domingo, 15 de julho de 2018

O DEVER QUE CABE A CADA UM DE NÓS

León Denis, diz que  "O dever é o conjunto das prescrições da lei moral, a regra pela qual o homem deve conduzir-se nas relações com seus semelhantes e com o Universo inteiro."

É preciso compreender que o dever é algo que está bem acima da Humanidade, o que quer dizer, que exige de nós os grandes sacrifícios, franco devotamento nas causas nobres, e a vontade firme de realização.

Nem sempre traz grandes alegrias em seu cumprimento, pode tornar-se  pavoroso, inflexível sempre, exigente, porém, sempre está apontando para o caminho das ascensão e progresso do ser.

Léon Denis, nos afirma que "O dever não é idêntico para todos; varia segundo nossa condição e saber."

Pode-se verificar nessa afirmativa, a certeza de que entre a humanidade, encontramos diferentes níveis de consciência. Quanto mais consciente, mais ampliada a nossa capacidade de perceber e sintonizar com as condições impostas pelo dever, maior habilidade desenvolvemos para o exercício de nosso dever.

O cumprimento do Dever nos proporciona a paz interior, a serenidade de espírito, mais preciosa que todos os bens da Terra, e que, podemos experimentar em meio às  provações e dificuldade que vivenciamos, mas que fazem parte do planejamento evolutivo de cada um.

Não podemos intervir, evitar ou desviar os acontecimentos que perturbam essa paz ou serenidade que o cumprimento do dever nos proporciona, porque o nosso destino deve seguir os seus trâmites rigorosos, mas sempre podemos, enfrentar as mais difíceis provas da vida, buscando a serenidade para aceitar, deixando o conformismo de lado para enxergar a possibilidade de modificar aquela situação ruim em algo de bom. é firmar essa paz de consciência, esse contentamento íntimo que o cumprimento do dever acarreta, mesmo diante das dificuldades.

Léon Denis, em seu livro Depois da Morte, afirma que :


 "Todos os Espíritos superiores têm profundamente enraizado em si o sentimento do dever; é sem esforços que seguem a própria rota. "

A medida que evoluem, que vão progredindo, apresentam espontaneamente, como uma tendência natural, a aptidão para o cumprimento do dever sem grandes sacrifícios, que por consequência disso,  se afastam das coisas vis e orientam os impulsos do ser para o bem. Nota-se claramente que os valores se transformam à medida que o ser se transforma e evolui.

Léon Denis nos sugere que: "O dever torna-se, então, uma obrigação de todos os momentos, a condição imprescindível da existência, um poder ao qual nos sentimos indissoluvelmente ligados para a vida e para a morte."

O dever oferece múltiplas formas: 
  • há o dever para conosco, que consiste em nos respeitarmos, em nos governarmos com sabedoria, em não realizarmos senão o que for útil, digno e belo; 
  • há o dever profissional, que exige o cumprimento consciencioso das obrigações de nossos encargos; 
  • há o dever social, que nos convida a amar os homens, a trabalhar por eles, a servir fielmente ao nosso país e à Humanidade; 
  • há o dever para com Deus...
O dever não tem limites.
 Sempre podemos melhorar. 


É no sacrifício de si, que o homem encontra o mais seguro meio de se engrandecer e de se depurar.  

Nesse contexto, podemos encontrar aquelas pessoas que se encontram no caminho de volta a si, através do autoconhecimento, da autorreflexão, na busca de respostas para as questões que desnudam, trazem a tona, o homem velho que nela ainda habita para que, consciente de suas imperfeições, aprendam a dizer não para si, submetendo-se ao sacrifício de si quando consegue dizer não para as coisas que desejam, mas que porém, já não mais lhe convém.

A honestidade é a essência do homem moral, infeliz daquele que dela se afasta. 

Léon Denis define o HOMEM HONESTO como: 
  • Aquele que faz o bem pelo bem, sem procurar aprovação nem recompensa. 
  • Desconhecendo o ódio, a vingança, esquece as ofensas e perdoa aos seus Inimigos. 
  • É benévolo para com todos, protetor para com os humildes. 
  • Em cada ser humano vê um irmão, seja qual for seu país, seja qual for sua fé. 
  • Tolerante, ele sabe respeitar as crenças sinceras, desculpa as faltas dos outros, sabe realçar-lhes as qualidades; jamais é maledicente.
  • Usa com moderação dos bens que a vida lhe concede, consagra-os ao melhoramento social e, quando na pobreza, de ninguém tem Inveja ou ciúme. 
 E nos chama a atenção para o fato de que:

A honestidade perante o mundo nem sempre é honestidade de acordo com as leis divinas. 

 O mérito e a virtude são algumas vezes desconhecidos na Terra, e quando não são desconhecidos, são mesmo ignorados pelas pessoas, como condições indispensáveis para a conquista de uma sociedade consciente, livre das paixões e interesses materiais.

Léon Denis afirma que: "Antes de tudo, o homem honesto busca o julgamento e o aplauso da sua própria consciência."

 A Doutrina Espírita tem um alcance moral que amplia o sentido do dever que cabe ao homem consciente, pois à medida que vai tomando consciência, vai ampliando o seu saber, e na mesma medida, vai aumentando a sua responsabilidade por suas próprias escolhas. Por conseguinte, o saber uma vez ampliado, faz com que sua própria consciência lhe cobre a energia necessária para sua transformação pessoal para melhor.

As vozes dos Espíritos têm feito vibrar ecos em si, têm despertado forças adormecidas na maior parte dos homens e que o Impelem poderosamente na sua marcha ascensional.

A prática constante do dever
 leva-nos ao aperfeiçoamento. 

Para isso, é preciso se dispor À prática constante do AUTOCONHECIMENTO, aprofundando o processo de AUTORREFLEXÃO que lhe permitirá descobrir não só o bem que há em ti, mas também, o mal que ainda cultiva, latente, esperando apenas o momento de vir à tona. Ninguém pode remediar o mal sem antes o conhecer, daí a necessidade da autorreflexão.

Podemos nos estudar analisado outros homens.. Se algum vício, algum defeito terrível em outra pessoa me impressiona, procuremos ver com cuidado se existe em nós germe idêntico; e, se o descobrirmos, empenhemo-nos pelo arrancar.

O autoconhecimento permitirá um contato íntimo consigo mesmo, que lhe permitirá reconhecer a sua alma pela sua realidade, isto é, que com todas as imperfeiçoes deverá ser lapidada na caminhada da vida.

Reconhecer em nós imperfeições, nos afasta da presunção e da tola vaidade. Porém de nada adianta reconhecer nossas imperfeições se não nos submetermos a uma disciplina reparadora, que nos transforme a cada dia em alguém melhor. É o meio mais eficaz de regularmos as  tendências mais ocultas de nosso ser moral.

 Léon Denis afirma que "Só os primeiros esforços são penosos; por isso, e antes de tudo, aprendamos a dominar-nos."

As primeiras impressões são fugitivas e volúveis, ou seja, tudo acontecerá para que você se desvie de seu propósito. É preciso ter VONTADE FIRME a governar os impulsos da alma.

Aprender a governar a nossa vontade, é estabelecer uma relação de autoridade sobre nossos desejos, nossos impulsos, e então, jamais nos deixaremos dominar por elas.

O homem foi criado por Deus para viver em Sociedade. As boas escolhas de suas relações, seus amigos, num convívio íntegro, de boas influências, tende a desviá-los das conversas frívolas, dos assuntos ociosos, que conduzem à maledicência.

Digamos sempre a verdade, 
quaisquer que possam ser os resultados.

A verdade é ferramenta de aperfeiçoamento quando a sabemos usar. Primeiramente, precisamos compreender o contexto em que a verdade aparece para traze-la a tona.  E esse contexto deve ser pensado considerando as partes envolvidas, de tal sorte que encontrarás o melhor caminho de trazer essa verdade, de evidenciá-la perante o outro.

A verdade deve ser sempre dita, mas é preciso pensar antes de dizê-la, como vai externar essa verdade, há muitas maneiras de dizer a verdade, e o bom cristão precisa encontrar o meio mair eficaz de dize-la sem ferir, sem destruir os sonhos do outro, sem gerar mais traumas e mais problemas em função dessa verdade. É preciso colocar-se no lugar do outro para saber se gostaria de ouvir tal verdade na mesma intensidade. Nem sempre o que o outro espera de você é exatamente a verdade, mas um entendimento, um conforto, um carinho, um apoio. Esteja atento sempre que uma verdade precise ser revelada por você!

Criar o hábito salutar de se fortalecer no estudo e no recolhimento, permitirá que a alma encontre novas forças e nova luz, e sentirá a realização de poder dizer que realizou hoje obra útil, alcançou avanços na sua melhora íntima, no cumprimento fiel de seu dever.

Bibliografia: Depois da Morte , Léon Denis

sábado, 14 de julho de 2018

LIDERANÇA - PACIÊNCIA, Espírito Emmanuel, Chico Xavier

Não raro, ouvimos respeitáveis representantes das comunidades terrestres, reclamando líderes capazes de as conduzir à concórdia e ao progresso, sem ódio e destruição. 

Justo, no entanto, não esquecer que a Terra conhece o Líder de todos os líderes humanos, habilitados a guiar a coletividade para o Reino do Bem. Importante refletir que:
  • Ele transportava consigo a própria grandeza sem mostrar consciência disso. 
  • Não colheu da vida mais que o necessário à própria sustentação. 
  • Associou-se a companheiros tão pobres e tão anônimos quanto Ele o era no início da revelação de que se fazia mensageiro, a fim de realizar o apostolado que trazia.
  • Aconselhou o respeito aos condutores do poder humano mas nunca indicou a desordem e a crueldade para a solução dos problemas do mundo. 
  • Conviveu com a multidão, compadecendo-se de suas aflições e necessidades. 
  • Chamava a si os pequeninos, de modo a os ouvir, atentamente.
  • Amou aos enfermos, aliviando-lhes as enfermidades, com a força do amor, nascida na oração.
  •  Amparou aos irmãos obsessos e dialogou com os desencarnados sofredores, endereçando-lhes expressões de esclarecimento e reconforto.
  • Alimentou os famintos, antes de ministrar-lhes a verdade. 
  • Ensinou o perdão e a tolerância. 
  • Não possuía ouro nem prata que lhe garantisse a influência.
  • Acusado sem culpa, aceitou agravos e injúrias, sem defender-se.
  • Executado por alguns de seus contemporâneos que se faziam adversários gratuitos, portou-se com humildade e grandeza de espírito, rogando a benevolência dos Céus para os seus próprios inimigos. 
Entretanto, desde que desapareceu do cenário dos homens, passou a viver mais intensamente na Terra, conquistando corações para a sua causa.

Em quase vinte séculos, famosos condutores de povos foram esquecidos. No entanto a influência do Líder dos líderes do mundo, sem ameaças e sem armas, cresce com os dias. 

Quem estiver procurando liderança na Terra, saiba que Ele, Jesus Cristo, até hoje tem o nome de Senhor Jesus e, no limiar do terceiro milênio dos tempos novos, o temos sempre por ESPERANÇA das criaturas e LUZ das nações. 

Nas horas atormentadas da vida, age com PACIÊNCIA e TOLERÂNCIA.
Deus nos sustenta de pé, aguardando a nossa cooperação destinada a reerguer os irmãos caídos. 

PACIÊNCIA - VOCÊ A TEM?



Conceitualmente a paciência é o estado de perseverança tranquila. Quando a refletimos 
sob a ótica do Espiritismo, é preciso analisar com maior profundidade os aspectos relacionados ao exercício da paciência.

Allan Kardec em O Evangelho Segundo o Espiritismo, traz, através de um Espírito Amigo, Havre, 1862, boa reflexão sobre A PACIÊNCIA. Ele inicia a sua abordagem sob a ótica da DOR dizendo-nos:

"7 – A dor é uma benção que Deus envia aos seus eleitos. Não vos aflijais, portanto, quando sofrerdes, mas, pelo contrário, bendizei a Deus todo poderoso, que vos marcou com a dor neste mundo, para a glória no céu."

O Espírito vem nos trazer o testemunho de que, ainda que as coisas não estejam como gostaríamos, ainda que a vida que estamos levando não seja, exatamente, a vida que sonhamos, ainda que a  dificuldade sobremaneira esteja instalada em nossos lares e familiares, que não devemos reclamar, se lamentar, mas sim, agradecer a Deus a oportunidade de vivenciar tais experiências, a fim de que possas através da paciência, vencer tais desafios. 

A Paciência é a  virtude capaz de nos tornar cada vez mais tolerantes perante as provas da vida.

A Paciência amplia a nossa capacidade de sermos resilientes, dando-nos a força necessária para recomeçar.

A Paciência é virtude nobre, que o habilita a compreender e aceitar o outro com todas as suas imperfeições.

"A caridade que consiste em dar esmolas aos pobres é a mais fácil de todas. Mas há uma bem mais penosa, e conseqüentemente, bem mais meritória, que é a de perdoar os que Deus colocou em nosso caminho para serem os instrumentos de nossos sofrimentos e submeterem à prova a nossa paciência"

O Espírito Amigo, em verdade está nos dizendo que a paciência é a porta de entrada para o perdão,  é o sentimento motivador para o exercício do perdão, pois que esta faz você compreender que o seu agressor, sob a premissa de que ainda está num estado de limitação muito aquém daquele em que você se encontra, e compreendendo tais limitações, se abre a possibilidade de perdoá-lo.

As compreensões que devemos ter para com aqueles que nos ofendem, nos causam sofrimento, devem estar relacionados a comportamentos e emoções, que nos vinculam a alguém de forma negativa. Portanto, é preciso refletir:

-  Qual a CAUSA REAL de minha impaciência?
-  Que FATO ACONTECE para  que para eu perca a paciência?
- Quais as MOTIVAÇÕES REAIS para que eu me torne impaciente?
-    Quem são as PESSOAS ou COISAS que me impacientam?
-    POR QUE causa em mim, esse sentimento de intolerância?

O Espírito Amigo então, nos chama a atenção, para as pequenas coisas, sobre as quais não deveríamos atribuir tamanha importância, ao ponto de nos tornarmos impacientes, quando diz:

"A vida é difícil, bem o sei, constituindo-se de mil bagatelas que são como alfinetadas e acabam por nos ferir."
Nos chama atenção para o cumprimento de nossos DEVERES, como meio de nos mantermos no caminho reto, a fim de que, antes de agir com impaciência, possamos vislumbrar um horizonte de compensações ao exercício da paciência para consigo, e para como o outro.

Mas é necessário olhar para os deveres que nos são impostos, e para as consolações e compensações que obtemos, pois então veremos que as bênçãos são mais numerosas que as dores. 

Afirma categoricamente, que aquele que lança o olhar para frente e para o alto, consegue levar uma vida mais leve em meio a todas as dificuldades. Em contrapartida, aquele que segue cabisbaixo, queixoso, vitimista, acaba tornando as provas ainda mais difícil, se distanciando cada vez mais, de compreende-las, como meios necessários à sua própria evolução.

O fardo parece mais leve quando olhamos para o alto, do que quando curvamos a fronte para a terra.

Por fim, no Evangelho, o Espirito Amigo nos encoraja a seguir na direção do Cristo, ensejando a prática cristã da paciência.

"Coragem, amigos: o Cristo é o vosso modelo. Sofreu mais que qualquer um de vós, e nada tinham de que se acusar, enquanto tendes a expiar o vosso passado e de fortalecer-vos para o futuro. Sede, pois, paciente, sede cristãos: esta palavra resume tudo.

VOCÊ É PACIENTE?

O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, questão 909 nos diz que toda e qualquer virtude pode ser desenvolvida, aprendida e praticada, bastando que a gente queira de verdade.

“Poderia sempre o homem, pelos seus esforços, vencer as 
suas más inclinações?” “Sim, e, frequentemente, fazendo
 esforços muito insignificantes. O que lhe falta é a vontade. 
Ah! quão poucos dentre vós fazem esforços!”

Essa afirmativa mostra que todo e qualquer ser humano, em franco processo de desenvolvimento e evolução pode ser regenerado, pode modificar forma de pensar, de sentir e de agir, bastando que o mesmo tenha VONTADE FIRME e DISPOSIÇÃO para tais mudanças. Para tanto, é preciso:

Desenvolver a  CAPACIDADE DE COMPREENDER A SI E O OUTRO
  • O que está a contecendo?
  • O que desejam as pessoas envolvidas?
  • Por que estão desequilibradas?
  • Qual a sua real intenção?
Submeter todas as circunstâncias ao CRIVO DA RAZÃO

  • Analise sob a ótica da realidade.
  • Se restrinja aos fatos, racionalmente.
  • Separe a sua emotividade da análise em questão para não se apavorar.
  • Conhecidos ambos os lados, discernir sobre os fatos, para a partir daí decidir sobre o que fazer, como agir.
Momento de AGIR no bem
  • Disposição para dialogar e escutar o outro.
  • Tomar atitudes para resolver o problema, pautado no entendimento mutuo.

Vida e Paz! Alessandra Uzêda

PRINCÍPIOS ESSENCIAIS DA FILOSOFIA ESPÍRITA - LÉON DENIS - RESUMO

Léon Denis (1846 -1927) foi um pensador espírita, médium e um dos principais continuadores do espiritismo após a morte de Allan Kardec. Fez conferências por toda a Europa em congressos internacionais espíritas e espiritualistas, defendendo ativamente a ideia da sobrevivência da alma e suas conseqüências no campo da ética nas relações humanas. É conhecido como sendo o "consolidador do Espiritismo" em toda a Europa, bem como "apóstolo do Espiritismo", dadas as suas qualidades intrínsecas de estudioso do Espiritismo.
Em sua obra "Depois da Morte", escreveu resumidamente sobre os princípios essenciais da filosofia dos Espíritos.

"1º — Uma inteligência divina rege os mundos. Nela, identifica-se a Lei, lei imanente, eterna, reguladora, à qual seres e coisas estão submetidos.

2º — Assim como o homem, sob seu invólucro material, continuamente renovado, conserva sua identidade espiritual, esse eu indestrutível, essa consciência em que se reconhece e se possui, assim também o Universo, sob suas aparências mutáveis, se possui e se reflete numa unidade central que é o seu Eu. 

O Eu do Universo é Deus, lei viva, unidade suprema onde confinam e se harmonizam todas as relações, foco imenso de lus e de perfeição donde irradiam e se expandem, por todas as humanidades, Justiça, Sabedoria, Amor! 

3º — No Universo, tudo evolve e tende para um estado superior. Tudo se transforma e se aperfeiçoa. Do seio dos abismos a vida eleva-se, a princípio confusa, indecisa, animando formas inumeráveis cada vez mais per feitas, depois desabrocha no ser humano, adquire então consciência, razão, vontade, e constitui a alma ou Espírito. 

4º — A alma é imortal. Coroamento e síntese das potências inferiores da Natureza, ela contém em germe todas as faculdades superiores, está destinada a desenvolvê-las pelos seus trabalhos e esforços, encarnando em mundos materiais, e tende a elevar-se, através de vidas sucessivas, de degrau em degrau, para a perfeição. A alma tem dois invólucros: um, temporário, o corpo terrestre, instrumento de luta e de prova, que se desagrega no momento da morte; o outro, permanente, corpo fluídico, que lhe é inseparável e que progride e se depura com ela. 

5º — A vida terrestre é uma escola, um meio de educação e de aperfeiçoamento pelo trabalho, pelo estudo e pelo sofrimento. Não há nem felicidade nem mal eternos. 

A recompensa ou o castigo consistem na extensão ou no encurtamento das nossas faculdades, do nosso campo de percepção, resultante do bom ou mau uso que houvermos feito do nosso livre-arbítrio, e das aspirações ou tendências que houvermos em nós desenvolvido. 

Livre e responsável, a alma traz em si a lei dos seus destinos; prepara, no presente, as alegrias ou as dores do futuro. 

A vida atual é a consequência, a herança das nossas vidas precedentes e a condição das que se lhe devem seguir. 

O Espírito se esclarece, se engrandece em potência intelectual e moral, à medida do trajeto efetuado e da impulsão dada a seus atos para o bem e para a verdade. 

6º -  Uma estreita solidariedade une todos os Espíritos, idênticos na sua origem e nos seus fins, diferentes somente por sua situação transitória, uns no estado livre, no espaço; outros, revestidos de um invólucro perecível, mas passando alternadamente de um estado a outro, não sendo a morte mais que uma fase de repouso entre duas existências terrestres. 

Gerados por Deus, seu Pai comum, todos os Espíritos são irmãos e formam uma imensa família. Uma comunhão perpétua e de constantes relações liga os mortos aos vivos. 

7º -   Os Espíritos classificam-se no espaço em virtude da densidade do seu corpo fluídico, correlativa ao seu grau de adiantamento e de depuração. Sua situação é determinada por leis exatas; essas leis exercem no domínio moral uma ação análoga à que as leis de atração e de gravidade executam na 198 ordem material. 

Os Espíritos culpados e maus são envolvidos em espessa atmosfera fluídica, que os arrasta para mundos inferiores, onde devem encarnar para se despojarem das suas imperfeições. 

A alma virtuosa, revestida de um corpo sutil, etéreo, participa das sensações da vida espiritual e eleva-se para mundos felizes onde a matéria tem menos império; onde reinam a harmonia e a bem-aventurança. 

A alma, na sua vida superior e perfeita, colabora com Deus, coo-pera na formação dos mundos, dirige-lhes a evolução, vela pelo progresso das humanidades, pela execução das leis eternas. 

8º — O bem é a lei suprema do Universo e o alvo da elevação dos seres. O mal não tem vida própria; é apenas um efeito de contraste. 

O mal é o estado de inferioridade, a situação transitória por onde passam todos os seres na sua missão para um estado melhor. 

9º — Como a educação da alma é o objetivo da vida, importa resumir os seus preceitos em palavras: 
  • Comprimir necessidades grosseiras, os apetites materiais; 
  • aumentar tudo quanto for Intelectual e elevado; 
  • lutar, combater, sofrer pelo bem dos homens e dos mundos; 
  • iniciar seus semelhantes nos esplendores do Verdadeiro e do Belo;
  • amar a verdade, a benevolência, tal é o segredo da felicidade no futuro, tal e o Dever! "

SIMBIOSE ESPIRITUAL - Uma forma grave de obsessão!

A Simbiose no seu conceito básico e genérico é o processo pelo qual dois seres vivos se associam. 

Para falarmos de Simbiose Espiritual, que é um tipo grave de obsessão, é preciso conhecer os GRAUS em que se desenvolvem as Obsessões, segundo Allan Kardec.


OBSESSÃO SIMPLES
Na obsessão simples o indivíduo é perturbado por ideias infelizes, porém permanece em pleno uso de suas faculdades mentais.
(Onde encontramos influências nos PENSAMENTOS, no MENTAL)

OBSESSÃO POR FASCINAÇÃO

Na fascinação o indivíduo se vê convencido das ideias do obsessor como se fossem dele, e ninguém o convence do contrário.

(Onde encontramos a SIMBIOSE)

OBSESSÃO POR SUBJUGAÇÃO
Na subjugação pouco importa o que pensa. O obsessor controla seus movimentos, como uma marionete.

(Onde se encontra o VAMPIRISMO)


A Simbiose pode ocorrer em todos os tipos de relação entre os envolvidos:

Entre Desencarnado e Encarnado 

       O Espíritos André Luiz, no Livro Missionários da Luz de Chico Xavier, define a SIMBIOSE ESPIRITUAL entre encarnado e desencarnado, onde os últimos “se aglutinam ao hábitos dos vivos, partilhando-lhes a existência e absorvendo-lhes parcialmente a vitalidade, de que se sustentam”.

  Ambos buscam-se, mutuamente, na satisfação e realização de suas necessidades. O Desencarnado se mantém acoplado ao corpo espiritual do encarnado, influenciando-o em todas as suas decisões. Na vigília o encarnado acredita serem suas as decisões, porém, durante o desdobramento do sono, seu espírito livre do envoltório corporal se locupletam em perfeita simbiose consciente.
Entre Desencarnado e Desencarnado 

   Dois espíritos se valem um do outro para tomar toda e qualquer atitude relacionada à sua vida, numa relação consciente de dependência mútua, na qual acreditam estar se beneficiando um ao outro.

Entre encarnado e encarnado 

      Ambos acreditam que por afinidades que criam, desenvolvem uma relação de dependência mutua, que afeta a sua capacidade de discernir sobre a sua própria vida, de tal sorte que, não consegue tomar nenhuma decisão sem perguntar antes o que o outro acha.
A SIMBIOSE ESPIRITUAL
     É uma obsessão no grau de FASCINAÇÃO, ou seja, um tem domínio sobre o mental do outro, porém, acreditam cegamente que a ideia é sua e em seu benefício. Ficam cegos em relação ao problema que os envolvem. 
      Não existe aí, a obsessão de uma parte para outra parte. Ambos se obsidiam mutuamente, criando uma relação de dependência em relação ao outro, para toda e qualquer decisão sobre si.
      Se concretiza pela BUSCA BILATERAL das partes envolvidas, sejam encarnados ou desencarnados, ou seja, se buscam mutuamente para atender os seus desejos mais iminentes, sobre os quais não conseguem realizar sozinhos, se sentem incapazes de exercer a sua individualidade, criando uma RELAÇÃO DE DEPENDÊNCIA entre ambos.  Ambos acreditam que para conseguir permanecer na caminhada, necessitam um do outro, para vencer suas expectativas.
      A simbiose espiritual se estende a duradoura associação biológica entredois seres vivos, partindo da necessidade de um perante o outro, bem como de sua incapacidade de seguir no comando de sua própria vida, acreditando que esta relação traga benefícios recíprocos.
    O vínculo entre os espíritos envolvidos num processo simbiótico é muito forte e se realizada pela ligação de ambos através de fluidos ou teias energéticas de mesma vibração, que compartilham da presente sintonia como se fossem um só, uma nada faz, decide ou realizada sem o outro.
       
AS MOTIVAÇÕES DAS OBSESSÕES
    O desencarnado pode se aproximar do individuo aproveitando-se de EMANAÇÕES FLUÍDICAS que são peculiares a ambos, ou seja, pelas AFINIDADES.
   Pode aparecer quando a mente desencarnada se aproveita da receptividade dos que lhe choram a perda, influenciando-os com emanações de seu próprio corpo espiritual, utilizando-os como instrumentos de seus próprios pensamentos. 
   Em determinas situações a SIMBIOSE ESPIRITUAL torna-se necessária aos indivíduos em conluio espiritual, pois a separação de ambos pode trazer consequências graves para os espíritos ali envolvidos.
    Muitas vezes a criatura, ao reencarnar, já traz a companhia invisível da entidade com a qual está ligada por tarefas e dívidas de outras existências: harmonizadas na MESMA ONDA MENTAL, integram-se como HIPNOTIZADOR E HIPNOTIZADO.
      As Obssessões se caracterizam pelo domínio sobre o outro para atender às suas necessidades:
SIMPLES – SATISFAÇÃO É UNILATERAL –EM PREJUÍZO DO OUTRO –                               RELAÇÃO DE AFETO OU SEM VÍNCULO AFETIVO
      Exemplo1: Com AFETO - Um ente querido que já morreu, permanece vinculado ao seu lar, numa intenção de ajudar, por amor ou qualquer motivação benéfica aos seus, porém, não se dá conta de que ali, estabelece uma relação de obsessão, devido ao vínculo afetivo.
        Exemplo 2: Sem VÍNCULO AFETIVO - Alguém desencarnado, que ainda não alcançou a consciência necessária a fim de despertar para a vida espiritual na qual está inserido, preso aos velhos hábitos materiais da vida física, bem como, às suas viciações, como por exemplo, álcool, drogas, sexo, se unem a qualquer encarnado desavisado, invigilante que compactuam da mesma sintonia, para sugar-lhes as energias vitais das quais precisam para satisfazer tais necessidades ainda iminentes no espírito ainda muito materializado e preso à vida terrena.
FASCINAÇÃO – SATISFAÇÃO MÚTUA, BILATERAL-  SIMBIOSE –                                              RELAÇÃO DE AFETO
       Exemplo 1: Com AFETO -  A afetividade pré-dispõe as partes ao conluio voluntário, de satisfação pessoal, influenciando diretamente o mental do outro, de tal forma, que o indivíduo acredita e está sempre convicto de que não outra verdade. Fica cego, hipnotizado, não é capaz de discernir.
SUBJUGAÇÃO- SATISFAÇÃO É UNILATERAL –EM PREJUÍZO DO                                              OUTRO- RELAÇÃO  DE DESAFETO
      Exemplo 2: Com DESAFETO - Um espírito persegue o outro até que consiga manter vínculos energéticos de teor prejudicial, motivado pelo desejo perverso de fazer o mal, adoecer o outro e até mesmo levá-lo ao desencarne por motivos de ódio, vingança, inveja, etc.
É PRECISO BUSCAR AJUDA ESPIRITUAL 
    Todo e qualquer TIPO DE OBSESSÃO perdura enquanto a criatura encarnada, submetida, fascinada, subjugada, por fluidos que lhe são estranhos e deletérios, não buscar a própria renovação através do estudo, da oração, da aquisição de virtudes. 
   Todos as pessoas envolvidas nesses processos de obsessão têm no campo espiritual, Espíritos Amigos, Benfeitores Espiritual, Anjos Guardiões, os tarefeiros, conselheiros espirituais, que se dispõem a NOS ACONSELHAR NO CAMINHO DO BEM, a fim de que, O INDIVÍDUO DESPERTE para a NECESSIDADE DE MUDAR VELHOS HÁBITOS, VALORES, CONDUTAS, PENSAMENTOS, SENTIMENTOS,  e sobretudo, ATITUDES. 
    Estando ainda na sintonia e, portanto, no nível de vibração dos espíritos inferiores que nos circundam diária e cotidianamente, não conseguimos elevar a nossa sintonia para escutar os Espíritos elevados que se dispõem a ajudar, a fim de que possamos despertar para o processo de AUTOTRANSFORMAÇÃO por meio do AUTOENCONTRO, elevando assim, a nossa vibração, e consequentemente, a nossa sintonia. 
       E, exatamente, por estar em sintonia com essas energias de baixo padrão vibratório que nos distancia dos ensinamentos e práticas cristãs, é que adoecemos ou vivenciamos dramas ainda mais intensos.
      Não basta portanto, buscar ajuda espiritual numa Casa Espírita, por exemplo, sem antes se dispor a TRANSFORMAR-SE, a modificar velhos hábitos que os vinculam a entidades de baixo padrão vibratório, que os fazem adoecer.
       A BUSCA É PESSOAL, e deve começar DE DENTRO PARA FORA. 
      O local que vai procurar deve sempre oferecer uma  ALTERNATIVA EDUCATIVA DE TRANSFORMAÇÃO, aliada à DESOBSESSÃO, e o TRATAMENTO ENERGÉTICO associado à bênção da ÁGUA FLUIDIFICADA. Em muitos casos mais graves de obsessão, muitos são encaminhados para a CIRURGIA ESPIRITUAL.

Vida e Paz! Alessandra Uzêda

sexta-feira, 13 de julho de 2018

A MORAL

Todos nós trazemos gravados em nosso arquivo consciencial, os princípios que norteiam a nossa moralidade, virtude tão escassa na humanidade como um todo.

Qualquer pessoa que se disponha a realizar atitudes no bem, se permite sentir o prazer da realização pessoal e da satisfação íntima, uma espécie de ampliação da alma, expansão de consciência. 

Em contrapartida, quando opta por atitudes ruins, agride as leis divinas, e em consequência dessa agressão, sente-se arrependimentos, angústias, culpas e desgostos. E essas sensações só passam quando o indivíduo decide reagir ao mal com o bem, quando nos dispomos a realizar algo de bom, de construtivo.

O Cristo nos ensina através de seu evangelho, a moral superior, a moral definitiva, capaz de transformar as pessoas pelos seus ricos ensinamentos de conduta moral elevada, e não se trata aqui de religião, mas do cristianismo redivivo, transformador, regenerador de seres em evolução.

Leon Denis, em seu livro "Depois da Morte" já afirmava que  a filosofia dos Espíritos vem oferecer à Humanidade uma sanção moral consideravelmente elevada, um ideal eminente, nobre e generoso. E que nós,  espíritos que somos, nos encontramos em nossos respectivos lugares e em determinadas situações, tal qual, nós mesmos nos colocamos, mediante nossas escolhas ao longo de nossas vidas. Por esta razão, é preciso compreender e aceitar que, sou o único responsável pelos sofrimentos e alegrias que tenho vivenciado ao longo de minha vida.

É preciso entender ainda, que se violentamos a lei moral, agimos contra nós mesmos, obscurecendo nossa consciência e nossas faculdades, nos distanciando do divino e do espiritual. Por outro lado, quando vislumbramos a prática da lei do bem, dominando as paixões brutais instintivas que ainda se encontram latentes em nossa alma, esperando apenas um gatilho para que esta venha a tona, nos sentimos aliviados, entramos na sintonia fina da realização pessoal e nos aproximamos do divino e do espiritual.

A lei moral nos convida a todo instante à realização de uma higiene da alma, que se aplique a todos os nossos atos e conserve nossas forças espirituais em estado de equilíbrio e harmonia, o que vai repercutir efetivamente sobre  o potencial de felicidade que carregamos no íntimo de nosso ser.

Urge a vigilância do estado dessa alma que somos nós, em nossa essência divina, plena, desde a origem que fomos criados por Deus. O Espiritismo é elementar, base para essa higienização da alma tão necessária perante a imoralidade que apresenta na humanidade. Entretanto, não é o único meio para se alcançar tais objetivos. Busque aquele que te realize, mas busque a transformação moral. Caminho que vai te levar à paz interior.

Vida e paz! Alessandra Uzêda


A ANGÚSTIA DA ALMA

As dores que acometem a humanidade estão, mais precisamente, em suas respectivas almas, embora possamos nos questionar perguntando: se está em cada um, sendo seres únicos, singulares na sua diversidade, como pode grande parte das pessoas estarem vivenciando as mesmas angústias? 

Em verdade, é preciso considerar que o Universo, dentre muitas de suas leis, também é regido pela Lei de Sintonia e Vibração, e a humanidade se encontra num aproximado, para não dizer igual, patamar de evolução espiritual, no qual acabam vibrando e sintonizando nas mesmas energias, embora sejam motivadas por situações, emoções ou acontecimentos distintos.



Esses transtornos se manifestam inicialmente pela melancolia e vai evoluindo para graves neuroses que o homem vai adquirindo até que esteja paralisado perante a sua capacidade de se movimentar em direção aos grandes avanços de sua própria caminhada. Por esta razão, é preciso agir quando ainda em estágio inicial, tratar os primeiros sintomas, para que, estes não venham a gerar transtornos mais complexos.

À luz da imortalidade, as depressões são como uma “tristeza do  espírito” que ampliam a consciência de si, e que, ao tomar contato com sua realidade pessoal, através do autoconhecimento, não se aceita como de fato é.  

Todas as pessoas trazem em sua consciência as Leis Divinas que deveriam reger as nossa conduta moral, intelectual e espiritual. Entretanto, o home dotado de livre-arbítrio, e arraigado no materialismo exacerbado, visando à sua satisfação pessoal, vem transgredindo tais leis, escolhendo os caminhos dos desacertos, causando a si conflitos íntimos de natureza contraditória às leis de Deus. E diante dessa desconexão com as leis divinas, à medida que o homem evolui e se esclarece quanto às questões espirituais, a sua consciência vai se expandido, permitindo que a sua percepção de si, se amplie numa dimensão jamais refletida antes. E essa percepção ampliada de si faz com que a sua própria consciência cobre dele mesmo, condutas morais mais voltadas para a retidão, em consonância com as Leis Divinas. E é aí que começam os conflitos íntimos, existenciais, gerador de tantos transtornos: a criatura humana está em conflito consigo mesma, vive angustiada. 

O nosso maior desafio na vida presente, é superarmos a nós mesmos, e isso só é possível mediante a iniciativa, de se dispor a construir, o caminho para a real TRANSFORMAÇÃO DO SER, por meio do AUTOENCONTRO, para que o indivíduo possa se conhecer, da AUTORREFLEXÃO para que possa tomar consciência sobre o que convém e o que não convém através da capacidade de discernir, e por fim, a AUTOTRANSFORMAÇÃO quando a pessoa de fato, cansada dos conflitos íntimos e existenciais que veem enfrentando, decide mudar aquilo que tanto te incomoda ou que te faz falta. É certo que não se trata de algo tão fácil de se conquistar, porém, todos de alguma maneira, mais cedo ou mais tarde, chegarão nesse ponto de reflexão, no qual se questionará sobre: Quem é? O verdadeiro sentido da vida? O porque de tantas emoções em conflitos íntimos constantes? E dentre muitos questionamentos, tais quais como estes, só iremos encontrar as respostas sob a ótima da imortalidade da alma, para que, a partir daí, possamos traçar metas de transformações mais reais. E se isso não for possível sozinho, buscar ajuda profissional é essencial. Vale destacar que essa ajuda profissional, para que seja eficaz deverá abrange o ser integralmente, contribuindo para o equilíbrio do corpo, mente, emoções e espírito.

Observa-te e busca transformar em ti tudo aquilo que lhe furta as possibilidades de ser feliz. Desenvolve a habilidade de transformar o que não está bom em algo construtivo, edificante, que te faça feliz! O caminho para isso está na realização do trabalho salutar, seja qual for sua área de atuação.Vida e paz!

Alessandra Uzêda