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quarta-feira, 30 de março de 2016

Nunca estamos sozinhos!


É preciso acreditar mais uns nos outros!

O Espírito Maria Modesto Cravo, em o livro "Quem perdoa liberta" de Wanderley Oliveira, traz um enfoque de grande relevância para a natureza das relações de convivência que estamos construindo diante de tantos conflitos éticos e morais entre os diversos tipos de relações interpessoais e intrapessoais.

Ela nos mostra que a psicologia de Jesus é a de valorização dos potenciais  da alma por meio da tolerância mútua e incondicional. Ele deu exemplos infinitos sobre a importância de ressaltar a luz alheia no convívio diário.

A vida do mestre é rica em estímulo, incentivo, desapego de julgamentos, bondade, acolhimento e misericórdia com todos os que passaram por seu caminho.

Segundo Maria Modesto Cravo, os princípios das relações sadias se baseiam na:
  • seletividade mental para a luz
  • beleza exuberante que cada criatura carrega em si mesma.
Cientes do nosso HÁBITO INFELIZ DE CRITICAR, JULGAR E MALDIZER, torna-se imprescindível uma investigação de  uma das mais destrutivas doenças da convivência em grupo: A DESCONFIANÇA, resultado emocional de julgamentos crônicos.

Ela nos chama a atenção para a pior descrença na vida que não é a em relação à Deus, mas sim, a descrença que temos em relação ao nosso próximo.

Deus mesmo quando desacreditado por nós, continua ativamente  crendo em nós. Quanto ao próximo, a desconfiança é 
lixo atirado que vai infestar a convivência.

"É preciso acreditar um tanto mais nos potenciais, na luz que há em cada um de nós,caso queiramos desenvolver  melhores laços e uma convivência  genuinamente fraterna."
Maria Modesto Cravo.



terça-feira, 14 de outubro de 2014

VINDE, IRMÃOS - Livro Bênçãos de Amor - Francisco Cândido Xavier - Ditado por Espíritos Diversos



                                                  VINDE,  IRMÃOS 
                               Abel Gomes 

 
                                       Frente a noite de dor à procela, 
                            Em que o homem do mundo luta e chora. 
                            O espiritismo acende a nova aurora 
                             Na luz da crença promissora e bela. 
  
                             Oh! Doutrina bendita que revela 
                             A Verdade Divina que se enflora, 
                             Da esperança vibrando mundo afora, 
                             Desde a vida mais alta a mais singela. 
  
                             Espiritismo em Cristo é a grande escola, 
                             A generosa fonte que consola 
                             No caminho de dor da humanidade. 
  
                             Venham irmãos ao banquete da esperança, 
                              Espiritismo é o campo da bonança 
                              Frutificando para a eternidade,   

domingo, 6 de abril de 2014

O Evangelho Segundo o Espiritismo-CAPÍTULO XIV-HONRAI A VOSSO PAI E A VOSSA MÃE-QUEM É MINHA MÃE E QUEM SÃO OS MEUS IRMÃOS?


CAPÍTULO XIV

HONRAI A VOSSO PAI E A VOSSA MÃE


Piedade Filial. – Quem é minha mãe e quem são meus irmãos? – O parentesco corporal e o parentesco espiritual. – Instruções dos Espíritos: A ingratidão dos filhos e os laços de família.


QUEM É MINHA MÃE E QUEM SÃO MEUS IRMÃOS?


“...sua mãe e seus irmãos tendo vindo, e ficando do lado de fora, mandaram chama-lo. Ora, o povo estava sentado ao seu redor, e lhe disse: Vossa mãe e vossos irmãos estão lá fora vos chamando. Mas eles vos respondeu: Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos? E olhando aqueles que estavam sentados aos seu redor: Eis, disse, minha mãe e meus irmãos; porque todo aquele que faz a vontade de Deus, este é meu irmão, minha irmã e minha mãe. (São Marcos, cap. III, v.20,21, e 31 a 35; São Mateus, cap. XII, v. de 46 a 50).”


Os incrédulos não deixaram de fazer disso, uma arma dizendo que Jesus se contradizia.

Admira-se, e com razão ver, nessa circunstância, Jesus mostrar tanta indiferença para com seus parentes e, de alguma sortem renegar sua mãe.

Quanto aos IRMÃOS em relação a Jesus...

·       Não tiveram jamais nenhuma simpatia por ele;

·       Não compreenderam sua missão;

·       Sua conduta, a seus olhos, era bizarra;

·       Seus ensinamentos não lhes haviam tocado, uma vez que não houve nenhum discípulo entre eles;

·       O acolhiam mais como estranhos do que como irmão quando ele se apresentava à família;

·       São João disse, positivamente (cap. VII, v.5) “que não acreditavam nele.”

Quanto à sua MÃE...

·       Ninguém poderia contestar sua ternura por seus filhos;

·       Pareceu não ter feito uma ideia muito justa da missão de Jesus, porque não se a viu jamais seguir seus ensinamentos, nem lhe prestar testemunho como o fez João Batista;

·       A solicitude maternal era nela o sentimento dominante.

Quanto a JESUS...

·       Não negligenciou nenhuma ocasião de dar um ensinamento;

·       A chegada de sua família, permitiu-lhe estabelecer a diferença que existe entre o parentesco corporal e o parentesco espiritual. (explicado no próximo subitem)