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domingo, 22 de março de 2020

Salmo 1 - A Felicidade dos justos e o castigo dos impios/ Compreensão Espiritual

Bem-aventurado o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. 
2 Antes, tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite.
Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cujas folhas não caem, e tudo quanto fizer prosperará.
Não são assim os ímpios; mas são como a moinha que o vento espalha. 
Pelo que os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos. 
Porque o Senhor conhece o caminho dos justos; mas o caminho dos ímpios perecerá.
Compreensão Espiritual do Salmo 1:
1 Feliz do homem que crer em Deus, em uma religião e segue no caminho reto, respeitando o outro sem escárnio nem zombaria de sua condição.
2. Segue as Leis de Deus, meditando e praticando em sua sua vida cotidiana.
3. O homem que segue as Leis de Deus, planta a boa semente, e portanto, colherá bons frutos em sua vida. (Lei de Ação e Reação, Lei de Causa e Consequência).
4. Aqueles que não cumprem as Leis de Deus, em busca dos caminhos mais fáceis para atingir seus objetivos,  ainda são muitos na Terra.
5. Aqueles que não creem em Deus, não se sentirão fortes ao retornar a casa do Pai, onde prestarão contas de seus atos, em sua encarnação.
6. Jesus Cristo foi o modelo e guia da formação do homem de bem, e quando todos passarem por sua transformação pessoal, todos crerão em Deus.

Referência: Bíblia Sagrada.Antigo Testamento, Salmos.  
Compreensão Espiritual: Alessandra Uzêda

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Para mudar uma nação, é preciso primeiro mudar a si mesmo.



A Doutrina Espírita, nos ensina muito sabiamente a RACIOCINAR a nossa FÉ. 

Uma fé não submetida ao crivo da ração, nos leva a crer em ideologias fantasiosas, com intenções ocultas de manipulação, para se atingir determinados fins pessoais, apelando para a ingenuidade alheia. E quando assim o faz, seja o indivíduo ou uma tribo representativa de uma ideologia comum, está ou estão se corrompendo, igualmente aos crimes hediondos de corrupções de todos os partidos políticos que já governaram esse país, que pairam impunes porque a lei brasileira foi feita para acobertar os crimes.

Se utilizar da fé alheia, motivações religiosas, para atingir determinados fins políticos, é se utilizar do mesmo viés, da enganação, do engodo, da subjugação como espécie de hipnose coletiva, é ainda se aproveitar da ignorância alheia e da materialidade que o homem de hoje ainda precisa, para crer. É como pegar no ponto fraco, do homem de bem fragilizado pelas suas dificuldades momentâneas,  e não desperto para as realidades conscientes, para abarca-lo como meio de se conquistar um determinado objetivo.

Então, me pergunto, seguramente, como pode uma nação tão rica de recursos naturais, ser tão pobre de princípios morais, éticos, políticos, sociais? Como pode o homem ser tão vil, ao ponto de subir sobre o outro para se valer de seus interesses pessoais? Como podemos mudar uma nação, em que os seus filhos não querem fazer o esforço da transformação pessoal, abrindo mão das enganações em detrimento da honestidade; abrindo mão das satisfações pessoais, em prol de um bem coletivo, solidário e fraterno? Como podemos mudar uma nação, se o próprio homem que a compõe, não deseja se modificar?

A corrupção está em tudo, mas certamente, está em todos os homens ainda imperfeitos que habitam essa terra. A corrupção não está somente no dinheiro roubado de um povo sofrido. Está no poder sim, mas também,  nos atalhos, dos quais o homem se favorece, para atingir seus fins como na fila furada, no jeitinho brasileiro de barganhar uma vantagem, na contramão dada com o veículo para burlar uma lei, na exploração da boa vontade alheia, no desejo muitas vezes fútil, vil, irrelevante, que o faz passar por cima do outro, e tudo isso, porque o homem não consegue despertar para a necessidade de entender dois princípios bem básicos que Jesus nos ensinou: 

"O nosso limite termina quando o do outro começa" e "Não faça com o outro aquilo que você não gostaria que fizessem com você." 

Esses princípios fazem girar a Lei de Retorno, a Lei da Causa e Consequência, ou ainda Lei de Ação e Reação. Hoje a gente faz aqui, amanhã a gente acha quem faça conosco.

Em contradição ao que prega a Lei de Evolução, Jean-Jacques Rousseau,  foi um importante filósofo, teórico político, escritor e compositor autodidata suíço, que  defendia que os homens nascem bons, mas em contato com a sociedade que é má, tornam-se igualmente maus. 

Um raciocínio ingênuo e romântico da época, que não lhe permitiu perceber que quem faz a sociedade são os homens que nela convivem.  E pela Lei de Evolução, nascemos com diversas imperfeições, a serem buriladas por meio de nossas provas, para que se dê o cumprimento de nosso carma. Isso demonstra que de alguma maneira, por pior que seja o homem na face da terra, esse seguramente, evolui, melhora e aprende em algum aspecto da vida. Isso é o que nos dá um pouco de esperança, mesmo sabendo que andamos em passos lentos como as tartarugas a caminharem pelos caminhos de areia da vida.

Thomas Hobbes foi um matemático, teórico político e filósofo inglês, mais racional que Rousseau, defendeu que o homem nasce mau, com instintos de sobrevivência, e que devido a tais instintos é capaz de fazer qualquer coisa. 

Esses instintos jazem latentes em nossa consciência espiritual, adormecida pelo véu do esquecimento que protege o encarnado de si mesmo, aguardando a oportunidade de mostrar o quanto ainda somos incapazes de lidar com os potenciais nobres da evolução, o quanto ainda somos carentes de aprendizado, e o quanto ainda temos que evoluir em nossa individualidade para que consigamos mudar a sociedade de um país.

Para Hobbes, a sociedade tem o papel de educá-lo, de humanizá-lo, de torná-lo sociável. Hobbes já teve um raciocínio mais evidente do papel de uma sociedade para seu povo.  A educação, a humanização e a sociabilidade como mecanismos de um ideal evolutivo de paz, igualdade, solidariedade e fraternidade, porque não há outro meio de evoluir e crescer, se não for pela aquisição de conhecimentos morais, que propiciem uma transformação evolutiva, capaz de mudar um povo, uma sociedade, e portanto, despertar suas consciências para o que realmente importa.

Brava gente brasileira! Precisamos refletir na nossa individualidade, quem somos, como nos comportamos perante o outro na sociedade, como lidamos com as nossas dificuldades, e se estamos nos utilizando de meios lícitos, nobres e morais para atingirmos nossos objetivos, nossas expectativas. Somente mudando a si mesmo, construiremos uma sociedade  mais justa e moralizada, e por fim, assim, mudaremos essa nação. (Alessandra Uzêda)

domingo, 15 de julho de 2018

O DEVER QUE CABE A CADA UM DE NÓS

León Denis, diz que  "O dever é o conjunto das prescrições da lei moral, a regra pela qual o homem deve conduzir-se nas relações com seus semelhantes e com o Universo inteiro."

É preciso compreender que o dever é algo que está bem acima da Humanidade, o que quer dizer, que exige de nós os grandes sacrifícios, franco devotamento nas causas nobres, e a vontade firme de realização.

Nem sempre traz grandes alegrias em seu cumprimento, pode tornar-se  pavoroso, inflexível sempre, exigente, porém, sempre está apontando para o caminho das ascensão e progresso do ser.

Léon Denis, nos afirma que "O dever não é idêntico para todos; varia segundo nossa condição e saber."

Pode-se verificar nessa afirmativa, a certeza de que entre a humanidade, encontramos diferentes níveis de consciência. Quanto mais consciente, mais ampliada a nossa capacidade de perceber e sintonizar com as condições impostas pelo dever, maior habilidade desenvolvemos para o exercício de nosso dever.

O cumprimento do Dever nos proporciona a paz interior, a serenidade de espírito, mais preciosa que todos os bens da Terra, e que, podemos experimentar em meio às  provações e dificuldade que vivenciamos, mas que fazem parte do planejamento evolutivo de cada um.

Não podemos intervir, evitar ou desviar os acontecimentos que perturbam essa paz ou serenidade que o cumprimento do dever nos proporciona, porque o nosso destino deve seguir os seus trâmites rigorosos, mas sempre podemos, enfrentar as mais difíceis provas da vida, buscando a serenidade para aceitar, deixando o conformismo de lado para enxergar a possibilidade de modificar aquela situação ruim em algo de bom. é firmar essa paz de consciência, esse contentamento íntimo que o cumprimento do dever acarreta, mesmo diante das dificuldades.

Léon Denis, em seu livro Depois da Morte, afirma que :


 "Todos os Espíritos superiores têm profundamente enraizado em si o sentimento do dever; é sem esforços que seguem a própria rota. "

A medida que evoluem, que vão progredindo, apresentam espontaneamente, como uma tendência natural, a aptidão para o cumprimento do dever sem grandes sacrifícios, que por consequência disso,  se afastam das coisas vis e orientam os impulsos do ser para o bem. Nota-se claramente que os valores se transformam à medida que o ser se transforma e evolui.

Léon Denis nos sugere que: "O dever torna-se, então, uma obrigação de todos os momentos, a condição imprescindível da existência, um poder ao qual nos sentimos indissoluvelmente ligados para a vida e para a morte."

O dever oferece múltiplas formas: 
  • há o dever para conosco, que consiste em nos respeitarmos, em nos governarmos com sabedoria, em não realizarmos senão o que for útil, digno e belo; 
  • há o dever profissional, que exige o cumprimento consciencioso das obrigações de nossos encargos; 
  • há o dever social, que nos convida a amar os homens, a trabalhar por eles, a servir fielmente ao nosso país e à Humanidade; 
  • há o dever para com Deus...
O dever não tem limites.
 Sempre podemos melhorar. 


É no sacrifício de si, que o homem encontra o mais seguro meio de se engrandecer e de se depurar.  

Nesse contexto, podemos encontrar aquelas pessoas que se encontram no caminho de volta a si, através do autoconhecimento, da autorreflexão, na busca de respostas para as questões que desnudam, trazem a tona, o homem velho que nela ainda habita para que, consciente de suas imperfeições, aprendam a dizer não para si, submetendo-se ao sacrifício de si quando consegue dizer não para as coisas que desejam, mas que porém, já não mais lhe convém.

A honestidade é a essência do homem moral, infeliz daquele que dela se afasta. 

Léon Denis define o HOMEM HONESTO como: 
  • Aquele que faz o bem pelo bem, sem procurar aprovação nem recompensa. 
  • Desconhecendo o ódio, a vingança, esquece as ofensas e perdoa aos seus Inimigos. 
  • É benévolo para com todos, protetor para com os humildes. 
  • Em cada ser humano vê um irmão, seja qual for seu país, seja qual for sua fé. 
  • Tolerante, ele sabe respeitar as crenças sinceras, desculpa as faltas dos outros, sabe realçar-lhes as qualidades; jamais é maledicente.
  • Usa com moderação dos bens que a vida lhe concede, consagra-os ao melhoramento social e, quando na pobreza, de ninguém tem Inveja ou ciúme. 
 E nos chama a atenção para o fato de que:

A honestidade perante o mundo nem sempre é honestidade de acordo com as leis divinas. 

 O mérito e a virtude são algumas vezes desconhecidos na Terra, e quando não são desconhecidos, são mesmo ignorados pelas pessoas, como condições indispensáveis para a conquista de uma sociedade consciente, livre das paixões e interesses materiais.

Léon Denis afirma que: "Antes de tudo, o homem honesto busca o julgamento e o aplauso da sua própria consciência."

 A Doutrina Espírita tem um alcance moral que amplia o sentido do dever que cabe ao homem consciente, pois à medida que vai tomando consciência, vai ampliando o seu saber, e na mesma medida, vai aumentando a sua responsabilidade por suas próprias escolhas. Por conseguinte, o saber uma vez ampliado, faz com que sua própria consciência lhe cobre a energia necessária para sua transformação pessoal para melhor.

As vozes dos Espíritos têm feito vibrar ecos em si, têm despertado forças adormecidas na maior parte dos homens e que o Impelem poderosamente na sua marcha ascensional.

A prática constante do dever
 leva-nos ao aperfeiçoamento. 

Para isso, é preciso se dispor À prática constante do AUTOCONHECIMENTO, aprofundando o processo de AUTORREFLEXÃO que lhe permitirá descobrir não só o bem que há em ti, mas também, o mal que ainda cultiva, latente, esperando apenas o momento de vir à tona. Ninguém pode remediar o mal sem antes o conhecer, daí a necessidade da autorreflexão.

Podemos nos estudar analisado outros homens.. Se algum vício, algum defeito terrível em outra pessoa me impressiona, procuremos ver com cuidado se existe em nós germe idêntico; e, se o descobrirmos, empenhemo-nos pelo arrancar.

O autoconhecimento permitirá um contato íntimo consigo mesmo, que lhe permitirá reconhecer a sua alma pela sua realidade, isto é, que com todas as imperfeiçoes deverá ser lapidada na caminhada da vida.

Reconhecer em nós imperfeições, nos afasta da presunção e da tola vaidade. Porém de nada adianta reconhecer nossas imperfeições se não nos submetermos a uma disciplina reparadora, que nos transforme a cada dia em alguém melhor. É o meio mais eficaz de regularmos as  tendências mais ocultas de nosso ser moral.

 Léon Denis afirma que "Só os primeiros esforços são penosos; por isso, e antes de tudo, aprendamos a dominar-nos."

As primeiras impressões são fugitivas e volúveis, ou seja, tudo acontecerá para que você se desvie de seu propósito. É preciso ter VONTADE FIRME a governar os impulsos da alma.

Aprender a governar a nossa vontade, é estabelecer uma relação de autoridade sobre nossos desejos, nossos impulsos, e então, jamais nos deixaremos dominar por elas.

O homem foi criado por Deus para viver em Sociedade. As boas escolhas de suas relações, seus amigos, num convívio íntegro, de boas influências, tende a desviá-los das conversas frívolas, dos assuntos ociosos, que conduzem à maledicência.

Digamos sempre a verdade, 
quaisquer que possam ser os resultados.

A verdade é ferramenta de aperfeiçoamento quando a sabemos usar. Primeiramente, precisamos compreender o contexto em que a verdade aparece para traze-la a tona.  E esse contexto deve ser pensado considerando as partes envolvidas, de tal sorte que encontrarás o melhor caminho de trazer essa verdade, de evidenciá-la perante o outro.

A verdade deve ser sempre dita, mas é preciso pensar antes de dizê-la, como vai externar essa verdade, há muitas maneiras de dizer a verdade, e o bom cristão precisa encontrar o meio mair eficaz de dize-la sem ferir, sem destruir os sonhos do outro, sem gerar mais traumas e mais problemas em função dessa verdade. É preciso colocar-se no lugar do outro para saber se gostaria de ouvir tal verdade na mesma intensidade. Nem sempre o que o outro espera de você é exatamente a verdade, mas um entendimento, um conforto, um carinho, um apoio. Esteja atento sempre que uma verdade precise ser revelada por você!

Criar o hábito salutar de se fortalecer no estudo e no recolhimento, permitirá que a alma encontre novas forças e nova luz, e sentirá a realização de poder dizer que realizou hoje obra útil, alcançou avanços na sua melhora íntima, no cumprimento fiel de seu dever.

Bibliografia: Depois da Morte , Léon Denis

sexta-feira, 13 de julho de 2018

A MORAL

Todos nós trazemos gravados em nosso arquivo consciencial, os princípios que norteiam a nossa moralidade, virtude tão escassa na humanidade como um todo.

Qualquer pessoa que se disponha a realizar atitudes no bem, se permite sentir o prazer da realização pessoal e da satisfação íntima, uma espécie de ampliação da alma, expansão de consciência. 

Em contrapartida, quando opta por atitudes ruins, agride as leis divinas, e em consequência dessa agressão, sente-se arrependimentos, angústias, culpas e desgostos. E essas sensações só passam quando o indivíduo decide reagir ao mal com o bem, quando nos dispomos a realizar algo de bom, de construtivo.

O Cristo nos ensina através de seu evangelho, a moral superior, a moral definitiva, capaz de transformar as pessoas pelos seus ricos ensinamentos de conduta moral elevada, e não se trata aqui de religião, mas do cristianismo redivivo, transformador, regenerador de seres em evolução.

Leon Denis, em seu livro "Depois da Morte" já afirmava que  a filosofia dos Espíritos vem oferecer à Humanidade uma sanção moral consideravelmente elevada, um ideal eminente, nobre e generoso. E que nós,  espíritos que somos, nos encontramos em nossos respectivos lugares e em determinadas situações, tal qual, nós mesmos nos colocamos, mediante nossas escolhas ao longo de nossas vidas. Por esta razão, é preciso compreender e aceitar que, sou o único responsável pelos sofrimentos e alegrias que tenho vivenciado ao longo de minha vida.

É preciso entender ainda, que se violentamos a lei moral, agimos contra nós mesmos, obscurecendo nossa consciência e nossas faculdades, nos distanciando do divino e do espiritual. Por outro lado, quando vislumbramos a prática da lei do bem, dominando as paixões brutais instintivas que ainda se encontram latentes em nossa alma, esperando apenas um gatilho para que esta venha a tona, nos sentimos aliviados, entramos na sintonia fina da realização pessoal e nos aproximamos do divino e do espiritual.

A lei moral nos convida a todo instante à realização de uma higiene da alma, que se aplique a todos os nossos atos e conserve nossas forças espirituais em estado de equilíbrio e harmonia, o que vai repercutir efetivamente sobre  o potencial de felicidade que carregamos no íntimo de nosso ser.

Urge a vigilância do estado dessa alma que somos nós, em nossa essência divina, plena, desde a origem que fomos criados por Deus. O Espiritismo é elementar, base para essa higienização da alma tão necessária perante a imoralidade que apresenta na humanidade. Entretanto, não é o único meio para se alcançar tais objetivos. Busque aquele que te realize, mas busque a transformação moral. Caminho que vai te levar à paz interior.

Vida e paz! Alessandra Uzêda


quinta-feira, 7 de junho de 2018

ANGÚSTIAS CAUSADAS PELO VAZIO EXISTENCIAL


Amados filhos, Jesus esteja com todos vocês sempre! 

Venho lhes falar das angústias causadas pelo vazio existencial que toma conta da humanidade, neste momento de tantas provações necessárias ao crescimento e evolução  dos espíritos encarnados, nesta Terra de meu Deus.

O homem se encontra em meio a muitas tempestades relacionadas ao critério de evolução do espírito e do Planeta. E diante das angústias, aflições, que atormentam a alma, procuram se ater aos acontecimentos externos, de relevância material, e insignificantes do ponto de vista  do vazio existencial, que os deixam cada vez mais doentes.

Estamos vivendo um momento em que, cada vez mais, urge a necessidade de caminharmos em direção a nós mesmos. É tempos de nos voltarmos para dentro de nós, e buscarmos em nossa essência divina, os verdadeiros valores provenientes da centelha divina depositada em cada filho do Pai. Os valores morais que coloca cada homem no caminho reto, com a consciência tranquila e fortalecida pela paz interior.

Digo ainda, dos valores espirituais que ainda estão engatinhando no entendimento real do que é a reencarnação, do porque que renascemos tantas vezes e, ainda, não se consegue aprender.

Digo a vocês, que os valores da afetividade desenvolvidos, são sustentáculos, bases fortes, para uma vida emocional sadia, sem as lacunas preenchidas pelo que é material, dando lugar na importância real do SER

De ser você em essência e autenticidade, conhecendo-se a cada dia, a cada novo desafio, que é necessário enfrentar junto aos seus afetos e desafetos, num conluio de ajuda mútua, ressignificando esses valores, tão necessários nas relações interpessoais a que se dispuseram construir nesta estadia na Terra.

A angústia nada mais é que a ausência desses valores essenciais, que trazem a serenidade para refletir sobre as dificuldades, que trazem a consciência tranquila no enfrentamento dos obstáculos, junto aos nossos irmãos.

A angústia meus filhos, está na ausência de Deus nos seus corações, enfraquecidos da fé robusta, firme, de que precisam para conseguirem ter esperança, numa vida de tantas provas ainda a serem vividas, conseguindo vislumbrar  um  horizonte de realizações construídas no alicerce seguro dos ensinamentos Crísticos.

É preciso cultivar a energia da transformação pessoal, guardada a sete chaves pelo homem. Homem este, que conspira na energia material, nas buscas intermináveis do TER, e se esquecem de que as coisas do SER estão ao alcance de todos, no olhar daquele que te fita os olhos em busca de um amparo; na natureza que luta incansavelmente, para sobreviver em meio a tantas insanidades do homem material.

É preciso olhar o horizonte, e enxergar além desse horizonte, além daquilo que a mão do homem alcança.

É preciso olhar nos olhos do outro, e enxergar a alma que ali está, que habita aquele corpo.

É preciso ainda, enxergar na natureza as respostas que veem de Deus, para os nossos questionamentos mais íntimos, desejosos de uma resposta, quando não, desejosos de solução.

Todo esse vazio existencial angustiante que a humanidade de um modo geral vivencia, está chamando a todos, para o maior e mais importante aprendizado do SER, que é saber sentir o outro, e não apenas conviver; que é preciso respeitar esse vazio, voltando-se para dentro de si, dispensando o hábito constante da distração do meio externo.

Meus amados filhos, é preciso aceitar que Deus é a força maior da criação, e os fez repletos de valores conscienciais, capazes de torná-los felizes, mas para tanto, é precioso ouvir a voz da consciência, a voz interior que está clamando por socorro na Terra, onde os homens se perderam. 

E somente quando a humanidade conseguir escutar esta voz que vem do alto, dentro de si, a Terra se transformará, porque somente aí, com a libertação pessoal de cada ser, encarnado e desencarnado, a psicosfera energética do Orbe que circunda a Terra, terá subsídios para viverem em paz e harmonicamente entre si.

Que a paz de Deus esteja em seus corações, e não esqueçam, este é o momento de retornarem a caminhada para dentro de si, despojando o homem velho que ainda habita seus corações, para darem vazão ao homem novo, necessário a um Planeta de Regeneração.
Em 22 de Janeiro de 2018
Espírito Irmã Tereza.
Psicografia de Alessandra Uzêda

quinta-feira, 31 de maio de 2018

A VIDA É ETERNA E VOCÊ VIVERÁ PARA SEMPRE!

 A imortalidade da alma nos faz crer diante das tantas evidências que o exercício cotidiano da doutrina espírita, que a vida segue muito além do corpo físico.

O Espírito Emmanuel nos convida a meditar a morte, honrando o corpo carnal em que nosso espírito se hospeda pela presente encarnação.

É meditando na morte que, descobrirás com freqüência os que fazem ironia em torno da fé; os que se referem à virtude como sendo uma farsa; os que falam de corrida ao poder, calcando aos pés o coração dos semelhantes; os que zombam da lealdade e os que improvisam redutos de fantasioso prazer, argamassando-os com o pranto das viúvas e dos órfãos. 

Este não deve ser o padrão moral no qual devemos nos espelhar, tendo em vista que cada um prestará contas de si próprio no momento oportuno. Persiste na reta consciência e fazei teu melhor. 


Dos Planos Superiores, os amigos que te antecederam na Pátria Espiritual:
  •  acompanham-te os triunfos ignorados pelos homens e abençoam-te o suor da paciência nas lutas necessárias; 
  • encorajam-te na causa do amor puro e sustentam-te as energias para que as tuas esperanças não desfaleçam; 
  • comungam-te as alegrias e as dores, ensinando-te a semear a felicidade nos outros, para que recolhas a felicidade maior; 
  • se tropeças estendem-te os braços e, se choras, enxugam-te as lágrimas; 
  • sobretudo, esperam-te, confiantes, quando termines a tarefa, para te abraçarem, afetuosos, com a alegria de quem recebe um companheiro querido, de volta ao lar. 
"Persevera no bem, sabendo que viverás pra sempre. E, se te sentires sozinho na fé, lembra-te de Jesus. Um dia, ele esteve abandonado e crucificado no alto de uma colina, contemplando amigos desertores e algozes gratuitos, beneficiários ingratos e adversários inconscientes... Na conceituação humana, estava plenamente sozinho; contudo, Ele com Deus e Deus com Ele formavam maioria, ante a multidão desvairada. "

Livro: Justiça Divina
Autor: Francisco Cândido Xavier
Espírito: Emmanuel

segunda-feira, 23 de abril de 2018

CONHECER PARA TRANSFORMAR - ABRA-SE AO NOVO!

Você já usou de CONHECIMENTOS FORA DE SUA ESFERA DE COMPREENSÃO para transformar a si mesmo, conquistando o equilíbrio nas diversas formas de convivência?

Somos muito conservadores em nossas crenças, estilos de vida, condutas, enfim, sobre tudo aquilo que acreditamos como verdade que vai gerenciar nossas vidas.  Nesse caso, não se trata de um conservadorismo padrão, que coordena diversas pessoas num único modelo. Trata-se do conservadorismo criado pela pessoa para designar um padrão que deve ser seguido a qualquer custo, porque o tem como verdade, modelo, exemplo. 

Somos conservadores com as nossas próprias escolhas e muitas vezes nos esquecemos que a dinâmica da vida, exige de nós comportamentos diferenciados para cada circunstâncias. 

É aí, que surgem as FRUSTRAÇÕES por se deparar com determinadas circunstâncias, desafios, obstáculos, sobre os quais não estamos preparados para lidar com eles. E diante dessas frustrações, vamos nos sentindo DERROTADOS, VENCIDOS, INCAPAZES, minando a nossa auto-estima. 

E onde está a causa para tantos conflitos de ordem emocionais? Na nossa IGNORÂNCIA, nas nossas LIMITAÇÕES; na incapacidade de se permitir conhecer o novo para a partir daí, discernir sobre o que é conveniente ou melhor para si.

Se instruir para discernir, conhecer para transformar deve ser o nosso guia, a fim de que encontremos as soluções adequadas para os nossos conflitos. 

É claro que, como tudo, estamos sujeitos às Leis Divinas, cabendo aqui o bom-senso e a razão na análise daquilo que é novo, respeitando ainda os limites das outras pessoas, e diante de qualquer decisão tomada, colocar-se sempre, no lugar do outro para saber se gostaríamos que fizessem conosco.

O conhecimento é a chave que abre muitas portas fechadas em seus conflitos mais íntimos. Seria muita limitação entendermos e acreditarmos que só há uma verdade, e esta se encontra dentro daquilo que acreditamos. 

Somos infinitos em nossas vivências enquanto espíritos, até que cheguemos ao nível de evolução espiritual, moral e intelectual que Deus espera de nós. Sendo assim, vamos e precisamos evoluir, crescer, se instruir, à medida que a vida vai acontecendo, considerando o momento e os acontecimentos, bem como, as circunstâncias em que estes acontecem, para encontrarmos o olhar de uma suposta verdade, certamente, que não seja, uma verdade absoluta. A vida pede mais de todos nós!

Portanto, meus amigos, não se acomodem num convencionalismo estereotipado, modulado conforme as convenções da formalidade. 

Exerça o seu direito sobre a Lei de liberdade que nos dá as opções para decidirmos o caminho a seguir, sem ferir os direitos daqueles que compartilhamos da mesma existência.

Muito se fala das crenças, que uma fé diverge da outra, por não se tratar de uma mesma religião. Então eu pergunto, que importa a religião em si, se a pessoa não tiver Deus no coração?  A religião é apenas o meio que o homem se utiliza para sentir Deus. A pessoa espiritualizada não precisa de nenhuma religião para se ligar a Deus.

A ligação espiritual que se busca através das religiões está em Deus, na força suprema que abrange todas as nossas fragilidades, quando buscamos uma religião qualquer. Por isso é imprescindível se abrir ao novo, conhecer para poder ter o direito de escolher aquela com a qual se identifica, aquela que lhe traz maior conforto, aquela que te traz explicações no mínimo racionais da realidade em que vive, aquela ainda que norteia todos os princípios da moralidade que o homem precisa alcançar para sua própria evolução.

Meus amigos, se estiverem felizes nas circunstâncias em que se encontram, permaneçam, mantenham-se firmes nos seus propósitos. Entretanto, se for o contrário, permita-se conhecer  novo, ampliando a sua esfera de compreensão, para que possa ter discernimento nas escolhas acertadas de sua vida. Fiquem com Deus! Alessandra Uzêda



sexta-feira, 6 de abril de 2018

MECANISMO DA OBSESSÃO SIMPLES


1. RECEPÇÃO DA IDEIA PERTURBADORA

Os Espíritos encarnados e desencarnados vivem em constante intercâmbio, motivadas pelas diferenças vividas em vidas pregressas, bem como, pela simples sintonia em vibram os mesmos. Dentre as variações mais comuns estão o desejo de vingança, o ódio, mas também, os contraditores à implantação do Reino do bem na Terra.

Quando as vibrações são negativas, a mente ociosa ou indisciplinada, registra a interferência também negativa, exigindo um esforço na vontade para a reversão da má influência, já que se encontra em afinidade com tais vibrações.

Os ataques dos desencarnados sobre os desencarnados ocorrem de forma exógena, ou seja, de fora para dentro. Entretanto, a captação dessa energia vai depender daquilo que o encarnado produz em sua energia mental, o que determina a faixa de onde este vibra e a sintonia ou não com os obsessores. O que define a aceitação ou não da perturbação por parte do obsidiado.

2.    INTERCÂMBIO MENTAL

O homem guarda em seu inconsciente impressões angustiosas ali armazenadas, confundindo-se com as informações atuais, quando ocorre a desordem pela influência da parasitose. Com isso as lembranças perniciosas que vem do pensamento invasor, acabam evoluindo aos casos de fascinação torturante ou subjugação de difícil reversibilidade. Logo as obsessões simples são parasitoses comuns. Com isso, conduzem ao leito antes do repouso físico, as apreensões angustiantes, ambições desenfreadas, paixões perturbadoras.

Ao desdobrarem-se sob a ação do sono, encontram-se com encarnados ou desencarnados, ampliando a sua carga de influências negativas. Entretanto, permanecendo o homem na construção do bem, dificilmente assimila as induções perversas ou criminosas procedentes dos estagiários das regiões inferiores.

Diante disso, as más virtudes que estavam dormindo em seu subconsciente, podem vir a tona num momento de invigilância, na qual se fixa uma ideia atormentadora na mente do indivíduo invigilante. Com isso, a pessoa entrará numa desordem mental por influência da parasitose externa, que vai dominando o seu mental. Daí a obsessão simples ou sutil vai se aprofundando chagando a fascinação e subjugação.

Todo processo obsessivo se baseia nas tendências e preferências emocionais e intelectuais do paciente, pois os obsessores se aproveitam de imperfeições que os obsidiados já trazem latente em si mesmo.

Quase a totalidade das criaturas humanas na Terra vez ou outra lida com as influenciações espirituais sutis e com a obsessão simples. A influência perniciosa cessará quando a Terra estiver na condição de mundo mais evoluído, onde imperará o bem.

Portanto, não devemos ter grande preocupação com as obsessões em si, mas com o compromisso de fomentar e valorizar nossa energia mental de forma saudável, edificante e fortalecida pelas Leis Divinas.

A seguir algumas questões relacionadas aos Processos Obsessivos:

·       Vulgaridade e prazer – sexolatria.
·       Impiedade – agem com crueldade e desumanidade.
·       Preguiça moral – recusam-se a seguir uma vida de renúncias conscienciais.
·       Vício e desordem -  Incapacidade de dizer não às suas próprias vontades.

3.    REFLEXOS DA INTERFERÊNCIA

Geram as síndromes da inquietação, as desconfianças, insegurança pessoal, enfermidades, insucessos em torno do obsidiado, incertezas aumentando o campo das perturbações interiores. Com isso, a vítima passa a viver numa psicosfera de fluidos deletérios  e acabam se afastando das contribuições edificantes que poderiam anular esses efeitos danosos, tais como, a agressividade, a violência, desarmonia emocional, psicológica, mental e espiritual. Daí a necessidade de se adotar hábitos salutares, a atitude nobre diante da vida pautada nas Leis Divinas e na elevação moral do indivíduo.

A seguir algumas síndromes das inquietações que agravam os processos obsessivos:

·       Desconfianças – Desconfiar de tudo e de todos.
·       Estado de Insegurança Pessoal – sente-se inseguro diante das coisas naturais e simples da vida.
·       Enfermidades de pequena monta – o perispírito capta energias deletérias, adoecendo a pessoa com viroses, doenças bacterianas, alergias, transtornos emocionais, etc.
·       Insucessos – gerando por adição angústias, aumentando a perturbação interior.

A  energia mental tóxica faz com que a pessoa crie uma psicosfera perniciosa à própria volta que elimina fluidos deletérios. Nessa situação, a pessoa geralmente se recusa a movimentar uma energia saudável de transformação.

SITUAÇÕES EM QUE O INDIVÍDUO SE RECUSA  NAS CIRCUNSTÂNCIAS ACIMA:

·       Convívios amenos -  isolacionismo social, com familiares e amigos, com os quais possa ter conversas edificantes.
·       Ler Páginas Edificantes – evita boa leitura
·       Auxiliar o próximo – pois não deseja perceber que a dor do outro é ainda maior que a sua.
·       Renovação pela Oração – é comum os obsessores desestimularem a oração no obsidiado, fazendo-o acreditar que de nada adianta orar.

 A OBSESSÃO SILENCIOSA somente é assim, SUTIL e OCULTA, para aqueles que não cultivam o hábito salutar do AUTOCONHECIMENTO.

Muitos não percebem as Influências espirituais, pois estas se misturam às limitações emocionais que estes já apresentam. Os espíritos só fazem potencializar, agravar a situação que na verdade já existe latente no obsidiado. Com isso a conduta da pessoa vai ficando diferente, intempestiva já que o obsidiado sutil não perde a lucidez de seus atos, porém, não percebem a ação dos obsessores.

A OBSESSÃO SIMPLES ocorre quando o Espírito enfermo , consciente ou não de seus próprios atos, vincula-se ao indivíduo com o qual mantém afinidade moral e psíquica.

Livro: Obsessão Simples de Alírio de Cerqueira Filho.


O QUE É E COMO SE INSTALAM AS OBSESSÕES SILENCIOSAS?


1.    CONSIDERAÇÕES NECESSÁRIAS:

u Vivemos num mundo de provas e expiações.
u Encarnados e desencarnados ainda estão envolvidos pelo mal, favorecendo os processos obsessivos.
u As obsessões acontecem em três níveis:
u Simples
u fascinação
u subjugação.
u As obsessões podem ocorrer de:
u Encarnado para desencarnado.
u Desencarnado para encarnado.
u Desencarnado para desencarnados.
u Encarnado para encarnado.

2.    DE ONDE VEM O MAL QUE PULULAM NA TERRA?

u O mal é fomentado pelos Espíritos imperfeitos desencarnados e encarnados que pululam o orbe terrestre.
u As obsessões estão ligadas da seguinte formar:
u Obsessão por subjugação estão ligadas às Expiações.
u Obsessões sutis e as fascinações estão ligadas às Provações.
u Allan Kardec – A Gênese:
Chama-se Obsessão à ação persistente que um Espírito mau exerce sobre um indivíduo. Apresenta caracteres bem diferentes, que vão desde a simples influência moral, até a perturbação completa do organismo e das faculdades mentais.
u Influência Moral – Obsessões silenciosas
u Influenciações espirituais sutis
u Perturbações completas dos organismos e das faculdades mentais
u Subjugações



3.    O QUE É A OBSESSÃO SILENCIOSA?

·       É uma simples influência moral, sem sinais exteriores perceptíveis.
·       É chamada simples devido à simplicidade da técnica utilizada pelos Espíritos, o que não quer dizer que seja um caso simples de obsessão.
·       O fato de sutil e oculta pode causar problemas ainda maiores que em subjugações.
·       Pode evoluir para um quadro de obsessão por fascinação e subjugação.

Vamos nos ater à Obsessão de Desencarnado para Encarnado

O Livro dos Espíritos diz que:

u Os espíritos podem ver tudo o que fazemos, porém, se concentram mais naquilo que o interessa. Com isso podem auxiliar ou perturbar a nossa vida.
u Os espíritos conhecem nossos mais profundos pensamentos, sentimentos e atitudes.
u Os pensamentos plasmam imagens fluídicas que ficam gravadas no perispírito, como um espelho, daí os espíritos podem vê-los.
u Quando pensamos e sentimos negativamente:
u Os Benfeitores espirituais, com muita compaixão, vão nos intuir a superar esses pensamentos e sentimentos negativos a transforma-los em positivos.
u Os Espíritos inclinados ao mal  vão incitar os pensamentos e sentimentos para encontrar maneiras e nos perturbar.

É muito comum termos uma multidão de Espíritos que nos observam:

u Nunca estamos isolados.
u Cada um nutre seus interesses: benfeitores objetivam nos auxiliares e os demais nos perturbar.
u Espíritos imperfeitos nos induzem ao mal por vários motivos:
u Para que soframos como eles sofrem.
u Por suportarem a sua própria felicidade não comungam com a felicidade do outro. (Inveja)
u Para nos cobrar de algum mal que tenhamos feito a ele em outra vida.
u A natureza dos sofrimentos que procuram causar ao outro, estão na razão de sua inferioridade e de seu afastamento de Deus.
u Cabe ao encarnado manter-se firme na sua prova, com fé, resignação na prática do bem.



4.    PORQUE A MAIORIA DAS INFLUÊNCIAS SÃO PROVACIONAIS?

u Devido aos espíritos ainda imperfeitos que vivem no mundo de provas e expiações.
u Ainda têm propensão em maior ou menor intensidade ao mal.
u Os espíritos desencarnados que estão na mesma vibração e sintonia da imperfeição, vão sempre nos incitar ao mal, por que já temos essa tendência em nossa alma.
Segundo Kardec, somos CONVIDADOS a nos ocupar em cuidar de nossas tendências ao mal, ressignificando-as, voltando-nos para o bem, para que CESSEMOS os motivos de atração dos Espíritos Inferiores. (REFORMA-ÍNTIMA / AUTOTRANSFORMAÇÃO)

O processo obsessivo de desencarnado para encarnado
é SEMPRE BILATERAL.

u Os encarnados nunca são vítimas inocentes entregues aos espíritos.
u O processo obsessivo começa em nós, a partir de nossos PENSAMENTOS, SENTIMENTOS e DESEJOS relacionados ao MAL.

 Onde está a PROVA já que somos influenciados tanto por espíritos obsessores como pelos Benfeitores Espirituais?

u A PROVA está nas ESCOLHAS QUE FAZEMOS.
u LIVRE-ARBÍTRIO e CONSCIÊNCIA
u BOAS ESCOLHAS - NOS LIGAMOS AOS BENFEITORES ESPIRITUAIS
u MÁS ESCOLHAS - NOS LIGAMOS AOS ESPÍRITOS IINFERIORES


5.    O PRINCIPAL FATOR PARA OBSESSÃO É A NOSSA CONDUTA NO DIA-A-DIA.

·       Vigilância nos pensamentos, sentimentos e atitudes.
·       Preparação para o sono: oração, leitura edificante, conectando-se Espíritos Benfeitores, Anjos Guardiães.
·       Discernimento para sintonizar com os bons conselhos, não atribuindo importância maior aos maus conselhos que os espíritos inferiores nos dão.
·       Os espíritos inferiores ou se aproveitam das circunstâncias que os encarnados se deixam envolver, ou se aproveitam para criar algo que o incite ao mal. 
·       Observam as nossas TENDÊNCIAS ao MAL e ao ERRO, e nos incitam a realiza-lo

   Os Espíritos NÃO PODEM CRIAR ARMADILHAS para nós, incitando-nos a movimentos que já resolvemos. Alguém resolvida em relação ao sexo, jamais será incitada à sexolatria, ao álcool jamais será incitada ao alcoolismo, e assim por diante.


6.   MUITA COISA QUE ACONTECE É RESULTADO DE NOSSA IRREFLEXÃO:

·      Nem tudo é culpa dos espíritos, embora:
·      Há espíritos levianos e zombeteiros que desejam apenas nos causar aborrecimentos, para sua própria diversão.
·      Há Espíritos imbuídos do mal, muitos inimigos do passado que não sossegam enquanto não destruírem a felicidade do encarnado.


      Nesse caso, é preciso PERSEVERAR NO BEM, busca  SINTONIA E VIBRAÇÃO com seus Benfeitores Espirituais através da VIGILÂNCIA e ORAÇÃO. Assim, eles cansam quando percebem que aquilo que fazem não nos perturba.ORAR POR ELES e lhes RETRIBUIR O MAL COM O BEM. Usar seu LIVRE-ARBÍTRIO para conectar-se, com as LEIS DE JUSTIÇA, AMOR, CARIDADE E MISERICÓRDIA.

                                                                                           
Livro: A Obsessão silenciosa de  Alírio Cerqueira Campos.