domingo, 31 de agosto de 2014

CONVIVÊNCIA - Refletindo...

   Convivência

A convivência é indispensável para o processo de evolução dos seres humanos. 

É através das relações interpessoais que conseguimos trocar experiências, aprender e crescer enquanto seres humanos.

Contudo, conviver bem com todos, não é tarefa das mais fáceis, e somente será possível quando aprendermos a conviver conosco mesmo. 

Quando conseguimos viver bem conosco mesmo, irradiamos uma psicosfera de atração aos outros, o que favorece atingir o objetivo de autotransformação, sobretudo do ponto de vista espiritual, tornando-nos mais felizes ainda nesta vida. 

É importante que se desenvolva a virtude maior da caridade, estando disponível para servir e aprender, à todo e qualquer instante.

“Conviveremos bem com os outros na proporção em que estivermos convivendo bem conosco mesmos.”

-Ermance Dufaux



 Vida e Paz!






domingo, 24 de agosto de 2014

PAZ AO MUNDO!



Amigos,

Paz e Luz ao Mundo!

Que a Paz de Deus possa tocar o coração dos líderes cujas Nações estão em guerra, posto que vivem um momento tão delicado no processo de transição do Planeta Terra.

Confiemos que nada acontece na Terra sem a permissão de Deus, e que o que quer que ELE esteja planejando para a Humanidade, será para o bem de todos. 

Não há mal que se sobreponha ao bem! 

Alimentemos a ESPERANÇA e a FÉ!

Que a Paz de Deus esteja em todos os lares, em todos os corações!

Vida e Paz!




FILOSOFIA DA COMPREENSÃO- Livro Episódios Diários - Divaldo Franco pelo Espírito Joanna de Ângelis

Filosofia de Compreensão 


No transcurso de um dia não faltam motivos para revides, agressões, quedas morais. 

Uma pessoa desatenta choca-se contigo e não se desculpa.

Outra, irreverente, diz-te um doesto e segue, sorrindo.

Mais alguém, em desequilíbrio, não oculta a animosidade que lhe inspiras. Outrem mais, de quem sabes que te censura e, mentindo contra ti, acusa-te, levianamente... 

Tens vontade de reagir. “Também sou humano” – costumas pensar.

Somente que reações semelhantes àquelas não resolvem o problema. 

Deves nivelar-te às pessoas, pelas suas conquistas e títulos de enobrecimento, numa linha superior, e não pela sua mesquinhez.

Ninguém passa, na Terra, sem provar a taça da incompreensão. 

Cada qual julga os outros pelos próprios critérios, mediante a sua forma de ser, como é natural. 

O que se não possui é desconhecido; portanto, difícil de identificado noutrem.  

Não é necessário que se te despersonalizes evitando apresentar-te conforme és. 

Faz-se mister que te superes vencendo a parte negativa do teu caráter, aquela que censuras nos outros. 

Lapidando as tuas arestas, tornar-te-ás melhor e mais feliz. Aqueles que são exigentes, que gostam de aclarar tudo, resolver as situações que lhes surgem, padecem de distúrbios emocionais, sofrem ulcerações gástricas e duodenais, vivem indispostos.

Será que esses perturbadores e insolentes do caminho merecem que te desarmonizes? 

Segue em paz, durante todo o teu dia, e arrima-te na filosofia da compreensão e da solidariedade, ajudando-os, sem reagires contra eles.

Isto será melhor para ti e para todos. 

NECESSÁRIO E DISPENSÁVEL- Livro Episódios Diários - Divaldo Franco pelo Espírito Joanna de Ângelis

Necessário e Dispensável 


O consumismo atual responde por muitos problemas. 

As indústrias do supérfluo apresentam no mercado da vacuidade um sem-número de produtos desnecessários, que aturdem os indivíduos. 

Estimulados pela propaganda bem elaborada, desejam comprar, mesmo sem poder, o que veem, o que lhes é apresentado, numa volúpia crescente. 

Objetos e máquinas que são o último modelo, em pouco tempo passam para o penúltimo lugar, até ficarem esquecidos em armários ou depósitos de coisas sem valor.

No entanto, se não fossem adquiridos, naquela ocasião, a vida perderia o sentido para quem os não comprasse.

Consumismo é fantasia, transferência do necessário para o secundário. 

O consumidor que não reflete antes de adquirir, termina consumido pelas dívidas que o atormentam. 

Muita gente faz compras, por mecanismos de evasão. Insatisfeitas consigo mesmas, fogem adquirindo coisas mortas, e mais se perturbando. 

Enquanto grande número de indivíduos se afogam no oceano do supérfluo, multidões inteiras não possuem o indispensável para uma vida digna. 

Abarrotados, uns, com coisas nenhumas, e outros vitimados por terrível escassez. 

São os paradoxos do século e do comportamento materialista- utilitarista da atualidade. 

Confere a necessidade legítima, antes de te permitires o consumismo. Coisas de fora não equacionam estados íntimos.

Distraem a tensão por um momento, sem que operem real modificação interior. 

Quando o excesso te visite, reparte-o com a escassez ao teu lado. 

Controla e dirige a tua vontade, a fim de não seres uma vítima a mais do tormento consumista. 

O PODER - Livro Episódios Diários - Divaldo Franco pelo Espírito Joanna de Ângelis

O Poder 

Não deplores a função ou tarefa humilde, na qual te encontras edificando o futuro. 

Todas as realizações, por mais grandiosas, não dispensam a participação das aparentes e pequenas contribuições que, em última análise, são-lhes fundamentais.

A melhor engrenagem pode desarticular-se quando alui modesto parafuso. 

A maquinaria mais sofisticada estrutura-se com o mineral transformado, antes sem outra serventia. 

Todas as tarefas que promovem a vida são de relevante significado. 

Não é a função que dignifica o homem, mas este quem a enobrece.

Realiza, desse modo, o teu dever, com a consciência de que ele é de suma importância no concerto geral da vida. 

 O fastígio e o poder são compromissos graves para aqueles que os detêm. O fastígio facilmente leva à queda, sob as circunstâncias em que se apresenta e as facilidades de que se reveste. 

O poder, quase sempre, leva à corrupção, face à transitória posição de que se faz cercar, com perigos e gravames. 

O verdadeiro poder é o do amor, aquele que vem de Deus, que faz homens fortes em qualquer função e dignos, íntegros, em todas as atividades. 

Faze a tua parte com o poder do amor e segue, feliz, até a tua vitória final. 

DESFORÇO - Livro Episódios Diários - Divaldo Franco pelo Espírito Joanna de Ângelis

Desforço 


Fere, profundamente, o sentimento e a razão, a injustiça. 

Magoa, sem dúvida, a agressão injustificável. 

A rede das maldades, quando envolve alguém, asfixia-o e aflige-o. 

São muitos os fatores e acontecimentos que surgem à frente, obstaculizando a tua marcha. 

Não o deplores, nem revides deixando-te empolgar pelo anseio do desforço. 

Os outros, os infelicitadores, já são infelizes sem que lhes aumentes a carga de desar com os revides e a vingança, tão covardes e insensatos quanto as más ações danosas.

Certamente, não mereces muitas dessas dores, pelo menos na atual conjuntura e na forma como te alcançam... 

Sem embargo, não és viajor de primeira experiência, incurso num passado que te serve de base para o presente. 

Como deves lutar para modificar, nas causas, os efeitos perniciosos que afetam a muitas outras criaturas, não te é lícita a ação ignóbil de vingança. 

Só os homens de pequeno porte moral se desforçam, tombando em fosso mais profundo do que aquele em que se encontra o seu perseguidor.  

Se desculpas o acusador, és melhor do que ele. 

Se perdoas o inimigo, te encontras em mais feliz situação do que a dele. 

Se ajudas a quem te fere, seja por qual motivo for, lograste ser um homem de bem, um verdadeiro cristão. 

Desforço, jamais! 

sábado, 23 de agosto de 2014

XIII- BÊNÇÃO E MALDIÇÃO, O Livro dos Espíritos, Allan Kardec ,CAPÍTULO IX– INTERVENÇÃO DOS ESPÍRITOS NO MUNDO CORPÓREO- LIVRO SEGUNDO

LIVRO SEGUNDO
MUNDO ESPÍRITA OU DOS ESPÍRITOS
CAPÍTULO IX– INTERVENÇÃO DOS ESPÍRITOS NO MUNDO CORPÓREO
XIII- Bênção e Maldição
(Questão 557)

A bênção e a maldição podem influenciar no bem e no mal para aqueles a quem são lançadas. Porém, Deus não escuta uma maldição injusta e aquele que a pronuncia é culpável aos seus olhos. 
Como temos as tendências opostas do bem e do mal pode nesses casos haver uma influência momentânea, mesmo sobre a matéria; mas essa influência nunca se verifica sem a permissão de Deus e como acréscimo de prova para aquele que a sofre.

De resto, o mais freqüentemente se maldizem os maus e bendizem os bons. 

A benção e a maldição não podem jamais desviar a Providência da senda da justiça: esta não fere o amaldiçoado se ele não for mal e sua proteção não cobre aquele que não a mereça.