.

Exercício 3                                                  
AUTORREFLEXÃO

1. O que você está sentindo?
2. É uma emoção básica ou secundária?
3. Se for básica, você a traz em si, busque o equilíbrio.
4. Se for secundária, qual a emoção causal?
5. Quais as consequências dessa emoção sobre mim?  
6. Como posso lidar com ela de forma equilibrada?

Psicografia de Alessandra Uzêda
Pelo Espírito Irmã Tereza
Em 03/06/2019

domingo, 26 de maio de 2019

Conforto para a alma

És um ser imortal, essencialmente de amor, aprendendo. 
A autorreflexão é a atitude interna de ouvir a “voz da alma”, dizendo:
Ama sem exigir.
Compreende sem criticar.
Exercita a compaixão, praticando a benevolência. 
Vive a indulgência, que é a qualidade psíquica que representa bondade.
Entende que a verdadeira tolerância é a exteriorização do autoamor.
Sente que a vivência da humildade é grandeza da alma.
Cultiva a fraternidade universal que é a convivência equilibrada entre as pessoas.
Resigna-te perante a vontade de Deus, anulando o impacto dos sofrimentos.
Busca na oração a coragem para superar as aflições.
Cultiva o otimismo, embora sabendo encontrar desafios existenciais.
Liberta-te da discórdia e maledicência interior, construindo a leveza no coração.
Desapega-te com alegria do supérfluo, elegendo o essencial.
Avalia que a maior satisfação na vida é o dever cumprido.
Valoriza a tua permanência na Terra, sendo útil a todos.
Escolhe compreender e servir.
A tua consciência é teu guia.
A experiência é a escola.
O obstáculo, a lição.
Como zelador da Terra, és capaz de semear perdão, bondade, esperança, alegria, tolerância, reconciliação, enfim, amor.
O amor é de origem divina. Quanto mais se doa, mais se tem.
A paz no mundo começa em ti.
Se houver harmonia no lar, haverá ordem na nação e  consequentemente paz no mundo.
Prossegue honrando a posição de aprendiz e servidor da Vida, na alegria de viver em Deus.


Evanise M Zwirtes
Ano XII l N° 64 l Maio e Junho l 2019 - Jornal de Estudos Psicológicos

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

VALORIZE AS FORÇAS DA VIDA!

Doutrina do discernimento, o Espiritismo nos acorda para a valorização das forças da vida, ensinando-nos a preservá-la e a empregá-la com o proveito devido. 

Dediquemos um minuto ao inventário das nossas perdas de vitalidade, no que se refere aos espetáculos violentos, junto dos quais desgastamos recursos preciosos do corpo e, em algumas ocasiões, chegamos até mesmo a perdê-lo inconsideradamente. 

Em séculos do passado, arrasávamos os nervos diante das façanhas de arena, rejubilando-nos com o sangue de gladiadores e feras ou mantínhamos o coração alterado por arritmias, à frente de carros e cavalos em tropelia, buscando tolas consagrações. 

Na atualidade, temos as lutas livres  e a disparada de autos em nome de competição esportiva ou, ainda, as peças dedicadas ao desregramento emotivo e os filmes endereçados à exaltação do crime, rotulados de cultura, desbaratando-nos as reservas físicas e mentais. 

Semelhantes exibições abalam as energias nervosas, sacodem-nas e dissipam-nas, impingindo, não raro, no ânimo de grande número de expectadores imprevidentes, sugestões de caráter negativo que começam em pensamentos nocivos, na aparência sem qualquer importância, e terminam na brecha moral por onde a obsessão se insinua ou o stress negativo se instala repetidamente. 

Em seguida, os cultores desses estimulantes deprimentes se declaram enfermos, em casa, confessando-se inadaptados à vida familiar, a perambularem por consultórios médicos e hospitais de repouso, sem pensar que desajustaram o sistema nervoso por si mesmos, a força de se agitarem inutilmente. 

Não nos deixemos render à febre de excitações novas que dominam a romagem terrestre. Cada espírito responderá, perante a Lei de Causa e Efeito, pelo emprego do corpo físico em que se manifesta no mundo

Meditemos no assunto. Todos necessitamos de descanso e refazimento; saibamos, porém, que a distração equilibrada entretém a vida, mas toda distração estonteante é derivativo para a morte.

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

QUEM É A CRIANÇA À LUZ DA DOUTRINA ESPÍRITA?


A criança é um espírito reencarnado. Esta é a mais revolucionária de todas as ideias, no tocante à compreensão de quem é a criança.

Ao elucidar esta verdade, o Espiritismo promove uma notável revolução nas deduções e métodos dos especialistas em desenvolvimento infantil.

A criança é um espírito imortal, dotado de experiências decorrentes de suas encarnações anteriores. 

Como todos os filhos de Deus, traz em si mesma o germe da perfeição, consoante elucida Allan Kardec, em "O Livro dos Espíritos", nos seus comentários à questão 776:

 "Sendo perfectível e trazendo em si o germe do seu aperfeiçoamento, o homem não foi destinado a viver perpetuamente no estado de natureza, como não o foi a viver eternamente na infância". (Kardec, Allan - O Livro dos Espíritos) 

Oportuno registrar, para aprofundar nosso entendimento, a palavra do Instrutor Espiritual Calderaro, no livro "No Mundo Maior", ressaltando o processo evolutivo: 

"Somos filhos de Deus e herdeiros dos séculos, conquistando valores, de experiência em experiência, de milênio a milênio. Não há favoritismo no Templo Universal do Eterno,  e todas as forças da Criação aperfeiçoam-se no Infinito. A crisálida de consciência que reside no cristal a rolar na corrente do rio, aí se acha em processo liberatório; as árvores que, por vezes, se aprumam centenas de anos, a suportar os golpes do inverno e acalentadas pelas carícias da primavera, estão conquistando a memória; a fêmea do tigre, lambendo os filhinhos recém-natos, aprende rudimentos do amor; o símio, guinchando, organiza a faculdade da palavra. Em verdade, Deus criou o mundo, mas nós nos conservamos ainda longe da obra completa. Os seres que habitam o Universo ressumbrarão suor por muito tempo, a aprimorá-lo. Assim também a individualidade. Somos criação do Autor Divino e devemos aperfeiçoar-nos integralmente. O Eterno Pai estabeleceu como lei universal que seja a perfeição obra de cooperativismo entre Ele e nós, os seus filhos". (No mundo maior, André Luiz)

Portanto, quando no instante do parto um recém-nascido dá o seu primeiro choro, isto significa que um espírito se revestiu de um corpo físico trazendo consigo uma longa história já escrita, repleta de erros e acertos, a prosseguir pelo tempo afora, em sucessivas e imprescindíveis experiências reencarnatórias, escrevendo novos capítulos, no laborioso processo evolutivo rumo à perfeição

Assim, o ser humano traz em seu íntimo as infinitas possibilidades de crescimento, de amadurecimento espiritual que só através do tempo irão se concretizar. 

A esta altura, é oportuno mencionar que Allan Kardec questionou os Instrutores Espirituais quanto à importância da encarnação, em "O Livro dos Espíritos": 

"Qual o objetivo da encarnação dos Espíritos? 

- Deus lhes impôs a encarnação com o fim de fazê-los chegar à perfeição. Para uns, é expiação; para outros, missão. Mas, para alcançarem essa perfeição, têm que sofrer todas as vicissitudes da existência corporal: nisso é que está a expiação.

 Visa ainda a outro fim a encarnação: o de pôr o Espírito em condições de suportar a parte que lhe toca na obra da Criação. Para executá-la é que, em cada mundo, toma o Espírito um instrumento, de harmonia com a matéria essencial desse mundo, afim de aí cumprir, daquele ponto de vista, as ordens de Deus. 

É assim que, concorrendo para a obra geral, ele próprio se adianta. "(Allan Kardec, O livro dos Espíritos) - questão 132. Mais adiante, o Codificador acrescenta: 

Como pode a alma, que não alcançou a perfeição durante a vida corpórea,acabar de depurar-se? 

- Sofrendo a prova de uma nova existência." - questão 166.

Sendo a criança um espírito reencarnado, traz ínsito em seu inconsciente, o acervo de conhecimentos e conquistas anteriores, que assomam durante a vida terrena em forma de  aptidões, tendências, preferências, limitações, bloqueios, traumas, que constituem todo o elenco de facilidades e dificuldades nas múltiplas áreas de sua atuação e que irão influenciar o processo do seu desenvolvimento, educação, formação de caráter para compor a sua personalidade atual.

Infere-se que, a cada encarnação, o espírito, sem perder a sua individualidade, assume uma nova personalidade, decorrente de suas necessidades mais prementes. 

Assim, está sempre vivenciando novas experiências, como por exemplo, desenvolvendo, em determinada existência, uma aptidão artística para cuja atividade encontrará facilidades ou aprimorando uma propensão para a mecânica, para a matemática, para o exercício da medicina, da engenharia, para pesquisas científicas, etc., como também poderá renascer em um meio onde não tenha condições de exercer determinadas tendências, embora estejam latentes em seu íntimo, como uma prova necessária, por tê-las usado de forma prejudicial para si e para os outros. Em contrapartida, a fim de burilar o seu caráter, no âmbito dos valores morais, passará por experiências e situações que o motivem a isso. 

Percebendo a importância do período infantil, Allan Kardec propôs aos Benfeitores Espirituais a seguinte questão:

Qual é, para este [o Espírito], a utilidade de passar pelo estado de infância?

 - Encarnando, com o objetivo de se aperfeiçoar, o Espírito, durante esse período, é mais acessível às impressões que recebe, capazes de lhe auxiliarem o adiantamento, para o que devem contribuir os incumbidos de educá-lo. (Allan Kardec, O livro dos Espíritos) - questão 383. 

A infância é, pois, o período propício para que sejam introjetados no íntimo do espírito recentemente reencarnado os novos valores, através da aquisição de hábitos, condutas, vivências que o enriqueçam e preparem para o decurso de sua vida terrena.

Autora: Suely Caldas Schubert
Livro: Mediunidade e Obsessão em crianças

quinta-feira, 19 de julho de 2018

VAMPIRISMO ESPIRITUAL, uma forma de Obsessão!


Comentando as ocorrências da obsessão e do vampirismo no veículo fisiopsicossomático, é importante lembrar os fenômenos do parasitismo nos reinos inferiores da Natureza.

 Sem nos reportarmos às simbioses fisiológicas, encontraremos a ASSOCIAÇÃO PARASITÁRIA, no domínio dos animais, à maneira de uma sociedade, na qual uma das partes, quase sempre após, criou para si mesma vantagens especiais, com manifesto prejuízo para a outra, que passa, em seguida, à condição de vítima.

Em semelhante desequilíbrio, as vítimas se acomodam, por tempo indeterminado, à pressão externa dos verdugos; contudo, em outras eventualidades, sofrem-lhes a intromissão direta na intimidade dos próprios tecidos, em ocupação impertinente que, às vezes, se degenera em conflito destruidor e, na maioria dos casos, se transforma num acordo de tolerância, por necessidade de adaptação, perdurando até à morte dos hospedeiros espoliados, quando limitando a própria ação, quando se alojam nas reentrâncias do corpo a que se impõem.

Não será lícito esquecer, porém, que toda simbiose exploradora de longo curso, principalmente a que se verifica no campo interno, resulta de adaptação progressiva entre o hospedador e o parasita/obsessor, os quais, não obstante reagindo um sobre o outro, lentamente concordam na sociedade em que persistem, sem que o hospedador considere os riscos e perdas a que se expõe, comprometendo não apenas a própria vida, mas a existência da própria espécie.

TRANSFORMAÇÕES DOS PARASITAS/OBSESSORES

Tem-se, portanto:

·      OS PARASITAS TEMPORÁRIOS – o parasita apenas transitoriamente visitam os hospedadores.

·      OS PARASITAS OCASIONAIS ou os PSEUDOPARASITA -  que sistematicamente não são parasitas, mas que vampirizam outros animais, quando as situações do ambiente a isso os conduzam.

·      OS PARASITAS PERMANENTES de desenvolvimento direto, que dispõem de um HOSPEDADOR EXCLUSIVO e a cuja existência se encontram ajustados por laços indissolúveis.

·      OS PARASITAS HETEROXÊNIOS, que se fazem adultos, contam com um ou mais hospedeiros intermediários, quando se encontram em período larval, para atingirem a forma completa no hospedeiro definitivo.

·      OS HIPERPARASITAS, que são parasitas de outros parasitas.
Concluindo-se que, O PARASITISMO ENTRE OS ANIMAIS, não decorre de uma  condição natural, mas sim, de uma AUTÊNTICA ADAPTAÇÃO deles ao modo particular de comportamento, ao qual se une, podendo originar novas espécies, antes desconhecidas.

TRANSFORMAÇÕES DOS HOSPEDEIROS

Todavia, se os parasitas podem acusar expressivas transformações, à face do novo regime de existência a que se afeiçoam, os resultados de tais associações sobre o hospedeiro são mais profundos, pois depois de instalados:

  • ·        se multiplicam, ameaçadores;
  • ·         estabelecem espoliações sobre as províncias orgânicas da vítima,     sugando-lhe a vitalidade, traumatizando lhe os tecidos, provocando lesões parciais ou totais ou estendendo ações tóxicas, como a exaltação febril nas infecções, com que, algumas vezes, lhe apressam a morte.

Nessa movimentação perniciosa ou letal, conseguem irritar as células ou destruí-las, obstruir cavidades, seja nos intestinos ou nos vasos, embaraçar funções e obliterar glândulas importantes, quais as glândulas genitais, que podem levar até à castração, embora os recursos defensivos do hospedeiro sejam postos em evidência, criando exércitos celulares de combate às infestações, expulsando os invasores por via comum, ou neutralizando lhes a penetração, pelas membranas fibrosas que os envolvem, encistando-os a princípio, para aniquilá-los, depois, em pequeninos invólucros calcificados, no interior dos tecidos.

E lembrando os efeitos de certos parasitas heteroxênicos, que se desenvolvem no hospedeiro intermediário para alcançar a posição adulta no hospedeiro definitivo, bastará menção especial aos tripanossomas (parasita do sangue em diversos animais e no homem) que, em espécies várias, se multiplicam nos tecidos e líquidos orgânicos, traçando aflitivos problemas da parasitologia humana, em complicadas operações de transmissão, evolução e instalação no quadro fisiológico de suas vítimas.

OBSESSÃO E VAMPIRISMO

Em processos diferentes, mas atendendo aos mesmos princípios de simbiose prejudicial, encontramos os CIRCUITOS DE OBSESSÃO E DE VAMPIRISMO ENTRE ENCARNADOS E DESENCARNADOS, desde as eras recuadas em que o espírito humano, ILUMINADO PELA RAZÃO, foi chamado pelos princípios da Lei Divina a renunciar ao egoísmo e à crueldade, à ignorância e ao crime.

Rebelando-se, no entanto, em grande maioria, contra as sagradas convocações, e livres para escolher o próprio caminho, as criaturas humanas DESENCARNADAS, em alto número, começaram a oprimir os companheiros da retaguarda:

·        disputando afeições e riquezas que ficavam na carne;
·        ou tentando empreitadas de vingança e delinquência, quando sofriam o processo liberatório da desencarnação em circunstâncias delituosas.

As vítimas de homicídio, e violência, brutalidade manifesta ou perseguição disfarçada, DESENCARNADAS, entram na FAIXA MENTAL dos ofensores, conhecendo-lhes a enormidade das faltas ocultas, e, ao invés do perdão, com que se exonerariam da cadeia de trevas, empenham-se em VINGANÇAS, retribuindo golpe a golpe e mal por mal.

Outros desencarnados, exigindo que Deus lhes providencie solução aos caprichos pueris e proclamando-se inabilitados para o resgate do preço devido à evolução que lhes é necessária, tornam-se OCIOSOS e GOZADORES, e, alegando a suposta impossibilidade de a Sabedoria Divina dirimir os padecimentos dos homens, pelos próprios homens criados, fogem, acovardados e preguiçosos, aos deveres e serviços que lhes competem.

“INFECÇÕES FLUÍDICAS”

Muitos acometem os adversários que ainda se entrosam no corpo terrestre:

·        empolgando-lhes a imaginação com formas mentais monstruosas;
·        operando perturbações que podemos classificar como “infecções fluídicas” e que determinam o colapso cerebral com arrasadora loucura.
·        E ainda muitos outros, imobilizados nas paixões egoísticas desse ou daquele teor, descansam em pesado monodeísmo, ao pé dos encarnados, de cuja presença não se sentem capazes de afastar-se,
·        Outros absorvem as emanações vitais dos encarnados que com eles se harmonizam, aqui e ali;
·        Outros muitos, conscientes, após se inteirarem dos pontos vulneráveis de suas vítimas, segregam sobre elas determinados produtos, filiados ao quimismo do Espírito, e que podemos nomear como simpatinas e aglutininas mentais, produtos esses que, lhes modificam a essência dos próprios pensamentos a verterem, contínuos, dos fulcros energéticos do tálamo, no diencéfalo.

Estabelecida essa operação de ajuste, que os desencarnados e encarnados, comprometidos em aviltamento mútuo, realizam em franco automatismo, à maneira dos animais em absoluto primitivismo nas linhas da Natureza:

·        Os verdugos comumente senhoreiam os neurônios do hipotálamo, acentuando a própria dominação sobre o feixe amielínico que o liga ao córtex frontal, controlando as estações sensíveis do centro coronário que aí se fixam para o governo das excitações, e produzem nas suas vítimas, QUANDO CONTRARIADOS EM SEUS DESÍGNIOS, inibições de funções viscerais diversas, mediante influência mecânica sobre o simpático e o parassimpático, que compõe o seu sistema nervoso .

·        Tais manobras, em processos intrincados de vampirismo, prestigiam o REGIME DO MEDO ou de GUERRA NERVOSA nas criaturas de que se vingam, ALTERANDO-LHES A TELA PSÍQUICA ou impondo PREJUÍZOS CONSTANTES aos tecidos somáticos.

“PARASITAS OVÓIDES”

 Inúmeros infelizes, obstinados na ideia de fazerem justiça pelas próprias mãos ou confiados a vicioso apego, DESENCARNADOS, envolvem sutilmente aqueles que se lhes fazem objeto da calculada atenção e, auto hipnotizados por imagens de afetividade ou desforço, infinitamente repetidas por eles próprios, acabam em deplorável fixação monoideística, fora das noções de espaço e tempo, acusando, passo a passo, enormes transformações na morfologia do veículo espiritual.

Essas transformações do veículo espiritual, ocorrem retraindo os órgãos psicossomáticos, por falta de função, assemelham-se a OVOIDES, vinculados às próprias vítimas que, de modo geral, lhes aceitam, mecanicamente, a influenciação, pelos seguintes motivos:
  • ·        pensamentos de remorso
  • ·        pensamentos de arrependimento tardio,
  • ·        ódio voraz
  • ·   egoísmo exigente que alimentam no próprio cérebro, através de ondas mentais incessantes.

Nessas condições, o obsessor ou parasita espiritual perde as características morfológicas primitivas, para converter-se em massa celular parasitária. No tocante à criatura humana, o obsessor passa a viver no clima pessoal da vítima, em perfeita simbiose mórbida, absorvendo-lhe as forças psíquicas, situação essa que, em muitos casos, se prolonga para além da morte física do hospedeiro, conforme a natureza e a extensão dos compromissos morais entre credor e devedor.

PARASITISMO E REENCARNAÇÃO

 Nas ocorrências dessa ordem, quando a decomposição da vestimenta carnal não basta para consumar o resgate preciso, vítima e verdugo se equiparam na mesma gama de sentimentos e pensamentos, caindo, além-túmulo, em dolorosos painéis infernais, até que a Misericórdia Divina, por seus agentes vigilantes, após estudo minucioso dos crimes cometidos, pesando atenuantes e agravantes, promove a reencarnação daquele Espírito que, em primeiro lugar, mereça tal recurso.

 E, executado o PROJETO DE RETORNO DO BENEFICIÁRIO, a regressar do Plano Espiritual para o Plano Terrestre, sofre a MULHER, indicada por seus débitos à gravidez respectiva, o ASSÉDIO DE FORÇAS OBSCURAS que, em muitas ocasiões, se lhe implantam no vaso genésico por simbiontes que influenciam o feto em gestação, estabelecendo-se, desde essa hora inicial da nova existência, ligações fluídicas através dos tecidos do corpo em formação, pelas quais a ENTIDADE REENCARNANTE, a partir da infância, continua enlaçada ao companheiro ou aos companheiros menos felizes, que integram com ela toda uma equipe de almas culpadas em reajuste.

Desenvolve-se lhe, então, a meninice, cresce, reinstrui-se, e retorna à juvenil idade das energias físicas, padecendo, porém, a influência constante dos assediantes, até que, frequentemente por intermédio de uniões conjugais, em que a provação emoldura o amor, ou em circunstâncias difíceis do destino, lhes ofereça novo corpo na Terra, para que, como filhos de seu sangue e de seu coração, lhes devolva em moeda de renúncia os bens que lhes deve, desde o passado próximo ou remoto.

Se os adversários do Espírito reencarnado são em maior número, atuam, muitos deles, tomando os filhos de suas vítimas e afins deles próprios, por hospedeiros intermediários das formas-pensamentos deploráveis que arremessam de si, alcançando em seguida, a mente dos pais ou hospedeiros definitivos, a inocular-lhes perigosos fluídos sutis, com que lhes infernizam as almas, muitas vezes até à ocasião da própria morte.


TERAPÊUTICA DO PARASITISMO DA ALMA

 Importa, no entanto, observar que todos os sofrimentos e corrigendas a que nos referimos estão conjugados para as consciências encarnadas ou não, dentro da lei de ação e reação que a cada um confere hoje o equilíbrio ou o desequilíbrio, por suas obras de ontem, reconhecendo-se que assim como existem medidas terapêuticas contra o parasitismo no mundo orgânico, qualquer criatura encontra, na aplicação viva do bem, eficiente remédio contra o parasitismo da alma. NÃO BASTARÁ, porém, a palavra que ajude e a oração que ilumina.

O hospedeiro de influências inquietantes que, por suas aflições na existência carnal, pode avaliar da qualidade e extensão das próprias dívidas, precisará do próprio exemplo, no serviço do amor puro aos semelhantes, com educação e sublimação de si mesmo, porque só o exemplo é suficientemente forte para renovar e reajustar.

A ação do bem genuíno, com a quebra voluntária de nossos sentimentos inferiores, produz vigorosos fatores de transformação sobre aqueles que nos observam, notadamente naqueles que se nos agregam à existência, influenciando-nos a atmosfera espiritual, de vez que as nossas demonstrações de fraternidade inspiram nos outros pensamentos edificantes e amigos que, em circuitos sucessivos ou contínuas ondulações de energia renovados, modificam nos desafetos mais acirrados qualquer disposição hostil a nosso respeito.

Ninguém necessita, portanto, aguardar reencarnações futuras, entretecidas de dor e lágrimas, em ligações expiatórias, para diligenciar a paz com os inimigos trazidos do pretérito, porque, pelo DEVOTAMENTO AO PRÓXIMO e pela HUMILDADE realmente PRATICADA E SENTIDA, é possível valorizar nossa frase e santificar nossa prece, atraindo simpatias valiosas, com intervenções providenciais, em nosso favor.

É que, em nos reparando transfigurados para o melhor, os nossos adversários igualmente se desarmam para o mal, compreendendo, por fim, que só o bem será, perante Deus, o nosso caminho de liberdade e vida. (Uberaba, 19/3/58.)

Fonte: Evolução em dois mundos
Chico Xavier e Waldo Vieira
Pelo Espírito André Luiz


SIMBIOSE ESPIRITUAL - Uma forma de obsessão!



O ser humano é dotado de PENSAMENTO ININTERRUPTO, capaz de alterar, na INDIVIDUALIDADE, o modo particular de SER.

Surge a partir dessa individualidade, o PRINCÍPIO INTELIGENTE, baseadas nas TROCAS DE FLUIDOS MENTAIS MULTIFORMES, através dos quais, o ser emite as PRÓPRIAS IDEIAS e RADIAÇÕES, assimilando as radiações e ideias alheias.
Esse IMPULSO QUE LHE SURGE NA MENTE, passa a ser agora um DESEJO CONSCIENTE, um ANSEIO INSTINTIVO, que  surge ACIMA DA VIDA NORMAL, em determinados momentos, transformando-se em ATRAÇÃO AFETIVA CONSTANTE.

Com essa atração afetiva constante, o ser busca a SATISFAÇÃO INVARIÁVEL como estímulo, como um amor encravado num profundo egoísmo.

Esse sentimento de PROPRIEDADE DO AFETO  e da CRIATURA HUMANA, é interrompido pela MORTE DO CORPO FÍSICO, mas não é  rompido ou exterminado.

 A criatura humana, ao iniciar-se no PENSAMENTO CONTÍNUO, sente-se quebrada e aflita cada vez que se desvencilha do corpo carnal adulto.

Ao se libertar do CORPO FÍSICO, goza de NOVAS CONDIÇÕES VIBRATÓRIAS, ocultando-lhe em relação aos seis que já não o veem mais, a fim de se revitalizarem as suas experiências, assim como, a planta precisa da poda para renovação do próprio valor.

Essa renovação dos VALORES DA CRIATURA HUMANA, que o conduzirá  para a Gloria Divina, debita a si mesmo os BENS e os MALES, as ALEGRIAS e as DORES de sua caminhada.

Porém, a alma, arrebatada entre os que mais ama pela morte, e ainda incapaz de compreender essa  transformação, que nada mais é, que a TRANSFORMAÇÃO PESSOAL, REVOLTA-SE contras as NOVAS LIÇÕES DA VIDA ESPIRITUAL, num plano diferente, permanecendo FATIDICAMENTE ALGEMADO aos que se afinam pelos sangue ou pelos desejos, COMUNGANDO DAS EXPERIÊNCIAS VULGARES, embora, em seu PRETÉRITO aprendeu, automaticamente a RESPIRAR e a VIVER junto à ENERGIA e ao CALOR ALHEIO.

André Luiz, explica os tipos de simbiose existentes no reino vegetal e animal.

·        SIMBIOSE ÚTIL- Um oculta o outro, porém, o ser oculto se revela em proteção por ele. Nesse caso, a vida desses dois seres vivos, se cultivadas independentemente, sem o AJUSTE DA SIMBIOSE, se torna indiscutivelmente frágil e precária. Nesse caso a simbiose é considerada SIMPLES e ÚTIL.

·        SIMBIOSE EXPLORADORA – Ligação de dois seres vivos, trazendo OCORRÊNCIAS DESAGRADÁVEIS, do INVASOR sobre o INVADIDO. Muitas vezes, não é possível encontrar DISPOSIÇÕES PARA ADAPTAR-SE ao INVASOR, causando EXCESSO DE CONFLITOS, e até a MORTE. Nesse caso a SIMBIOSE, é classificada como PARASITISMO.

·        SIMBIOSE DAS MENTES – André Luiz elucida que SEMELHANTES PROCESSOS DE ASSOCIAÇÃO aparecem largamente empregados pela MENTE DAQUELE QUE DESENCARNOU.

Ao desencarnar, o ser AMENDRONTADO perante o DESCONHECIDO que não consegue reconhece-lo de imediato, se APROVEITAM da RECEPTIVIDADE daqueles que CHORAM SUA PERDA, e ficam colados aos que mais ama, logo, existe aí, uma relação de AFETO.

O Espírito desenfaixado da veste física lança habitualmente, para a intimidade dos tecidos fisio psicossomáticos daqueles que o asilam, as emanações do seu corpo espiritual, como como raízes alongadas ou sutis alavancas de força, subtraindo-lhes a vitalidade, elaborada por eles nos processos da biossíntese ( formação de substâncias orgânicas num ser vivo), sustentando-se, por vezes, largo tempo, nessa permuta viva de forças.

A MENTE ENCARNADA entrega-se, INCONSCIENTEMENTE, AO DESENCARNADO que lhe CONTROLA A EXISTÊNCIA, sofrendo-lhe temporariamente o DOMÍNIO até certo ponto, mas, EM TROCA, à face da sensibilidade excessiva de que se reveste, PASSA A VIVER, enquanto perdure semelhante influência, necessariamente PROTEGIDA CONTRA o assalto de forças ocultas ainda mais deprimentes.

Por esse motivo, ainda agora, em plena atualidade, encontramos os PROBLEMAS DA MEDIUNIDADE EVIDENTE, ou da MEDIUNIDADE IRRECONHECIDA, destacando, a cada passo, inteligências nobres intimamente aprisionadas a cultos estranhos, em matéria de fé, as quais padecem a INTROMISSÃO DE IDEIAS de terror, ANTE A PERSPECTIVA DE SE AFASTAREM DAS ENTIDADES FAMILIARES QUE LHE DOMINAM A MENTE,  através de PALAVRAS ou SÍMBOLOS MÁGICOS, com vistas a falaciosas VANTAGENS MATERIAIS.

Essas inteligências FOGEM deliberadamente AO ESTUDO QUE AS LIBERTARIA DO CATIVEIRO INTERIOR, quando não se mostram apáticas, em perigosos processos de fanatismo, inofensivas e humildes, mas ARREDADAS DO PROGRESSO que lhes garantiria a renovação.

HISTERIA E PSICONEUROSE

 André Luiz afirma que as simbioses dessa espécie, em que tantas existências respiram em reciprocidade de furto psíquico, não se limitam aos fenômenos desse teor, nos quais Espíritos desencarnados, estanques em determinadas concepções religiosas, anestesiam ou infantilizam temporariamente consciências menos aptas ao autocontrole, porquanto se expressam igualmente nas moléstias nervosas complexas, como a histeroepilepsia.

·       (histeroepilepsia, ao contrário da histeria, não é mais psicogenicamente desencadeada pura e simplesmente.

·       O paciente passa a "sofrer" sua doença como na epilepsia e não apenas "vivê-Ia" como na histeria. É, portanto uma "verdadeira" doença mental, no sentido dado a esta por H. Ey, pois aqui o "Homem é tocado em sua liberdade".
(Definição de Adalberto Tripicchio)

 

Na histeroepilepsia. em que o paciente sofre o espasmo tônico em opistótono, acompanhado de convulsões crônicas de feição múltipla, às vezes sem qualquer perda de consciência equivalendo a transe mediúnico autêntico, no qual a personalidade invisível se aproveita dos estados emotivos mais intensos para acentuar a própria influenciação.

E, na mesma trilha de ajustamento simbiótico, SOMOS DEFRONTADOS NA TERRA, aqui e ali, pela PRESENÇA DE PSICONEURÓTICOS da mais extensa classificação, com diagnose extremamente difícil, entregues aos mais OBSCUROS QUADROS MENTAIS, sem cair no abismo da loucura completa.
Tais entidades imanizadas (atraídas magneticamente) ao painel fisiológico e agregadas a ele sem o corpo de matéria mais densa, vivem assim, quase sempre por tempo longo, entrosadas psiquicamente aos seus hospedadores, porquanto, o ESPÍRITO HUMANO DESENCARNADO, erguido a NOVO ESTADO DE CONSCIÊNCIA. começa a elaborar recursos magnéticos diferenciados, condizentes com os impositivos da própria sustentação.

Por outro lado, o CORPO TERRESTRE, aprendeu a criar, por automatismo, as enzimas e os hormônios que lhe asseguravam o equilíbrio biológico, e, IMPRESSIONANDO O PACIENTE QUE EXPLORA, muitas vezes, com a melhor intenção, SUBJUGA-LHE NO CAMPO MENTAL, impondo-lhe ao centro coronário a substância dos próprios pensamentos, que a vítima passa a acolher qual se fossem os seus próprios. Assim, em PERFEITA SIMBIOSE, refletem-se mutuamente, estacionários ambos no tempo, até que as LEIS DA VIDA lhes reclamem, pela DIFICULDADE ou pela DOR, a alteração imprescindível.
OUTROS PROCESSOS SIMBIÓTICOS

De outras vezes, O DESENCARNADO que teme as experiências do Mundo Espiritual ou que insiste em prender-se por egoísmo aos que jazem na retaguarda, SE POSSUI INTELIGÊNCIA MAIS VASTA QUE O HOSPEDEIRO, inspira-lhe ATIVIDADE PROGRESSIVA que resulta em benefício do meio a que se vincula.

Pode acontecer também, a SIMBIOSE EM CONDIÇÕES INFELIZES, nas quais o desencarnado permanece eivado de ódio ou perversidade enfermiça ao pé das próprias vítimas, inoculando-lhes fluídos letais, impulsionando a SITUAÇÕES ANORMAIS, quando não lhe impõe lentamente A MORTE fenômenos esses, no entanto, que capitularemos, com apontamentos breves, em torno do VAMPIRISMO, como responsável por vários distúrbios do corpo espiritual a se estamparem no corpo físico.

ANCIANIDADE DA SIMBIOSE ESPIRITUAL

Justo, assim, registrar que a SIMBIOSE ESPIRITUAL permanece entre os homens, desde as eras mais remotas, em multifários processos de mediunismo CONSCIENTE ou INCONSCIENTE, através dos quais os chamados “mortos”, traumatizados ou ignorantes, fracos ou indecisos, se aglutinam, em grande parte, ao “habitat” dos chamados “vivos”, partilhando-lhes a existência, a absorver-lhes parcialmente a vitalidade, até que os próprios ESPÍRITOS ENCARNADOS, com a força do seu próprio trabalho, no estudo edificante e nas virtudes vividas, lhes ofereçam material para mais amplas meditações, pelas quais se habilitem à NECESSÁRIA TRANSFORMAÇÃO com que se adaptem a NOVOS CAMINHOS e aceitem ENCARGOS NOVOS, à frente da evolução deles mesmos, no rumo de esferas mais elevadas. (Pedro Leopoldo, 16/3/58)

Fonte: LIVRO EVOLUÇÃO EM DOIS MUNDOS
Chico Xavier e Waldo Vieira pelo Espírito André Luiz
CAPÍTULO 14