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sábado, 11 de agosto de 2018

A LIÇÃO DA BORBOLETA

"Um dia, uma pequena abertura apareceu num casulo; um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. 

Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.

Então o homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho, era pequeno e tinha as asas amassadas. 

O homem continuou a observá-la, porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar a tempo. Nada aconteceu! 

Na verdade, a borboleta passou o resto de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. 

O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia, era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo pelo qual Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de forma que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.

 Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar. 

Eu pedi forças... e Deus deu-me dificuldades para fazer-me forte. 
Eu pedi sabedoria... e Deus deu-me problemas para resolver. 
Eu pedi prosperidade... e Deus deu-me cérebro e músculos para trabalhar. 
Eu pedi coragem... e Deus deu-me obstáculos para superar. 
Eu pedi amor... e Deus deu-me pessoas com problemas para ajudar. 
Eu pedi favores... e Deus deu-me oportunidades. 

Eu não recebi nada do que pedi... mas eu recebi tudo de que precisava." 

Viva a vida sem medo, enfrente todos os obstáculos e mostre que você pode superá-los

Envie esta mensagem a seus amigos e mostre o quanto você se importa com eles. Envie isto a todo mundo a quem você considera um AMIGO, mesmo que isso signifique mandar para a mesma pessoa que lhe enviou.

Livro: Mensagens Transformadoras para nossa reflexão.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

BUSCANDO O ALVO - Pelo espírito Emmanuel

 Segue adiante, 
trabalhando e servindo.
 Não retenhas senão os recursos
 de que tenhas necessidade. 
Considera os companheiros do caminho: 
Quanto mais bagagem, mais inquietação.



 Livro “DEUS SEMPRE” 
 Espírito: EMMANUEL
Médium: FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER 
Digitado por: Lúcia aydir 

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

IV- Necessário e Supérfluo- O Livro dos Espíritos de Allan Kardec - LIVRO TERCEIRO - AS LEIS MORAIS - CAPÍTULO V- LEI DE CONSERVAÇÃO

LIVRO TERCEIRO
AS LEIS MORAIS
CAPÍTULO V- LEI DE CONSERVAÇÃO
IV- Necessário e Supérfluo
(Questão 715 a 717)

O homem sensato conhece o limite do necessário por intuição e muitos o conhecem à custa de suas próprias experiências.

A Natureza traçou o limite do necessário em nossa própria organização, mas o homem é insaciável. A Natureza traçou limites de suas necessidades na sua organização, mas os vícios alteraram a sua constituição e criaram para ele necessidades artificiais.

Aqueles que açambarcam os bens da Terra para se proporcionarem o supérfluo, em prejuízo dos que não têm sequer o necessário, desconhecem a lei de Deus e terão de responder pelas privações que ocasionarem.

 Comentário de Kardec: O limite entre o necessário e o supérfluo nada tem de absoluto. A civilização criou necessidades que não existem no estado de selvageria, e os Espíritos que ditaram esses preceitos não querem que o homem civilizado vivo como selvagem. Tudo é relativo e cabe à razão colocar cada coisa em seu lugar. A civilização desenvolve o senso moral e ao mesmo tempo o sentimento de caridade que leva os homens a se apoiarem mutuamente. Os que vivem à custa das privações alheias exploram os benefícios da civilização em proveito próprio; não têm de civilizados mais do que o verniz, como há pessoas que não possuem da religião mais do que a aparência.