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sábado, 26 de novembro de 2016
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
Empatia, Simpatia e Antipatias
Empatia,
Simpatia e Antipatias
O que é empatia?
A
empatia é tentarmos entender os
outros, termos a capacidade de ver e compreender a realidade através dos olhos
dos outros.
Muitos
confundem a empatia com a simpatia, embora sejam diferentes.
Simpatia é o que nós sentimos em relação aos
outros ou o que transmitimos para os outros.
A
simpatia tem como objetivo estar com o outro e agradar e a empatia tem como objetivo
conhecer e compreender. Embora parecidos, seus significados são diferentes e
devem ser usadas em situações diferentes. Ambos contribuem para um bom
desenvolvimento das relações humanas, mas são conceitos distintos.
Lívia Pereira Santos em seu Livro Frente ao Estresse explica que a
empatia, isto é, entrar no sentimento do outro possibilita:
·
Aprender e compreender as vivências afetivas
e os sentimentos.
·
Encontros e reencontros que nos colocam em
contato com o nosso íntimo.
É através dessas duas possibilidades que está condicionada:
·
Aceitação
·
Afetividade
·
Afinidade
·
Entendimento
·
Concordância
·
Proximidade.
Elementos indispensáveis para que haja simpatia entre as partes, e
ação crescente de afetividade.
Lívia chama atenção para a TROCA ENERGÉTICA que se estabelece no
processo simpático, fortalecendo os processos empáticos que vem a transformar
laços de amizade em amor, convivência, sustentação e compreensão.
Por outro lado, há também as tão faladas ANTIPATIAS motivadas
pelos seguintes aspectos:
·
Distanciamentos;
·
Separações
·
Sectarismo (definir)
·
Intolerâncias
·
Indiferenças
·
Preconceitos
·
Desafetos
·
Desentendimentos
Esses
aspectos fornecem ENERGIAS REPELENTES, densas, causando uma intoxicação mental,
tendo como resultado os seguintes SENTIMENTOS:
·
Solidão
·
Constrangimentos
·
Irritação
·
Agressividade
·
Violência
·
Vulnerabilidade
O EQUILÍBRIO e a HARMONIA são de fundamental importância para que
sejamos felizes e para obtermos sucesso na ciência do amor que se constrói
pelas conquistas da empatia e da simpatia.
Lívia propõe um questionamento para que possamos refletir.
Quem de nós
poderia dizer que não precisamos de afetos?
Quando obtemos sucesso na CIÊNCIA DO AMOR, contrária à lei do egoísmo,
já adquirimos;
·
Confiança no próximo
·
Atitudes de paz
·
Autoconsciência (quem sou eu?)
·
Relacionamentos de amizade
·
Afetividade
·
Respeito mútuo
·
Boa convivência
O amor age
como força maior da expressão do afeto convergindo para o equilíbrio das
relações interpessoais.
Há uma
necessidade de COMPREENDER OS DEVERES E OS DIREITOS para que haja total
aceitação dos limites e das necessidades do outro.
CONVIVÊNCIAS
O Evangelho
guia os passos e os pensamentos de todos que buscam internalizar as lições do
Mestre Jesus. Um autêntico guia para o nosso aperfeiçoamento moral e a forma de
ver as coisas.
A autora
explicar que VIVER é reagir diante das provas e das expiações, fortalecendo-se
e firmando-se naquilo que se faz necessário para a sua própria evolução.
Dentro desse
contexto é preciso:
·
Combater o desânimo e a inércia;
·
Compreender as razões das provas
·
Investir em sua reforma íntima
·
Um trabalho útil, tornando-se produtivo na
sociedade
·
Investir em conhecimento, tornando-se mais
instruídos.
Todos esses contextos de possibilidades afastam:
·
A depressão
·
A falta de vontade
·
O estresse emocional
·
Os desacertos das relações antipáticas como
um todo.
...............................................................................................................................................................
Intervenções:
No Livro segundo de O Livro dos Espíritos de Allan Kardec, Mundo
Espírita ou dos Espíritos, Capítulo VII- Retorno a vida corporal, no item VII- Simpatias e Antipatias Terrenas, (Questões 386
à 391), Allan Kardec explica que:
Dois seres
que se conheceram e se amaram podem encontrar se noutra existência corpórea ,
porém, não poderiam se reconhecer; mas serem atraídos um pelo outro sim; e
frequentemente as ligações íntimas, fundadas numa afeição sincera, não provem
de outra causa. Dois seres se aproximam um do outro por circunstâncias
aparentemente fortuitas, mas que são o resultado da atração de dois Espíritos
que se buscam através da multidão.
Nem sempre
é agradável para eles se reconhecerem. A recordação das existências passadas
teria inconvenientes maiores do que acreditais. Apôs a morte eles se
reconhecerão e saberão em que tempo estiveram juntos.
A simpatia
nem sempre tem por motivo um conhecimento anterior. Dois Espíritos que tenham
afinidades se procuram naturalmente sem que se hajam conhecido como encarnados.
Há, entre
os seres pensantes, ligações que ainda não conheceis O magnetismo é a bússola
desta ciência, que mais tarde compreendereis melhor.
A
antipatia entre duas pessoas pode nascer primeiro naquele cujo Espírito é pior
ou melhor, mas as causas e os efeitos são diferentes. Um Espírito mau
sente antipatia por quem quer que o possa julgar e desmascarar; vendo uma
pessoa pela primeira vez, percebe que ela vai desaprová-lo; seu afastamento se
transforma então em ódio, inveja e lhe inspira o desejo de fazer o mal. O bom
Espírito sente repulsa pelo mau porque sabe que não será compreendido por ele e
que ambos não participam dos mesmos sentimentos; mas seguro de sua
superioridade, não sente contra o outro nem ódio nem inveja: contenta-se em
evitá-lo e lastimá-lo.
MUNDO ESPÍRITA OU DOS ESPÍRITOS
CAPÍTULO IX– INTERVENÇÃO DOS ESPÍRITOS NO MUNDO CORPÓREO
V- Afeição dos Espíritos por certas pessoas.
(Questões
484 à 488)
Os bons
Espíritos simpatizam com os homens de bem, ou suscetíveis de se melhorar;
os Espíritos inferiores, com os homens viciosos ou que podem viciar-se: daí o
seu apego, resultante da semelhança de sensações.
A afeição
verdadeira nada tem de carnal; mas quando um Espírito se apega a uma pessoa,
nem sempre o faz por afeição, podendo existir no caso uma lembrança de paixões
humanas.
Os bons
Espíritos fazem todo o bem que podem e se sentem felizes com as vossas
alegrias. Eles se afligem com os vossos males, quando não os suportais com
resignação, porque então esses males não vos dão resultados, pois procedeis
como o doente que rejeita o remédio amargo destinado a curá-lo.
A espécie
de mal que mais faz os Espíritos se afligirem por nós é o vosso egoísmo e vossa
dureza de coração: é disso que tudo deriva. Eles riem de todos esses males
imaginários que nascem do orgulho e da ambição e se rejubilam com os que têm
por fim abreviar o vosso tempo de prova.
Comentário
de Kardec: Os Espíritos, sabendo que a vida corporal é apenas transitória
e que as tribulações que a acompanham são meios de conduzir a um estado melhor,
se afligem mais pelas causas morais que podem distanciar-nos desse estado do
que pelos males físicos.
Os Espíritos pouco se importam com os infortúnios que só afetam as nossas
ideias mundanas, como fazemos com as aflições pueris da infância.
O Espírito que vê nas aflições da vida um meio de adiantamento para nós
considera-as como a crise momentânea que deve salvar o doente.
Compadece-se dos nossos sofrimentos como nos compadecemos dos sofrimentos
de um amigo mas vendo as coisas de um ponto de vista mais Justo, aprecia-os de
maneira diversa, e enquanto os bons reerguem a nossa coragem, no interesse do
nosso futuro os outros, tentando comprometer-nos, nos incitam ao desespero.
Nossos
parentes e nossos amigos, que nos precederam na outra vida, tem mais simpatia
por nós do que os Espíritos que nos sãos estranhos, e frequentemente vos
protegem como Espíritos, de acordo com o seu poder.
Eles são
muito sensíveis à afeição que lhes conservamos, mas esquecem aqueles que
os esquecem.
Fonte: Frente ao estress
Autora: Lívia Pereira Santos
domingo, 3 de maio de 2015
BOAS IMPRESSÕES - XXV - VIDA FELIZ Pelo Espírito Joanna de Ângelis Psicografado por Divaldo P. Franco
Sempre que interrogado a respeito de alguém, fornece impressões positivas.
Na impossibilidade de fazê-lo, porque a pessoa tenha uma conduta irregular, silencia ou elucida com bondade, evitando piorar-lhe a situação ou torná-la mais divulgada.
Não és fiscal do comportamento alheio, nem podes imaginar se aquele equivocado de ontem, não se encontra hoje em processo de recuperação.
Sejam tuas a opinião que edifica e a palavra que ajuda sempre.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
IV- Uniões Antipáticas -O Livro dos Espíritos, Allan Kardec-LIVRO QUARTO: ESPERANÇAS E CONSOLAÇÕES-CAPÍTULO I-PENAS E GOZOS TERRENOS
LIVRO
QUARTO
ESPERANÇAS
E CONSOLAÇÕES
CAPÍTULO
I- PENAS E GOZOS TERRENOS
IV- Uniões Antipáticas
(Questão 939 a 940)
Desde que os Espíritos simpáticos são levados a se
unir, pode-se explicar que entre os encarnados a afeição frequentemente
exista apenas de um lado e o amor sincero seja recebido com indiferença e mesmo
com repulsa.
Não
compreendes, então, que seja uma punição, embora passageira? Além disso,
quantos há que pensam amar perdidamente porque julgam apenas as aparências, e,
quando são obrigados a viver em comum, não tardam a reconhecer que se tratava
somente de uma paixão material! Não é suficiente estar enamorado de uma pessoa
que vos agrada e que supondes dotada de belas qualidades; é vivendo realmente
com ela que a podereis apreciar. Quantas uniões, por outro lado, que a
princípio pareciam incompatíveis e com o correr do tempo, quando ambos se
conheceram melhor, se transformaram num amor terno e durável porque baseado na
estima recíproca! É necessário não esquecer que o Espírito é quem ama, e não o
corpo, e que, dissipada a ilusão material, o Espírito vê a realidade.
Há
duas espécies de afeição: a do corpo e a da alma, e freqüentemente se toma uma
pela outra. A afeição da alma, quando pura e simpática, é duradoura; a do corpo
é perecível; eis porque os que se julgam amar com um amor eterno acabam se
odiando, quando passa a ilusão.
A falta de simpatia entre os seres destinados a
viver juntos é igualmente uma fonte de sofrimentos, tanto mais amarga quando
envenena toda a existência. Muito amarga, de fato; mas é
uma dessas infelicidades de que, na maioria das vezes, sois a primeira causa.
Em primeiro lugar, as vossas leis são erradas, pois acreditais vós que Deus vos
obriga a viver com aqueles que vos desagradam? Depois, nessas uniões procurais
quase sempre mais a satisfação do vosso orgulho e da vossa ambição do que a
felicidade de uma afeição mútua. E sofreis, então, apenas a consequência dos
vossos preconceitos.
Nesse caso haverá quase sempre uma vítima inocente, e isso é para ela uma dura expiação, mas a responsabilidade de sua
infelicidade recairá sobre os que a causaram. Se a luz da verdade tiver
penetrado em sua alma, ela se consolará com a fé no futuro. De resto, à medida
que os preconceitos se enfraquecerem, desaparecerão também as causas das
infelicidades íntimas.
domingo, 10 de agosto de 2014
VII- SIMPATIAS E ANTIPATIAS TERRENAS- O Livro dos Espíritos, Allan Kardec ,CAPÍTULO VII: Retorno à Vida Corporal- LIVRO SEGUNDO
LIVRO
SEGUNDO
MUNDO
ESPÍRITA OU DOS ESPÍRITOS
CAPÍTULO
VII– RETORNO À VIDA CORPORAL
VII- Simpatias e
Antipatias Terrenas
(Questões 386 à 391)
Dois
seres que se conheceram e se amaram podem encontrar se noutra existência
corpórea , porém, não poderiam se reconhecer; mas serem
atraídos um pelo outro sim; e frequentemente as ligações íntimas, fundadas numa
afeição sincera, não provem de outra causa. Dois seres se aproximam um do outro
por circunstâncias aparentemente fortuitas, mas que são o resultado da atração
de dois Espíritos que se buscam através da multidão.
Nem
sempre é agradável para eles se reconhecerem. A recordação
das existências passadas teria inconvenientes maiores do que acreditais. Apôs a
morte eles se reconhecerão e saberão em que tempo estiveram juntos.
A
simpatia nem sempre tem por motivo um conhecimento anterior. Dois
Espíritos que tenham afinidades se procuram naturalmente sem que se hajam
conhecido como encarnados.
Há, entre os seres pensantes, ligações que ainda não conheceis O
magnetismo é a bússola desta ciência, que mais tarde compreendereis melhor.
A
antipatia entre duas pessoas pode nascer primeiro naquele cujo Espírito é pior
ou melhor, mas as causas e os efeitos são
diferentes. Um Espírito mau sente antipatia por quem quer que o possa
julgar e desmascarar; vendo uma pessoa pela primeira vez, percebe que ela vai
desaprová-lo; seu afastamento se transforma então em ódio, inveja e lhe inspira
o desejo de fazer o mal. O bom Espírito sente repulsa pelo mau porque sabe que
não será compreendido por ele e que ambos não participam dos mesmos
sentimentos; mas seguro de sua superioridade, não sente contra o outro nem ódio
nem inveja: contenta-se em evitá-lo e lastimá-lo.
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