Mostrando postagens com marcador Antipatia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Antipatia. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Empatia, Simpatia e Antipatias

Empatia, Simpatia e Antipatias
O que é empatia?
A empatia é tentarmos entender os outros, termos a capacidade de ver e compreender a realidade através dos olhos dos outros.

Muitos confundem a empatia com a simpatia, embora sejam diferentes.

Simpatia é o que nós sentimos em relação aos outros ou o que transmitimos para os outros.
A simpatia tem como objetivo estar com o outro e agradar e a empatia tem como objetivo conhecer e compreender. Embora parecidos, seus significados são diferentes e devem ser usadas em situações diferentes. Ambos contribuem para um bom desenvolvimento das relações humanas, mas são conceitos distintos.

Lívia Pereira Santos em seu Livro Frente ao Estresse explica que a empatia, isto é, entrar no sentimento do outro possibilita:
·         Aprender e compreender as vivências afetivas e os sentimentos.
·         Encontros e reencontros que nos colocam em contato com o nosso íntimo.
É através dessas duas possibilidades que está condicionada:
·         Aceitação
·         Afetividade
·         Afinidade
·         Entendimento
·         Concordância
·         Proximidade.
Elementos indispensáveis para que haja simpatia entre as partes, e ação crescente de afetividade.
Lívia chama atenção para a TROCA ENERGÉTICA que se estabelece no processo simpático, fortalecendo os processos empáticos que vem a transformar laços de amizade em amor, convivência, sustentação e compreensão.
Por outro lado, há também as tão faladas ANTIPATIAS motivadas pelos seguintes aspectos:
·         Distanciamentos;
·         Separações
·         Sectarismo (definir)
·         Intolerâncias
·         Indiferenças
·         Preconceitos
·         Desafetos
·         Desentendimentos

Esses aspectos fornecem ENERGIAS REPELENTES, densas, causando uma intoxicação mental, tendo como resultado os seguintes SENTIMENTOS:

·         Solidão
·         Constrangimentos
·         Irritação
·         Agressividade
·         Violência
·         Vulnerabilidade
O EQUILÍBRIO e a HARMONIA são de fundamental importância para que sejamos felizes e para obtermos sucesso na ciência do amor que se constrói pelas conquistas da empatia e da simpatia.
Lívia propõe um questionamento para que possamos refletir.
Quem de nós poderia dizer que não precisamos de afetos?
Quando obtemos sucesso na CIÊNCIA DO AMOR, contrária à lei do egoísmo, já adquirimos;
·         Confiança no próximo
·         Atitudes de paz
·         Autoconsciência (quem sou eu?)
·         Relacionamentos de amizade
·         Afetividade
·         Respeito mútuo
·         Boa convivência

O amor age como força maior da expressão do afeto convergindo para o equilíbrio das relações interpessoais.

Há uma necessidade de COMPREENDER OS DEVERES E OS DIREITOS para que haja total aceitação dos limites e das necessidades do outro.

CONVIVÊNCIAS

O Evangelho guia os passos e os pensamentos de todos que buscam internalizar as lições do Mestre Jesus. Um autêntico guia para o nosso aperfeiçoamento moral e a forma de ver as coisas.

A autora explicar que VIVER é reagir diante das provas e das expiações, fortalecendo-se e firmando-se naquilo que se faz necessário para a sua própria evolução.
Dentro desse contexto é preciso:
·         Combater o desânimo e a inércia;
·         Compreender as razões das provas
·         Investir em sua reforma íntima
·         Um trabalho útil, tornando-se produtivo na sociedade
·         Investir em conhecimento, tornando-se mais instruídos.
Todos esses contextos de possibilidades afastam:
·         A depressão
·         A falta de vontade
·         O estresse emocional
·         Os desacertos das relações antipáticas como um todo.
...............................................................................................................................................................
Intervenções:
No Livro segundo de O Livro dos Espíritos de Allan Kardec, Mundo Espírita ou dos Espíritos, Capítulo VII- Retorno a vida corporal, no item VII- Simpatias e Antipatias Terrenas, (Questões 386 à 391), Allan Kardec explica que:
Dois seres que se conheceram e se amaram podem encontrar se noutra existência corpórea , porém, não poderiam se reconhecer; mas serem atraídos um pelo outro sim; e frequentemente as ligações íntimas, fundadas numa afeição sincera, não provem de outra causa. Dois seres se aproximam um do outro por circunstâncias aparentemente fortuitas, mas que são o resultado da atração de dois Espíritos que se buscam através da multidão.

Nem sempre é agradável para eles se reconhecerem. A recordação das existências passadas teria inconvenientes maiores do que acreditais. Apôs a morte eles se reconhecerão e saberão em que tempo estiveram juntos.

A simpatia nem sempre tem por motivo um conhecimento anterior. Dois Espíritos que tenham afinidades se procuram naturalmente sem que se hajam conhecido como encarnados.

Há, entre os seres pensantes, ligações que ainda não conheceis O magnetismo é a bússola desta ciência, que mais tarde compreendereis melhor.

A antipatia entre duas pessoas pode nascer primeiro naquele cujo Espírito é pior ou melhor, mas as causas e os efeitos são diferentes.  Um Espírito mau sente antipatia por quem quer que o possa julgar e desmascarar; vendo uma pessoa pela primeira vez, percebe que ela vai desaprová-lo; seu afastamento se transforma então em ódio, inveja e lhe inspira o desejo de fazer o mal. O bom Espírito sente repulsa pelo mau porque sabe que não será compreendido por ele e que ambos não participam dos mesmos sentimentos; mas seguro de sua superioridade, não sente contra o outro nem ódio nem inveja: contenta-se em evitá-lo e lastimá-lo.

LIVRO SEGUNDO
MUNDO ESPÍRITA OU DOS ESPÍRITOS
CAPÍTULO IX– INTERVENÇÃO DOS ESPÍRITOS NO MUNDO CORPÓREO
V- Afeição dos Espíritos por certas pessoas.
(Questões 484 à 488)

Os bons Espíritos simpatizam com os homens de bem, ou suscetíveis de se melhorar; os Espíritos inferiores, com os homens viciosos ou que podem viciar-se: daí o seu apego, resultante da semelhança de sensações.
A afeição verdadeira nada tem de carnal; mas quando um Espírito se apega a uma pessoa, nem sempre o faz por afeição, podendo existir no caso uma lembrança de paixões humanas.

Os bons Espíritos fazem todo o bem que podem e se sentem felizes com as vossas alegrias. Eles se afligem com os vossos males, quando não os suportais com resignação, porque então esses males não vos dão resultados, pois procedeis como o doente que rejeita o remédio amargo destinado a curá-lo.

A espécie de mal que mais faz os Espíritos se afligirem por nós é o vosso egoísmo e vossa dureza de coração: é disso que tudo deriva. Eles riem de todos esses males imaginários que nascem do orgulho e da ambição e se rejubilam com os que têm por fim abreviar o vosso tempo de prova.

  Comentário de Kardec:  Os Espíritos, sabendo que a vida corporal é apenas transitória e que as tribulações que a acompanham são meios de conduzir a um estado melhor, se afligem mais pelas causas morais que podem distanciar-nos desse estado do que pelos males físicos.

        Os Espíritos pouco se importam com os infortúnios que só afetam as nossas ideias mundanas, como fazemos com as aflições pueris da infância.

        O Espírito que vê nas aflições da vida um meio de adiantamento para nós considera-as como a crise momentânea que deve salvar o doente. Compadece-se dos nossos sofrimentos como nos compadecemos dos sofrimentos de um amigo mas vendo as coisas de um ponto de vista mais Justo, aprecia-os de maneira diversa, e enquanto os bons reerguem a nossa coragem, no interesse do nosso futuro os outros, tentando comprometer-nos, nos incitam ao desespero.

Nossos parentes e nossos amigos, que nos precederam na outra vida, tem mais simpatia por nós do que os Espíritos que nos sãos estranhos, e frequentemente vos protegem como Espíritos, de acordo com o seu poder.


Eles são muito sensíveis à afeição que lhes conservamos, mas esquecem aqueles que os esquecem.


Fonte: Frente ao estress
Autora: Lívia Pereira Santos

domingo, 3 de maio de 2015

BOAS IMPRESSÕES - XXV - VIDA FELIZ Pelo Espírito Joanna de Ângelis Psicografado por Divaldo P. Franco



Sempre que interrogado a respeito de alguém, fornece impressões positivas. 

Na impossibilidade de fazê-lo, porque a pessoa tenha uma conduta irregular, silencia ou elucida com bondade, evitando piorar-lhe a situação ou torná-la mais divulgada.

Não és fiscal do comportamento alheio, nem podes imaginar se aquele equivocado de ontem, não se encontra hoje em processo de recuperação.

 Sejam tuas a opinião que edifica e a palavra que ajuda sempre.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

IV- Uniões Antipáticas -O Livro dos Espíritos, Allan Kardec-LIVRO QUARTO: ESPERANÇAS E CONSOLAÇÕES-CAPÍTULO I-PENAS E GOZOS TERRENOS

LIVRO QUARTO
ESPERANÇAS E CONSOLAÇÕES
CAPÍTULO I-  PENAS E GOZOS TERRENOS
IV- Uniões Antipáticas
(Questão 939 a 940)
Desde que os Espíritos simpáticos são levados a se unir, pode-se explicar que entre os encarnados a afeição frequentemente exista apenas de um lado e o amor sincero seja recebido com indiferença e mesmo com repulsa.
 
Não compreendes, então, que seja uma punição, embora passageira? Além disso, quantos há que pensam amar perdidamente porque julgam apenas as aparências, e, quando são obrigados a viver em comum, não tardam a reconhecer que se tratava somente de uma paixão material! Não é suficiente estar enamorado de uma pessoa que vos agrada e que supondes dotada de belas qualidades; é vivendo realmente com ela que a podereis apreciar. Quantas uniões, por outro lado, que a princípio pareciam incompatíveis e com o correr do tempo, quando ambos se conheceram melhor, se transformaram num amor terno e durável porque baseado na estima recíproca! É necessário não esquecer que o Espírito é quem ama, e não o corpo, e que, dissipada a ilusão material, o Espírito vê a realidade.

     Há duas espécies de afeição: a do corpo e a da alma, e freqüentemente se toma uma pela outra. A afeição da alma, quando pura e simpática, é duradoura; a do corpo é perecível; eis porque os que se julgam amar com um amor eterno acabam se odiando, quando passa a ilusão.

A falta de simpatia entre os seres destinados a viver juntos é igualmente uma fonte de sofrimentos, tanto mais amarga quando envenena toda a existência. Muito amarga, de fato; mas é uma dessas infelicidades de que, na maioria das vezes, sois a primeira causa. Em primeiro lugar, as vossas leis são erradas, pois acreditais vós que Deus vos obriga a viver com aqueles que vos desagradam? Depois, nessas uniões procurais quase sempre mais a satisfação do vosso orgulho e da vossa ambição do que a felicidade de uma afeição mútua. E sofreis, então, apenas a consequência dos vossos preconceitos.

Nesse caso haverá quase sempre uma vítima inocente, e isso é para ela uma dura expiação, mas a responsabilidade de sua infelicidade recairá sobre os que a causaram. Se a luz da verdade tiver penetrado em sua alma, ela se consolará com a fé no futuro. De resto, à medida que os preconceitos se enfraquecerem, desaparecerão também as causas das infelicidades íntimas.


domingo, 10 de agosto de 2014

VII- SIMPATIAS E ANTIPATIAS TERRENAS- O Livro dos Espíritos, Allan Kardec ,CAPÍTULO VII: Retorno à Vida Corporal- LIVRO SEGUNDO

LIVRO SEGUNDO
MUNDO ESPÍRITA OU DOS ESPÍRITOS
CAPÍTULO VII– RETORNO À VIDA CORPORAL
VII- Simpatias e Antipatias Terrenas
             (Questões 386 à 391)


Dois seres que se conheceram e se amaram podem encontrar se noutra existência corpórea , porém, não poderiam se reconhecer; mas serem atraídos um pelo outro sim; e frequentemente as ligações íntimas, fundadas numa afeição sincera, não provem de outra causa. Dois seres se aproximam um do outro por circunstâncias aparentemente fortuitas, mas que são o resultado da atração de dois Espíritos que se buscam através da multidão.

Nem sempre é agradável para eles se reconhecerem. A recordação das existências passadas teria inconvenientes maiores do que acreditais. Apôs a morte eles se reconhecerão e saberão em que tempo estiveram juntos.

A simpatia nem sempre tem por motivo um conhecimento anterior. Dois Espíritos que tenham afinidades se procuram naturalmente sem que se hajam conhecido como encarnados.

Há, entre os seres pensantes, ligações que ainda não conheceis O magnetismo é a bússola desta ciência, que mais tarde compreendereis melhor.

A antipatia entre duas pessoas pode nascer primeiro naquele cujo Espírito é pior ou melhor, mas as causas e os efeitos são diferentes.  Um Espírito mau sente antipatia por quem quer que o possa julgar e desmascarar; vendo uma pessoa pela primeira vez, percebe que ela vai desaprová-lo; seu afastamento se transforma então em ódio, inveja e lhe inspira o desejo de fazer o mal. O bom Espírito sente repulsa pelo mau porque sabe que não será compreendido por ele e que ambos não participam dos mesmos sentimentos; mas seguro de sua superioridade, não sente contra o outro nem ódio nem inveja: contenta-se em evitá-lo e lastimá-lo.